<?xml version='1.0' encoding='UTF-8'?><?xml-stylesheet href="http://www.blogger.com/styles/atom.css" type="text/css"?><feed xmlns='http://www.w3.org/2005/Atom' xmlns:openSearch='http://a9.com/-/spec/opensearchrss/1.0/' xmlns:georss='http://www.georss.org/georss' xmlns:gd='http://schemas.google.com/g/2005' xmlns:thr='http://purl.org/syndication/thread/1.0'><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565</id><updated>2012-02-16T06:41:47.074-08:00</updated><title type='text'>Vate</title><subtitle type='html'>"A fala já é um poema esquecido." 
Martin Heidegger</subtitle><link rel='http://schemas.google.com/g/2005#feed' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/posts/default'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default?max-results=100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/'/><link rel='hub' href='http://pubsubhubbub.appspot.com/'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><generator version='7.00' uri='http://www.blogger.com'>Blogger</generator><openSearch:totalResults>94</openSearch:totalResults><openSearch:startIndex>1</openSearch:startIndex><openSearch:itemsPerPage>100</openSearch:itemsPerPage><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-8725474191213068661</id><published>2008-05-23T20:14:00.000-07:00</published><updated>2008-05-23T20:15:25.047-07:00</updated><title type='text'>Pequenas histórias da vida real – Série</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Começo essa seqüência de histórias para provocar esse mundo insosso em que vivemos. As pessoas precisam acreditar menos na fantasia, mas “fantasiar” a própria realidade com ações em seu ambiente. Ter coragem para caminhar em um mundo de covardes que se escondem em máscaras sociais. É o que procurarei mostrar nessa série.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;João e a sua liberdade&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;João era um grande observador da realidade e sabia ajudar muito bem ao próximo. No entanto, a realidade não conseguia enxergar o grande homem que sempre fora. A sua grandeza não caberia mesmo em palavras e no que costumam dizer sobre ele. Para muitos, o nosso personagem se fazia de vítima e era um fofoqueiro da pior espécie. Então, por que não ver esse cidadão pelas lentes de sua própria vida...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Essa começava às 7 horas da manhã quando tinha que acordar cedo para ir à faculdade. O que faria lá? Diziam que ele vivia o dia inteiro na faculdade e que ficava passeando por lá. Mas não foi isso que me contou...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Ele ía trabalhar com uma senhora que lhe ditava regras, sem mexer uma palha para ajudá-lo.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Nesse andar, todos achavam que ela comandava muito bem e auxiliava nas tarefas, quando (na verdade) ficava apenas no computador dando ordens. Calado, João apenas obedecia a sua superior. Dessa forma, fazia o serviço de todos e o dele &lt;st1:personname productid="em dobro. Por" st="on"&gt;em dobro. Por&lt;/st1:PersonName&gt; quê? Porque segundo os outros, que não sabiam o que se passava em seu setor, ele devia obedecê-la no belíssimo trabalho de “equipe”.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;À tarde, ele ía almoçar e largava o expediente. Já exausto, encontrava os colegas no campus. E aí João? Já na faculdade? Caramba, você gosta mesmo hein? Que legal! E várias frases se acrescentavam a essas como se o nosso personagem não tivesse feito nenhum esforço até ali.&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Depois, resolveu ligar para quem amava e recebeu uma resposta: - Me deixe em paz! Você sempre liga na hora errada! Tenho muitas coisas para fazer. Sim. E o nosso João não tinha nada mesmo. Teve até que aproveitar o horário do almoço como um intervalo propício para ligar, antes que começasse uma aula que iria até as 18h. Com a cabeça cheia, encarava a aula e lia os textos com precisão. Afinal, só sairia da sua faculdade às 22h, quando terminava a última aula. Ele adorava isso tudo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Às altas horas da noite, pegava o ônibus para voltar a casa. O trocador queria lhe recolher a grana, porque viu no olhar cansado de João a oportunidade de enganá-lo. Mas, rapidamente, com a fagulha de seu espírito, reclamou o troco. E mesmo me disseram, uma vez, que ele não sabia reclamar os próprios direitos.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Passado o sufoco, pensou em ligar para a moça e rever o que havia dito. Afinal, ele ligou na hora errada antes. Não que o horário das 23h fosse propício também, mas era uma forma de tentar se desculpar com a sua amada antes de um novo dia começar. O que ela disse? –Você não aprende, né? Por que insiste? Droga, me esquece. E lá foi João sem ter oportunidade de se explicar. Se explicar pra quê? Ele era inconveniente mesmo...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Às 00:30, chegava o nosso vilão &lt;st1:personname productid="em casa. Precisava" st="on"&gt;em casa. Precisava&lt;/st1:PersonName&gt; ainda tomar um banho e jantar. A mãe o recebia com todo o carinho e lhe perguntava como foi o dia. –Ótimo, mãe. Estou vivo. E ela ria da sagacidade com que o filho tratava as adversidades que a vida lhe apresentava. &lt;span style=""&gt; &lt;/span&gt;Quando podia, João aproveitava (antes de dormir) para acessar a internet discada e, quem sabe, encontrar a sua amada no msn. Mas o que adiantaria? Ele estava cansado de ficar na faculdade o dia todo. Fazendo o quê? “Só” estudando e trabalhando...&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;No outro dia, acordaria cedo e repetiria todo o processo, embora procurasse fazê-lo com um sorriso no rosto de forma diferente. Sempre criava histórias para divertir os seus amigos a partir do que observava em sua realidade. Até que encontrou uma moça que o amava por quem ele era. Esta não ouvia o que outros falavam e percebia o esforço daquele João em transformar cada instante da vida em algo novo. Por isso, para ele, nunca existiu uma primeira vez para nada. Mas diversas vezes para tudo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;Porém, sobre essa moça, prefiro deixar para outra narrativa. E a que ele amava? Você me perguntaria. Acredito que ela talvez não tenha conseguido vê-lo como um pequeno grande homem que é. Pois eles brigavam constantemente. João me disse, mas era opinião do próprio, que ela ouvia o que todo mundo falava dele.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;É aqui o foco central da minha narrativa. Espero que todos aprendam com a liberdade de João, que nunca esteve preso à representação de que o mundo social lhe fazia. Perguntei a ele como se sentia e sempre me dizia: -Estou feliz. Como João? Retrucava sem entender esse fofoqueiro de marcar maior. -Sim, meu amigo. Eles podem dizer o que quiser sobre mim, porque o que sou não cabe &lt;st1:personname productid="em palavras. A" st="on"&gt;em palavras. A&lt;/st1:PersonName&gt; minha tristeza é contra essa miséria humana que não faz com que os homens se libertem de olhares alheios sobre a realidade. &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;E continuava... -Me chamaram de fofoqueiro porque dizia o que pensava sobre os fatos que observava e não os “fantasiava”. Sou vítima, porque reclamei sozinho sem estar preso a qualquer grupo. Ainda que a minha opinião tenha surgido do contato com aqueles que admiro em meu convívio. A vida não é única como tentam nos dizer. Entretanto, tornamos, sim, únicos cada momento dela. Esse é o João. Aprendi muito com ele a valorizar todos em sua única diferença. A liberdade de ser além do dito e do não-dito.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="text-align: justify; text-indent: 35.45pt; line-height: 150%;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-8725474191213068661?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/8725474191213068661/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=8725474191213068661' title='4 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8725474191213068661'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8725474191213068661'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/pequenas-histrias-da-vida-real-srie.html' title='Pequenas histórias da vida real – Série'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-4720616821200510098</id><published>2008-05-21T20:30:00.001-07:00</published><updated>2008-05-21T20:38:39.347-07:00</updated><title type='text'>As lágrimas</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;br /&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As lágrimas não são dor,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Como dizem por aí.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;São o bater das asas de uma condor,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Que não tem limite.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Elas só aparecem &lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;em momentos propícios.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E não se esquecem&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;os seus martírios.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas esses não são sofrimento,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Como costumam dizer.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;É o verdadeiro “desvelamento”&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Do ser.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ser feliz, ou alegre,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;No pequeno despejo de água.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Embora possa ser uma tristeza,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;há muito tempo guardada.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Certa é a nossa libertação&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;nesse momento indecifrável.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Onde a única certeza é a emoção&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;De um sentimento renovável.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Choro quando posso&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;E quando devo.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Mas não as controlo,&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;porque não mereço.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;As lágrimas expressam&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;o que há de mais puro do ser sensível.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Chovem dentro de nosso coração&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Para dizer o que é indizível.&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; Obs.: Como o blog é de poesia, esperamos sempre uma poesia né? rs&lt;br /&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-4720616821200510098?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/4720616821200510098/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=4720616821200510098' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/4720616821200510098'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/4720616821200510098'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/as-lgrimas.html' title='As lágrimas'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-5057368742951833817</id><published>2008-05-21T20:13:00.000-07:00</published><updated>2008-05-21T20:14:49.344-07:00</updated><title type='text'>Encontros da vida</title><content type='html'>&lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;so anota aí...rua welt (casa)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;(8) Lílian Carneiro (8)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;"e qdo a hora chegar,volta...." diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;bairro&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;Leben&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;Sol diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;; color: black;"&gt;anotei ;)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;Sol diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;; color: black;"&gt;qual ônibus pego?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;Sol diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;; color: black;"&gt;sexta vou mesmo hein?&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;Sol diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;; color: black;"&gt;te ligo pra confirmar&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;(8) Lílian Carneiro (8)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;"e qdo a hora chegar,volta...." diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;balsa e 363 (é ponto final...lá no alzirão)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;(8) Lílian Carneiro (8)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;"e qdo a hora chegar,volta...." diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;salta na 27 de julho perto da encontros.&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;(8) Lílian Carneiro (8)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;"e qdo a hora chegar,volta...." diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;(Discoteca)&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;(8) Lílian Carneiro (8)&lt;span style=""&gt;  &lt;/span&gt;"e qdo a hora chegar,volta...." diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: black;"&gt;td mundo conhece....aí eu t busco la&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 3.6pt;"&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;MS Shell Dlg&amp;quot;; color: rgb(84, 84, 84);"&gt;Sol diz:&lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal" style="margin: 0cm 0.9pt 0.0001pt 13.85pt;"&gt;&lt;b&gt;&lt;i&gt;&lt;span style="font-family: &amp;quot;Book Antiqua&amp;quot;; color: black;"&gt;ok &lt;o:p&gt;&lt;/o:p&gt;&lt;/span&gt;&lt;/i&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;&lt;o:p&gt; &lt;/o:p&gt;&lt;/p&gt;  &lt;p class="MsoNormal"&gt;Ás vezes, fico imaginando o que teria acontecido na vida de Sol se não tivesse ido a esse encontro...&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-5057368742951833817?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/5057368742951833817/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=5057368742951833817' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/5057368742951833817'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/5057368742951833817'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/encontros-da-vida.html' title='Encontros da vida'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3351433032996368521</id><published>2008-05-20T08:17:00.000-07:00</published><updated>2008-05-20T09:01:48.527-07:00</updated><title type='text'>Acompanhando a vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Taí, a vida me ensina umas coisas. Uma delas foi a de que não devo parar o meu tempo para ouvir quem não quer ser ouvido. Afinal, algumas pessoas mudam, mas não conseguem revolucionar a própria vida.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E foi sobre isso que comecei a pensar na volta da viagem de Volta Redonda. Percebi que hoje não sou nem um terço do que era no ínicio desse ano mesmo, enquanto alguns continuam a sua rota sem perceber tais mudanças. Isso é revolucionar-se. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, demorei muito a perceber que não posso me "intrometer" nesse processo, uma vez que a minha personalidade sempre teve uma essência mutável. Talvez pelo fato de corajosamente seguir a vida, sem olhar para trás. O que me fez hoje entender o porquê de muita gente não me entender.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Afinal, esforço-me há muito tempo para encontrar uma unidade em meu ser e dizem que isso é coisa de signo, embora acredite pouco no que dizem por aí sobre ele. Faça, então, uma análise de tudo o que o meu mapa astral diz e me diga se isso formaria uma pessoa normal..&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sol em virgem, lua em peixes, mercúrio em virgem, vênus em leão e para completar um ascendente em sagitário. Ah..não posso esquecer da tal cúspide em Libra. É..veja que salada..água, terra, fogo e ar..Na lógica dos fanáticos de plantão, deveria ser uma pessoa totalmente desequilibrada..mas sei lá..dizem que todo maluco não reconhece a própria loucura..rs&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Louco não, mostrei o meu mapa astral para revelar o quanto somos capazes de nos distanciar do que a vida nos reserva. Isso me fez andar por vários rumos dessa vida, sem questionar para onde iria. E não consigo, até hoje, entender o porquê de ter habilidades com informática, com a biblioteconomia ou ter uma certa habilidade para aprender sobre coisas que muita gente não gosta.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Nas línguas estrangeiras, comecei a ler espanhol, interessei-me muito tarde pelo inglês e adoro o alemão, enquanto à outras tenha tido uma certa facilidade para entender o que os outros me falam. Um colega certa vez me perguntou se sabia francês, porque troquei meias palavras com uma amiga do grupo de filosofia.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Enfim, esses exemplos são para dizem que não consigo entender essa constância que as pessoas nos cobram na vida. A minha essência não pode ser apreendida por meia dúzia de palavras, porque "A fala é uma poesia esquecida." E isso é muito mais complexo quando tentamos tomar uma atitude poética de nossas vivências.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;É o que minhas paixões me mostraram. Cultivei o amor onde não devia. Ou seja... Aprendi que as pessoas sempre usarão máscaras sociais em relacionamentos e que geralmente demoram a se revelar como são. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse é o fato porque desconfio de pessoas tão gentis e porque aceito certas atitudes grosseiras de outrem. Pois, tomada as devidas proporções, o tempo pode revolucionar tais personalidades. O que me traz uma postura de acreditar em minha "não-unidade".&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;A vida nos muda a todo o momento e aceitar a si mesmo é uma grande dádiva para cada humano. Aprendi a amar também a quem me ama sem máscaras com o olhar sincero de que nos ama por nossas qualidades. A revolução produz mudanças que nos solidificam como eternos... Mas, como diria Vinícius, é enterno enquanto dure. Taí o paradoxo de se revolucionar e acompanhar a vida.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3351433032996368521?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3351433032996368521/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3351433032996368521' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3351433032996368521'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3351433032996368521'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/acompanhando-vida.html' title='Acompanhando a vida'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-5121788415528052391</id><published>2008-05-17T20:08:00.000-07:00</published><updated>2008-05-17T20:09:51.201-07:00</updated><title type='text'>Pronome</title><content type='html'>Eu sou pronome pessoal&lt;br /&gt;e não quero ser oblíquo contigo.&lt;br /&gt;Porque aquele demonstra que é mau,&lt;br /&gt;sendo muito indefinido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você também o tratou bem.&lt;br /&gt;De modo interrogativo&lt;br /&gt;olhou para mim, altivo,&lt;br /&gt;falando: — Quem?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sua indecisão&lt;br /&gt;foi porque não ligara o nome à pessoa.&lt;br /&gt;Bastava-lhe uma relação&lt;br /&gt;que o trouxesse uma memória boa.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ele me substituiu&lt;br /&gt;e lhe usou como objeto.&lt;br /&gt;O nosso nome possuiu&lt;br /&gt;como um pronome desonesto!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Obs.: um poema antigo só pra descontrair.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-5121788415528052391?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/5121788415528052391/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=5121788415528052391' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/5121788415528052391'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/5121788415528052391'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/pronome.html' title='Pronome'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-934107459557124281</id><published>2008-05-13T07:20:00.000-07:00</published><updated>2008-05-13T07:21:39.561-07:00</updated><title type='text'>A idade</title><content type='html'>A idade&lt;br /&gt;vem quando menos esperamos.&lt;br /&gt;Ela nos espreita na esquina&lt;br /&gt;No olhar de quem observamos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Nasce de uma lembrança&lt;br /&gt;Que resulta em experiência.&lt;br /&gt;E não traz nenhuma esperança&lt;br /&gt;De nossa vivência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Secamos por dentro&lt;br /&gt;Como a folha jovem do outono.&lt;br /&gt;Começamos, então, a respeitar qualquer adágio&lt;br /&gt;Que nos tire o sono.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A maturidade pode acompanhá-la&lt;br /&gt;Se a abraçarmos com compromisso.&lt;br /&gt;Mas também pode nos escapar&lt;br /&gt;Se esquecermos que somos mais do que isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;As mulheres a escondem&lt;br /&gt;Porque ela as entende.&lt;br /&gt;O tempo sempre esconde&lt;br /&gt;O que elas não entendem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Alguns a rejeitam&lt;br /&gt;por não percebê-la em seu cotidiano.&lt;br /&gt;Caem e se desorientam,&lt;br /&gt;Ano após ano.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-934107459557124281?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/934107459557124281/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=934107459557124281' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/934107459557124281'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/934107459557124281'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/idade.html' title='A idade'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3476908450693861316</id><published>2008-05-11T07:38:00.001-07:00</published><updated>2008-05-11T07:38:47.836-07:00</updated><title type='text'>Conjugação</title><content type='html'>Sonhar,&lt;br /&gt;Sonhar de novo com um novo amor.&lt;br /&gt;Só quem crê é capaz&lt;br /&gt;De apagar a dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Acreditar,&lt;br /&gt;Acreditar de uma única vez&lt;br /&gt;Que a vida não foi feita para embriaguez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Embriagar,&lt;br /&gt;Embriagar-se de coragem&lt;br /&gt;Para enfrentar toda a mudança do dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mudar,&lt;br /&gt;Mudar o que é possível&lt;br /&gt;E deixar que nada seja apenas verossímil.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Deixar,&lt;br /&gt;Deixar-se levar pela constante indiferença&lt;br /&gt;Do mundo mudo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Emudecer-se diante da arrogância presente&lt;br /&gt;E do orgulho vigente&lt;br /&gt;Dos que “acham” que vivem.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Viver,&lt;br /&gt;Viver é esquecer-se de si mesmo,&lt;br /&gt;Sem perder a essência do mesmo,&lt;br /&gt;Que não é estipulado a esmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3476908450693861316?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3476908450693861316/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3476908450693861316' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3476908450693861316'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3476908450693861316'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/conjugao.html' title='Conjugação'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-8046915326623334681</id><published>2008-05-11T07:28:00.000-07:00</published><updated>2008-05-11T07:36:49.807-07:00</updated><title type='text'>Enquanto...</title><content type='html'>Enquanto você me desprezava,&lt;br /&gt;eu a queria.&lt;br /&gt;E mesmo assim me cobrava&lt;br /&gt;O que sentia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto você não acreditava,&lt;br /&gt;Eu já sabia...&lt;br /&gt;Das formas que me amava&lt;br /&gt;A cada dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto você voltava,&lt;br /&gt;Eu não mais queria.&lt;br /&gt;Pois não aceitava&lt;br /&gt;Toda essa rebeldia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto você brigava,&lt;br /&gt;A minha paciência perdia.&lt;br /&gt;Mas sempre perdoava&lt;br /&gt;Mais uma loucura em nossa vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto você dizia&lt;br /&gt;Que tudo era fantasia.&lt;br /&gt;Eu não fantasiava,&lt;br /&gt;Eu cria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas os meus dias seguiram&lt;br /&gt;Enquanto você se foi com o barco da alegria.&lt;br /&gt;Novos caminhos apareceram&lt;br /&gt;E me libertei da sua letargia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Você optou pela ilusão&lt;br /&gt;E fugiu da minha companhia.&lt;br /&gt;Mas mesmo em meu coração&lt;br /&gt;Consegui guardar você em forma de poesia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E enquanto vivo,&lt;br /&gt;Você carrega uma triste letargia.&lt;br /&gt;Não esqueceu o seu funesto orgulho&lt;br /&gt;Que afasta as pessoas de sua vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-8046915326623334681?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/8046915326623334681/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=8046915326623334681' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8046915326623334681'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8046915326623334681'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/enquanto.html' title='Enquanto...'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3733708163092576878</id><published>2008-05-09T11:36:00.000-07:00</published><updated>2008-05-09T12:01:05.812-07:00</updated><title type='text'>"Erase"?</title><content type='html'>Problemas antigos, vida sempre nova, mas não consigo entender essas pessoas que criam o amor. Bom, já me explico. É que, apesar de defender a criatividade na poesia ou em qualquer outro lugar, não acredito que sentimentos são manipuláveis.&lt;br /&gt;Primeiro, porque se pudessemos apagar uma dor antiga com um novo amor, o mundo não teria tantos desastres e gente deprimida. Seria a resolução para essa gente mal encarada que nos afronta com a sua "falsa" felicidade. Essa se constrói com artifícios baratos sem corresponder com a naturalidade da vida.&lt;br /&gt;Queria mesmo aprender a ser assim. Estou há uns meses tentando esquecer o que o destino me reservou. E aí vem a hipocrisia de muitos: Você está assim, porque não tenta esquecer.&lt;br /&gt;Lembre-se de que o humano tem memória seletiva e não esquecemos fácil de quem gostamos. Afinal, algum dia alguém já esqueceu as noites mal dormidas de um amor na adolescência? Não. A gente disfarsa. Encobre com novas paixões, novos encontros e de repente a imagem daquela pessoinha vem na nossa cabeça.&lt;br /&gt;Aí a gente aperta o botão "erase" e pronto! Quem me dera que fosse assim. O pior é que existem pessoas que acreditam firmemente nisso.&lt;br /&gt;Somos construídos por nossas experiências e, por mais que o nosso amor seja trocado por outro, as lembranças marcam em nosso ser. Mas creio que isso deve ser trágico pra quem acredita que pode inventar um amor. Ainda mais se não tiver amor próprio o suficiente para suportar, porque até quem tem sofre demais.&lt;br /&gt;Um amigo psicólogo me disse que algumas mulheres projetam a imagem do ex -amado no presente como uma forma de se enganarem os seus verdadeiros sentimentos. Disse ele que tal fato serviu como um "camafeu" e que a mulher poderia até transar com o cara, pensando em outro. Logo, bradei um: Isso é doideira! Mas os anos comprovaram que isso é verdade.&lt;br /&gt;Digo tudo em relação a essas pessoas que constróem o amor para o enganar a falta de amor próprio e até o orgulho. Falei, então, para o meu colega que esse tal de camafeu trazia uma situação terrível para quem o fosse, uma vez que estaria apenas na imagem na mente daquela pessoa.&lt;br /&gt;Quando amo alguém, procuro fugir dessas negociações da alma. Até porque sem elas, já sofremos muito. Não seria melhor buscar um refúgio no trabalho, no "engrandecimento" pessoal e no planejamento do futuro? Aí sim, acredito que o tempo se encarregaria de construir um botão firme e sem defeitos no sistema, chamado "Erase". Que seria um corruptela portuguesa do termo inglês para traduzir a sensação da síndrome do era se...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3733708163092576878?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3733708163092576878/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3733708163092576878' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3733708163092576878'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3733708163092576878'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/erase.html' title='&quot;Erase&quot;?'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-8672009156473332007</id><published>2008-05-09T11:32:00.000-07:00</published><updated>2008-05-09T11:34:39.757-07:00</updated><title type='text'>Dia das mães</title><content type='html'>Uma frase em homenagem ao dia das mães. Claro que faria isso de uma maneira pouco convencional..Feliz dia das mães para todos..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Cada um de nós leva dentro de si a imagem de mulher tirada de sua mãe: por isto é que se sente inclinado a respeitar as mulheres em geral, ou desprezá-las, ou a sentir indiferença por elas.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; Friedrich Nietzsche&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-8672009156473332007?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/8672009156473332007/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=8672009156473332007' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8672009156473332007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8672009156473332007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/05/dia-das-mes.html' title='Dia das mães'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-850981055743625627</id><published>2008-04-29T20:53:00.000-07:00</published><updated>2008-04-29T20:56:09.405-07:00</updated><title type='text'>O homem lúcido</title><content type='html'>“O homem lúcido sabe que a vida é uma carga tamanha de acontecimentos e emoções que nunca se entusiasma com ela, assim como não teme a morte. O homem lúcido sabe que viver e morrer são o mesmo em matéria de valor, posto que a Vida contém tantos sofrimentos que a sua cessação não pode ser considerada um mal”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O homem lúcido sabe que é o equilibrista na corda bamba da existência. Sabe que, por opção ou acidente, é possível cair no abismo, a qualquer momento, interrompendo a sessão do circo”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Pode também o homem lúcido optar pela Vida. Aí então, ele esgotará todas as suas possibilidades. Passeará por seu campo aberto e por suas vielas floridas. Saberá ver a beleza em tudo. Terá amantes, amigos, ideais. Urdirá planos e os realizará. Resistirá aos infortúnios e até às doenças. E, se atingido por algum desses emissários, saberá suportá-los com coragem e mansidão”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Morrerá o homem lúcido de causas naturais e em idade avançada, cercado por filhos e netos que seguirão sua magnífica aventura. Pairará então, sobre sua memória uma aura de bondade. Dir-se-á: aquele amou muito e fez bem às pessoas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“A justa lei máxima da natureza obriga que a quantidade de acontecimentos maus na vida de um homem iguale-se sempre à quantidade de acontecimentos favoráveis. O homem lúcido que optou pela Vida, com o consentimento dos Deuses, tem o poder magno de alterar esta lei. Na sua vida, os acontecimentos favoráveis estarão sempre em maioria”.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Esta é uma cortesia que a Natureza faz com os homens lúcidos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Esse texto não é meu, mas ele merece um espaço no blog. E ele é lido no filme "Separações" que acabei de assistir hoje. São poucas as vezes que vemos escritos inteligentes sobre a vida por aí e não tinha visto a figura do lúcido sobre esse aspecto. Muito bom..&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-850981055743625627?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/850981055743625627/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=850981055743625627' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/850981055743625627'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/850981055743625627'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/04/o-homem-lcido.html' title='O homem lúcido'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-1989891829716525607</id><published>2008-04-23T20:09:00.000-07:00</published><updated>2008-04-23T20:11:32.800-07:00</updated><title type='text'>A vida é.</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;A vida não é o Outro e nem a Literatura. Reafirmo as máximas dos textos anteriores e acredito que aqueles, que me conhecem de verdade, não acreditaram no que escrevi. No entanto, já não sei se essa estranha dúvida faria um bem a mim. Ela aparece no modo como julgam os meus atos em meu cotidiano.&lt;br /&gt;Por isso, estou farto de pessoas que tentam explicar tudo (ainda que isso seja uma constante freqüente e inata ao ser humano) ao redor. Estas fantasiam a realidade e transferem os seus problemas para os discursos alheios naquilo que chamam de superinterpretação.&lt;br /&gt;Subestimam o nosso ego com as palavras que acreditam sair de nossa boca ou do papel em que as afirmamos. Desse modo, trabalham com o modo em que a imaginação coletiva e pessoal se encontram em turbulentas elucubrações sobre a realidade. Esse tipo de pessoas lê a literatura, apenas, como fuga da realidade.&lt;br /&gt;Mas a leitura de um texto literário nunca foi “só” isso. A velha máxima do “quem lê viaja” comprova muito dessa informação. A viagem do prazer do ler uma história nos induz para si mesmos e põe em confronto o que apreendemos no convívio com o “Outro” em nosso dia a dia.&lt;br /&gt;Daí saber a importância da relativização da participação do “Outro” em nossa vida. Sartre foi o primeiro a descobrir isso. Mas nada o fez (ou faz) ter sido melhor do que nós, “simples mortais”, em nossa caminhada rumo ao anonimato. Antes de tudo, ele soube transpor em palavras uma “experiência de vida”.&lt;br /&gt;Devemos cuidar do perigo do espelho que ronda a sociedade. Ela nos cerca em torno de padrões que refletem no que os outros compartilham como um estilo de vida natural. Assim, surgem pessoas que acreditam viver sem nenhuma influência e que são parte de uma individualidade coletiva.&lt;br /&gt;Isso explica o meu gosto por “personalidades”. Não aquelas que a gente encontra fácil por aí, mas aquelas que sabem viver sem tentar saber o porquê. Entretanto, sempre esbarro no velho orgulho que persiste na constituição do humano dos nossos tempos.&lt;br /&gt;Alguns orgulhosos se defendem em sua própria cegueira e não admitem os seus erros. Nem sabem ver o mundo de uma forma distinta da sua, o que desaprova tudo o que tenho defendido até agora quanto ao viver naturalmente. Rousseau morreria de desgosto em nossos tempos!&lt;br /&gt;E o discurso dessas pessoas, infelizmente, me incomoda. Não incomoda pela ignorância em que mergulharam, mas pela atitude que adotam: Por não enxergarem a vida sem a lupa de seu mundo, transferem os seus problemas para a gente e nos culpam com a maior “cara lavada”.&lt;br /&gt;Há uma música da Ivete muito sábia: Então não me conte os seus problemas... eu só quero paz..quero amor. (...) Acredito muito nessa sabedoria baiana repleta de rica experiência de vida. Entretanto, uma pergunta sempre me inquieta a respeito dessas pessoas. Será tão difícil viver? Respondo não, mesmo não compartilhando de todos os empecilhos que encontro a todo o momento em minha vivência.&lt;br /&gt;Nós é que complicamos tudo. Um abraço, uma conversa e um olhar conseguem mover mundos sempre, não é? Agora, se você tentar explicar para alguém o que esse meu texto fala em apenas cinco linhas, garanto que não conseguirá! E olha que estou longe de ser um escritor clássico ou com renome por aí.&lt;br /&gt;O mesmo ocorre com a vida. Ela é e criar denominações, histórias ou estórias, pontos de vistas sobre tudo, faz parte de um erro secular do ser humano. Por isso, prefiro viver e “tentar” transformar tudo em algo positivo, mesmo que muitos insistam em me chamar de pessimista por saber lidar com os problemas do meu cotidiano. Falar sobre eles acalma, traz uma falsa ilusão, mas não falseia o que sinto no lugar mais intangível da vida: o coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-1989891829716525607?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/1989891829716525607/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=1989891829716525607' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1989891829716525607'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1989891829716525607'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/04/vida.html' title='A vida é.'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-4597757265162843982</id><published>2008-04-22T20:58:00.000-07:00</published><updated>2008-04-22T21:02:35.129-07:00</updated><title type='text'>A vida não é o Outro</title><content type='html'>Outra irritação se adquire na convivência com os "Outros". Muitos não sabem discernir a diferença entre o coletivo e o individual na formação de sua própria personalidade. Em outras palavras, esses preferem viver com o que a Sociedade diz para eles o que são, ao invés de tentar se descobrirem no cotidiano das diferenças e dos acasos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-4597757265162843982?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/4597757265162843982/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=4597757265162843982' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/4597757265162843982'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/4597757265162843982'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/04/vida-no-o-outro.html' title='A vida não é o Outro'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3478372801587951921</id><published>2008-04-22T20:47:00.000-07:00</published><updated>2008-04-22T20:57:18.144-07:00</updated><title type='text'>A vida não é literatura</title><content type='html'>Este texto surge para mostrar a minha irritação maior com essa mania que muita gente tem de interpretar a vida. Ela não é literatura como muitos pensam. E isso me faz escrever com a metalinguagem da revolta contra o absurdo do não viver.&lt;br /&gt;Por isso, vivo da melhor forma e deixo as minhas metáforas para o processo criativo. É nele que tudo deve parecer realidade e não o contrário. Enfim, vou parar por aqui...Uma hora eu volto..Isso mostra como sairiam os meus textos se só seguissem o que penso dessa estúpida elocubração sobre a realidade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3478372801587951921?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3478372801587951921/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3478372801587951921' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3478372801587951921'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3478372801587951921'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/04/vida-no-literatura.html' title='A vida não é literatura'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6564636838365410003</id><published>2008-04-18T21:01:00.000-07:00</published><updated>2008-04-18T21:12:41.550-07:00</updated><title type='text'>Você me trouxe alegria</title><content type='html'>Um dia te observei&lt;br /&gt;sem você perceber.&lt;br /&gt;A sua boca olhei&lt;br /&gt;e me embebi em seu sorriso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os seus passos foram acompanhados&lt;br /&gt;com um grande esmero.&lt;br /&gt;Abraços sonhados&lt;br /&gt;são o que quero.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Da primeira vez que a vi&lt;br /&gt;me trouxe muito alegria.&lt;br /&gt;E isso me tomou por demais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu coração acelerou&lt;br /&gt;na velocidade sagaz.&lt;br /&gt;E, às vezes, acho que você sente o mesmo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A poesia é uma forma de alcançá-la&lt;br /&gt;e acho que você sabe muito bem.&lt;br /&gt;Irá correspondê-la se realmente o que penso&lt;br /&gt;for verdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não tenho muita certeza ainda,&lt;br /&gt;embora esse sentimento viva certo em mim.&lt;br /&gt;Você personifica a alegria&lt;br /&gt;com a sua ternura de querumbim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria que esse amor fosse real&lt;br /&gt;e estou começando a entender o destino.&lt;br /&gt;Não nasci pra ser o seu amigo,&lt;br /&gt;porque amo o "social".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6564636838365410003?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6564636838365410003/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6564636838365410003' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6564636838365410003'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6564636838365410003'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/04/voc-me-trouxe-alegria.html' title='Você me trouxe alegria'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-2974491369305034320</id><published>2008-04-17T05:27:00.000-07:00</published><updated>2008-04-24T08:19:19.565-07:00</updated><title type='text'>Esnoba</title><content type='html'>Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso (3x)&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, não tem nada não&lt;br /&gt;Eu bem que me conheço&lt;br /&gt;Sei que um dia eu viro a mesa&lt;br /&gt;E mudo de endereço&lt;br /&gt;E essa criatura por quem tenho apreço&lt;br /&gt;Vai ficar cheia de culpa por me dar desprezo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A minha vida é dura, duro é meu cabelo&lt;br /&gt;É black power, tudo mundo quer ter meu cabelo&lt;br /&gt;E essa criatura por quem eu tenho apreço&lt;br /&gt;Vai **** minha conduta pra eu raspar o cabelo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bem, meu amor, você me maltratou&lt;br /&gt;Sorriu dele, pisou, machucou&lt;br /&gt;Não quis mais conversa&lt;br /&gt;Disse que a vida mudar e que eu não tinha nada a ver&lt;br /&gt;Com as pessoas que hoje lhe cercam&lt;br /&gt;(Aí, eu disse)&lt;br /&gt;Que não sou nenhum mito&lt;br /&gt;Me calo, não grito, mas fico aflito&lt;br /&gt;Pois nunca conflito que é muito, normal&lt;br /&gt;Sou desligado como uma tomada&lt;br /&gt;E o amor que eu sinti não valeu de nada&lt;br /&gt;Pois tudo se acaba com um seriado banal&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ah, não tem nada não&lt;br /&gt;Eu bem que me conheço&lt;br /&gt;Sei que um dia eu viro a mesa&lt;br /&gt;E mudo de endereço&lt;br /&gt;E essa criatura por quem tenho apreço&lt;br /&gt;Vai ficar cheia de culpa por me dar desprezo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba&lt;br /&gt;Só porque tenho por tenho por ela um apreço imenso&lt;br /&gt;Ela me esnoba, me esnoba, me esnoba&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-2974491369305034320?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/2974491369305034320/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=2974491369305034320' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2974491369305034320'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2974491369305034320'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/04/esnoba.html' title='Esnoba'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-2215897125228792278</id><published>2008-04-16T15:22:00.000-07:00</published><updated>2008-04-16T15:37:20.965-07:00</updated><title type='text'>Uma música, um momento ..</title><content type='html'>Ontem estava ouvindo uma música. Queria esquecer de vez, mas ela me trouxe recordações boas de uma pessoa. Na época ainda em que as máscaras não tinham caído. Pelo menos a música ficou..é muito legal. Enfim, é a vida né? Nunca vamos entendê-la mesmo...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Woman in Chains&lt;br /&gt;&lt;pre&gt;You'd better love loving you'd better behave&lt;br /&gt;You'd better love loving you'd better behave&lt;br /&gt;Woman in Chains&lt;br /&gt;Woman in Chains&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Calls her man the Great White Hope&lt;br /&gt;Say she's fine, she'll always cope&lt;br /&gt;Woman in Chains&lt;br /&gt;Woman in Chains&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Well I fell lying and waiting is a poor man's deal&lt;br /&gt;And I feel hopelessly weighed down by your eyes of steel&lt;br /&gt;It's a world gone crazy&lt;br /&gt;Keeps Woman in Chains&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trades her soul as skin and bone&lt;br /&gt;Sells the only thing she owns&lt;br /&gt;Woman in Chains&lt;br /&gt;Woman in Chains&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Men of Stone          Men of Stone&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Well I feel deep in your heart there are wounds&lt;br /&gt;Time can't heal&lt;br /&gt;And I feel somebody somewhere is trying to breathe&lt;br /&gt;Well you know what I mean&lt;br /&gt;It's a world gone crazy&lt;br /&gt;Keeps Woman in Chains&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It's under my skin but out of my hands&lt;br /&gt;I'll tear it apart but I won't understand&lt;br /&gt;I will not accept the Greatness of Man&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;It's a world gone crazy&lt;br /&gt;Keeps Woman in Chains&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;So Free Her                So Free Her&lt;/pre&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-2215897125228792278?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/2215897125228792278/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=2215897125228792278' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2215897125228792278'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2215897125228792278'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/04/uma-msica-um-momento.html' title='Uma música, um momento ..'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-1462237443552120646</id><published>2008-03-11T07:31:00.000-07:00</published><updated>2008-03-11T08:04:11.519-07:00</updated><title type='text'>A ilusão da Vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Parei no sofá de minha sala para escrever. Aqui, o tic-tac do relógio ao fundo tenta disfarçar a ilusão da vida. Essa que se expressa pelo tempo interior e que nos choca por sua veracidade. Nele, as pessoas aparecem em molduras obsoletas que representam as mais marcantes lembranças: A pirmeira amizade, a primeira descoberta e o primeiro amor.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quase sempre, resumimos o que somos nesse trio sincero. E o tempo se constrói de dentro pra fora numa tentativa de apagar o que a realidade quer nos dizer.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Por nossas emoções solidificamos as imagens que impulsionam as nossas vidas. Um caminho não menos ilusório do que acreditar naquele amor mencionado há pouco.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E quando já nascemos, entretanto, de dentro pra fora? Tento uma resposta para essa pergunta ainda pouco discutida por aí.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Porque discutir com o Outro é fácil demais e não, uma postura de si mesmo. Amamos àquilo que nos move com uma força maior do que o amor a si mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí entendo o quanto o ser humano se apega ao tempo subjetivo. Esse senhor dos sonhos que nos remete a uma realidade apenas nossa.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E a vida segue-o sem discutir. Não acredito que as pessoas racionais o desprezem totalmente. Pois estou falando do tempo de maturação pessoal de cada um.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Surpreendi-me, então, com esse processo tão objetivo que pode nos iludir por anos. Ainda que sonhar seja o único ato gratuito em nossos dias.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;O que me fez descobrir um método usado pelos céticos para esquecê-lo. Vejo todos apagarem o próprio coração numa tentativa frustrada de domar os sentimentos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um colega me disse que podia guardá-los e usá-los quando quisesse. Quanta ilusão! E ele falava com um entusiasmo de quem havia conseguido.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Mas bastava discordar dele para ouvir ímpetos daquele orguho que se sentia magoado. Isso sempre me chamou a atenção.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Afinal, esbarrei com muitos orgulhosos em minha vida e entendi que eu era também, embora o tempo interior tenha me ensinado a ser mais humilde comigo mesmo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse texto é uma prova disso. Escrevo-o olhando o relógio e tentando lembrar o porquê de tantas "desilusões" com a vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Chego a pensar no tempo em que poderia tê-las evitado com algumas pessoas. Pois tudo acontece sem que possamos perceber o quanto caminhamos na vida.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Fato que remonta à idéia de que esse tempo não pára e de que devemos selecionar quem irá fazer parte dessa construção temporal do nosso ser. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Vivemos , portanto, em um mundo que não nos possibilita amar a si mesmos, mesmo que essa afirmação nos pareaça absurda.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Somos cultuados pelo Outro que nos cobra o que ele pensa que somos em Sociedade. Com pré-conceitos coletivos que regem o tempo de fora para dentro: o tempo objetivo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Esse costuma se chocar com o subjetivo e promover uma tempestade em nossa mente, que se transformará , talvez, em um texto. No tempo em que o ser já sabe o que a vida lhe reserva: Ou seja, entendemos o fato de que nos iludimos para alcançar a própria realidade de nossa vivência.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-1462237443552120646?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/1462237443552120646/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=1462237443552120646' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1462237443552120646'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1462237443552120646'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/03/iluso-da-vida.html' title='A ilusão da Vida'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6771448851224093006</id><published>2008-02-19T22:28:00.000-08:00</published><updated>2008-02-19T22:35:04.085-08:00</updated><title type='text'>Uma poesia antiga....</title><content type='html'>Acreditem..essa poesia é antiga e até hoje não sei o porquê de tê-la escrito. Coloquei aqui pra mostrar que nem sempre os meus textos saem como quero..e que alguns temas me surpreendem no futuro..hehe esse é o motivo do meu pseudônimo Vate.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis letras são capazes&lt;br /&gt;de mudar uma vida.&lt;br /&gt;Seis segundos entre olhares&lt;br /&gt;trazem alegria infinita.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Seis passos são poucos&lt;br /&gt;em uma eternidade.&lt;br /&gt;E, em menos de seis anos,&lt;br /&gt;podemos encontrar a nossa felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Terras, que tinham valor,&lt;br /&gt;eram as “se(i)s”-marias.&lt;br /&gt;Vejo o amor possuir cada seis horas dos dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O mistério das trevas é revelado pela repetição do seis.&lt;br /&gt;Enquanto as minhas melhores quimeras&lt;br /&gt;revelam-se, com esse número, de uma só vez.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Se acharem fraca, relevem..como disse..nem tudo sai como a gente quer...rs&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6771448851224093006?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6771448851224093006/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6771448851224093006' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6771448851224093006'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6771448851224093006'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/02/acreditem.html' title='Uma poesia antiga....'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-2616599886280051253</id><published>2008-02-08T20:08:00.000-08:00</published><updated>2008-02-08T20:38:43.350-08:00</updated><title type='text'>Você? Não é possível!</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Taí..pela primeira vez venho ao meu blog sem nenhuma idéia na cabeça. Talvez porque tudo tem sido revirado com bastante freqüência dentro dela. Não gosto de escrever dessa maneira, apesar do meu estilo se aproximar sempre do desabafo. A última tempestade me pegou de surpresa, enquanto pensava o quanto estou voltando a ser uma pessoa rude, como na minha infância. Por isso que não acredito em crianças ingênuas..não fui uma..rs&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, tudo mundo se surpreende quando ouve as minhas histórias. É insuportável ouvir sempre: - Você? Não é possível! E , de qualquer forma, até entendo as pessoas porque acho que agiria dessa mesma forma. Mas aprendi a não confiar nas imagens que as pessoas projetam para gente. Imagens são criadas por palavras que nunca conseguem captar fielmente o que somos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso me faz um estranho na própria profissão em que escolhi. O que me fez repensar um antigo sonho: tentar medicina. Sim, na infância queria ser mesmo era ser médico e cuidar de todos. Minha mãe orgulhosa dizia que seria o médico da família. O que me faria enfrentar todos os obstáculos do curso. Custo, concorrência, firmeza na profissão (afinal, médico sempre precisa ser ótimo!) e outras coisas que assustam qualquer um que se propõe a salvar vidas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não pensava em escrever nada. Chegar perto de um livro então, nem pensar.. Passava quase um dia inteiro pelo quintal catando coisas, mexendo com a terra e ajudando o meu amigo Rafael (onde estaria ele? Ele queria ser arquiteto) a criar cabanas, construir setas, etc.. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;No entanto, era conhecido pelos palavrões proferidos (nem sabia o que era essa palavra..haha), pelas brigas na escola e pelo enfretamento com a professora. Um dia uma me falou: Você ainda estará desse lado Rômulo! Praga de professora pega também...rs Enfim, todos tinham medo de mim e era conhecido por toda a turma. Até os Cdfs não sabiam como o bagunceiro do Rômulo tirava boas notas. E aquele menino atrevido dizia: - Eu estudo.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Daí também não entender porque os bagunceiros de hoje não estudam. O interesse em aprender não tenha a ver com a Escola. O interessante é que nunca imaginaria em ter a vida que tenho hoje. Fico, então, pensando às vezes no que aconteceria comigo se agisse do jeito que agia até a minha adolescência. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Com anos, fui aprendendo a falar na hora certa e a ouvir aos mais velhos. Esse foi o primeiro passo. Depois já não conseguia brigar com ninguém. Não tinha graça...o meu oponente chorava, enquanto só sentia ódio e não desistia. E quanto à medicina? Seria um bom médico? A minha mãe queria que fosse pediatra. Eu preferia clínico geral. Este pra mim era médico de verdade..via as piores feridas.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Hoje, fui domado pelo jeito poético bucólico, embora goste mesmo do Sturm und Drang da vida..rs A minha rudeza não foi embora e volta paulatinamente (há quanto tempo não escrevia essa palavra) ao meu jeito de ser. Em setembro, esse novo ciclo de transformação irá se fechar com um quarto de século de existência. Bom...só o tempo dirá. Mas muita gente só valoriza os vilões da história mesmo. Não quero ser mal claro, até porque não acredito que exista mal ou bem. Só espero não ter ocultar certas histórias, como fiz em minha infância.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-2616599886280051253?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/2616599886280051253/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=2616599886280051253' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2616599886280051253'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2616599886280051253'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/02/voc-no-possvel.html' title='Você? Não é possível!'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-8438364867931831496</id><published>2008-02-02T14:01:00.000-08:00</published><updated>2008-02-02T14:06:05.508-08:00</updated><title type='text'>O Amor antigo (Do grande Drummond)</title><content type='html'>Às vezes, Drummond me conforta. Tá ele aí...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O AMOR ANTIGO&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor antigo vive de si mesmo,&lt;br /&gt;não de cultivo alheio ou de presença.&lt;br /&gt;Nada exige nem pede.&lt;br /&gt;Nada espera,mas do destino vão nega a sentença.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor antigo tem raízes fundas,&lt;br /&gt;feitas de sofrimento e de beleza.&lt;br /&gt;por aquelas mergulha no infinito,&lt;br /&gt;e por estas suplanta a natureza.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se em toda parte o tempo desmorona&lt;br /&gt;aquilo que foi grande e deslumbrante,&lt;br /&gt;o amor antigo, porém, nunca fenece&lt;br /&gt;e a cada dia surge mais amante.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mais ardente, mas pobre de esperança.&lt;br /&gt;Mais triste? Não.&lt;br /&gt;Ele venceu a dor,e resplandece no seu canto obscuro,&lt;br /&gt;tanto mais velho quanto mais amor.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-8438364867931831496?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/8438364867931831496/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=8438364867931831496' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8438364867931831496'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8438364867931831496'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/02/o-amor-antigo-do-grande-drummond.html' title='O Amor antigo (Do grande Drummond)'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-9194346397145482880</id><published>2008-01-19T12:15:00.000-08:00</published><updated>2008-01-19T12:16:22.536-08:00</updated><title type='text'>Bobagem</title><content type='html'>Bobagem!&lt;br /&gt;Bobagem quem diz&lt;br /&gt;Que as pessoas seguras nunca estão sozinhas!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Muito pelo contrário.&lt;br /&gt;A segurança destas assusta ainda mais&lt;br /&gt;As andorinhas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobagem!&lt;br /&gt;Esses pássaros se escondem&lt;br /&gt;Em inseguranças inúteis,&lt;br /&gt;Mas não assumem a sua liberdade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobagem!&lt;br /&gt;Bobagem!&lt;br /&gt;Acreditar que o humano sempre será livre&lt;br /&gt;E que terá escolha sobre o seu próprio destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Até porque quem escolhe,&lt;br /&gt;Muitas vezes, não é escolhido.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobagem é acreditar&lt;br /&gt;Que tudo é bobagem!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A vida nos faz de bobos&lt;br /&gt;Quando queremos ser sérios conosco.&lt;br /&gt;E rima a poesia quem sabe&lt;br /&gt;O que nunca soube no dia a dia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Bobagem!&lt;br /&gt;Você acredita?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-9194346397145482880?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/9194346397145482880/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=9194346397145482880' title='3 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/9194346397145482880'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/9194346397145482880'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/01/bobagem.html' title='Bobagem'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6013842626136218654</id><published>2008-01-15T18:55:00.000-08:00</published><updated>2008-01-15T19:07:30.549-08:00</updated><title type='text'>Aprendi a ser sol</title><content type='html'>Hoje, aprendi a ser sol.&lt;br /&gt;Ando solitário no “Sistema”&lt;br /&gt;E erradio o que há de melhor na vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Só energia.&lt;br /&gt;Para aquecer os problemas&lt;br /&gt;Que enfrento todos os dias.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Transformando-os em matéria bruta&lt;br /&gt;Que será renovada com um sorriso.&lt;br /&gt;Isso desencadeia uma eterna luta comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pra fazer o melhor&lt;br /&gt;Para o  Universo.&lt;br /&gt;Revirando o que há do pior&lt;br /&gt;No seu anverso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu calor, no entanto,&lt;br /&gt;Não erradia à qualquer ser.&lt;br /&gt;É destinado àqueles que entendem o encanto&lt;br /&gt;De viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, para os que querem apenas me absorver,&lt;br /&gt;Deixo as chamas dos raios cancerígenos.&lt;br /&gt;Aqueles precisam entender que não sou nenhum utensílio.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Presto pra quem sabe (em)prestar&lt;br /&gt;A sua lealdade e a sua companhia.&lt;br /&gt;Como se fosse adorar um sol na melhor hora do dia.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6013842626136218654?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6013842626136218654/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6013842626136218654' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6013842626136218654'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6013842626136218654'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/01/aprendi-ser-sol.html' title='Aprendi a ser sol'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6181579061021009022</id><published>2008-01-13T16:16:00.000-08:00</published><updated>2008-03-11T07:30:36.561-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Quem dera se tudo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;fosse perfeito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se o tempo não fosse um absoluto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;que atrapalha o meio.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6181579061021009022?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6181579061021009022/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6181579061021009022' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6181579061021009022'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6181579061021009022'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2008/01/quem-dera-se-tudo-fosse-perfeito.html' title=''/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-690609556991586084</id><published>2007-12-28T19:21:00.000-08:00</published><updated>2007-12-28T19:25:00.180-08:00</updated><title type='text'>Queria enganar o meu coração</title><content type='html'>Queria enganar o meu coração&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria enganar o meu coração.&lt;br /&gt;Entre lembranças e imagens&lt;br /&gt;Que insistem em repetir.&lt;br /&gt;Entre encontros e desencontros&lt;br /&gt;Que deixaram de existir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria enganar o meu coração.&lt;br /&gt;Esquecer o seu nome na agenda&lt;br /&gt;E excluí-la da lista de amigos.&lt;br /&gt;Esquecer essa lenda&lt;br /&gt;Que foi construída comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria enganar o meu coração&lt;br /&gt;Para não ter como falar contigo.&lt;br /&gt;Destruir o que se tornou um forte abrigo.&lt;br /&gt;Embora saiba que todo o sentimento&lt;br /&gt;Ainda sobrevive comigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não sou parte dele&lt;br /&gt;E ele faz parte de mim.&lt;br /&gt;Já não és parte minha&lt;br /&gt;E eu faço parte de você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Já não é verdade&lt;br /&gt;O que não começou.&lt;br /&gt;E muito menos, mentira&lt;br /&gt;O que nunca se realizou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tudo.&lt;br /&gt;Tudo já não é nada.&lt;br /&gt;Nada poderia ser tudo...&lt;br /&gt;Se você quisesse ser a minha amada.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, o que sobra é saudade.&lt;br /&gt;Coisas da vida&lt;br /&gt;Que me afastou da felicidade.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sou mais que isso.&lt;br /&gt;A força do sorriso&lt;br /&gt;Que me foi dado em certas manhãs.&lt;br /&gt;Queria ter enganado o meu coração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-690609556991586084?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/690609556991586084/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=690609556991586084' title='4 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/690609556991586084'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/690609556991586084'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/12/queria-enganar-o-meu-corao.html' title='Queria enganar o meu coração'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-70490370835750959</id><published>2007-12-22T17:24:00.000-08:00</published><updated>2007-12-22T17:29:45.086-08:00</updated><title type='text'>Ter coração</title><content type='html'>Ter coração não é pra qualquer um.&lt;br /&gt;É viver com emoção&lt;br /&gt;e não traçar caminho nenhum.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É ouvir os sentimentos&lt;br /&gt;com o olhar na razão.&lt;br /&gt;Aceitando o sofrimento&lt;br /&gt;que vem sem explicação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter coração é ser diferente.&lt;br /&gt;É construir a realidade da ilusão&lt;br /&gt;que acalma a gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;É perder-se em palavras não ditas&lt;br /&gt;quando deveriam ser ouvidas.&lt;br /&gt;Aceitando o calor da vida&lt;br /&gt;que se esvae em poucas medidas.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ter coração é amar.&lt;br /&gt;É se esforçar para ser o que somos&lt;br /&gt;e controlar o que nunca fomos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-70490370835750959?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/70490370835750959/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=70490370835750959' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/70490370835750959'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/70490370835750959'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/12/ter-corao.html' title='Ter coração'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3260776881340579447</id><published>2007-12-07T08:28:00.000-08:00</published><updated>2007-12-07T08:39:36.838-08:00</updated><title type='text'>Sem prazo de validade</title><content type='html'>Como nos velhos tempos..estou voltando a escrever poesia..Essa é simples, mas estou voltando..rá&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem prazo de validade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não adianta tentar me entender&lt;br /&gt;e nem tentar me sentir.&lt;br /&gt;Sou muito mais do que os seus olhos podem ver&lt;br /&gt;ou o que costumam dizer por aí.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um andarilho da vida&lt;br /&gt;que aprende a todo momento.&lt;br /&gt;Na força da batida&lt;br /&gt;de cada sentimento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Irônico, sarcástico,&lt;br /&gt;inofensivo ao máximo.&lt;br /&gt;Da pulsão que veio do coração&lt;br /&gt;onde nada é fantástico.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não me procure nas letras&lt;br /&gt;ou em simples gestos inesperados.&lt;br /&gt;Não espere que me supere&lt;br /&gt;por estar apaixonado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque sou o que sou&lt;br /&gt;e não o que querem que seja.&lt;br /&gt;E o que passou formou&lt;br /&gt;uma cicatriz em forma de centelha.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Resta, então, uma certeza:&lt;br /&gt;-A minha simplicidade vai além da sinceridade.&lt;br /&gt;Cultivo os sentimentos,&lt;br /&gt;porque estes não têm prazo de validade.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3260776881340579447?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3260776881340579447/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3260776881340579447' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3260776881340579447'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3260776881340579447'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/12/sem-prazo-de-validade.html' title='Sem prazo de validade'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-1488826945453955973</id><published>2007-11-14T13:47:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T13:53:39.522-08:00</updated><title type='text'>Para suavizar</title><content type='html'>Uma poesia do meu poeta favorito para suavizar. Talvez coloque mais poesias aqui depois..o poeta aqui ( creio eu que já fui um..rs) vai dar um tempo na escrita...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Além do entendimento&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A essa altura&lt;br /&gt;há coisas&lt;br /&gt;que (ainda)&lt;br /&gt;não entendo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por exemplo:&lt;br /&gt;o amor. Faz tempo&lt;br /&gt;que diante dele&lt;br /&gt;me desoriento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O amor é intempestivo&lt;br /&gt;eu sou lento.&lt;br /&gt;Quando ele sopra&lt;br /&gt;- estatelado-&lt;br /&gt;mais pareço&lt;br /&gt;um cata-vento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Affonso Romano de Sant'Anna&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-1488826945453955973?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/1488826945453955973/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=1488826945453955973' title='5 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1488826945453955973'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1488826945453955973'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/11/para-suavizar.html' title='Para suavizar'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-2273166651954804793</id><published>2007-11-14T12:53:00.000-08:00</published><updated>2007-11-14T13:17:40.083-08:00</updated><title type='text'>Ego e orgulho</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Eu queria saber porque a humanidade se resume a defeitos tão comezinhos como o ego e o orgulho...Ambos são, em minha opinião, a chave de vários problemas sociais. E nem me pergunte o porquê! Afinal, escrevo a partir da minha (repito minha, que é pessoal e passível de erro) observação diante dos ambientes em que vivo.&lt;br /&gt;Esses dois seres alimentam a vaidade de um em detrimento da personalidade do  outro. Não dão espaço a uma vida repleta de cumplicidade e de diálogos. No entanto, as pessoas costumam reclamar que estas qualidades faltam ao cidadão atual. Grande hipocrisia!&lt;br /&gt;Muita gente se acostuma a pisar na imagem do outro para alimentar a própria vaidade. "Sim..sou melhor do que ele, porque estou acima. "Fato comum em ambientes de trabalho. E a idéia desse texto surgiu após saber que o meu amigo foi avisado de sua demissão meses antes de terminar o seu trabalho.&lt;br /&gt;O pior é que haviam o avisado de que o emprego estava garantido. Falta de ética. Afinal, ela ainda existe? Mas o ego do contratante falou mais alto. "Tenho ele nas mãos!" Já o orgulho acompanha.."Posso fazer isso, porque estou mandando. Sou melhor do que ele. Afinal, ele precisa de mim."&lt;br /&gt;Entretanto, o que me incomoda demais é que essa doença chamada orgulho está se alastrando por aí. E, quem não a tem tão grave quanto o Ego inflamado, sofre demais. Por isso,  esse é o primeiro texto que faço questão de não terminar...Acho que ainda acredito em muitas coisas que não existem mais. Adeus sentimentos e boa sorte amigo.....que mundo néscio...queria apenas que o ser das pessoas valessem mais..acho que pedi demais para o vão...só existe por aí..ego e orgulho..&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-2273166651954804793?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/2273166651954804793/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=2273166651954804793' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2273166651954804793'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2273166651954804793'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/11/ego-e-orgulho.html' title='Ego e orgulho'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-367376856360827926</id><published>2007-11-11T15:20:00.000-08:00</published><updated>2007-11-11T15:21:54.604-08:00</updated><title type='text'>Para um amigo..Grande Will</title><content type='html'>Dessa vez vou fazer diferente. Vou colocar aqui um dos textos mais profundos que já li. O texto abaixo é de um amigo que prezo muito e que tem um futuro enorme quanto aos estudos teológicos. Foi escrito na oficina do grupo de filosofia do qual participo como coordenador. E quem sabe um dia consiga driblar de vez os obstáculos da vida que impedem que o grupo se consolide. No entanto, posto aqui o texto que me fez repensar alguns conceitos sobre a fé em nossos dias.&lt;br /&gt;Obs.: Ah, uma última observação: O texto ainda não foi terminado, porque o autor havia desistido de continuar. Mas espero que ele se anime com essa minha ousadia aqui...rs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A inutilidade inerente da Deidade&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Will, Marcelo de Souza&lt;br /&gt;Grupo de Filosofia Arqué (GFA)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enquanto vorazmente a teologia da prosperidade propalava suas façanhas, deliberei questionar sua fundamentação teológica. A idéia de que Deus era somente uma coisa – como subentendia seus porta-vozes ao reduzir o conceito de Deus a meras palavras mágicas- conturbou-me.&lt;br /&gt;Aprofundando meus conhecimentos de teologia e filosofia, tive a oportunidade de conhecer um texto que tratava sobre o valor da inutilidade. Este tão sublime capítulo do livro “O mundo precisa de filosofia”, de Eduardo Prado de Mendonça, corroborou minha repulsa a todo tipo de mercantilismo e imediatismo pseudo-cristão que grassa em muitas comunidades cristãs, principalmente entre evangélicos. Sua abordagem ética, conduziu-me a uma ilação, de que apesar de Deus tudo fazer por nós, e de como ele se faz útil por meio de seus messias redentor, ele é eternamente inútil intrinsecamente.  Ou seja, ele tem o fim em si mesmo. Não é inútil pejorativamente – sem finalidade alguma como dizem as letras sagradas:&lt;br /&gt;Adorai ao senhor na beleza da sua santidade.&lt;br /&gt;Óbvio que não fiz uma descoberta, mas quero fazer um apocalipse do Deus morto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-367376856360827926?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/367376856360827926/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=367376856360827926' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/367376856360827926'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/367376856360827926'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/11/para-um-amigogrande-will.html' title='Para um amigo..Grande Will'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6806698570457107111</id><published>2007-11-03T15:05:00.000-07:00</published><updated>2007-11-03T15:09:08.142-07:00</updated><title type='text'>A simples contradição da Vida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Não consigo entender porque as pessoas insistem em complicar a vida. Ela já é muito complicada e ficar inventando histórias não leva ninguém a nada. Posição que parece muito contraditória para um escritor como eu. Mas quem sabe o que é cem por cento certo na vida?&lt;br /&gt;Escrevo para extravasar no atual momento em que me encontro. No entanto, tudo parece fugir dos trilhos quando tento simplificar os meus sentimentos. Parece-me que ninguém mais valoriza o que prezo e me cobra o que está muito claro, ultimamente, nas minhas palavras.&lt;br /&gt;Claro que isso é muito difícil e já passei grande parte da minha vida procurando esclarecer os mal-entendidos proporcionados pelo mal uso da escrita. Devia ter deixado pra lá, embora tenha aprendido com pessoas valiosas o quanto tudo pode ser vivido da forma mais agradável e singela.&lt;br /&gt;Só não entendo depois, o porquê dessas mesmas pessoas quererem de volta um entendimento de seus atos por minha parte. Não vivo pra entender ninguém e prefiro sentí-los.&lt;br /&gt;Essa idéia surgiu da conversa que tive com o meu amigo sobre o meu modo de viver estar atrelado ao meu modo de pensar e de escrever. Isso me pareceu perigoso, mas hoje vejo que aprendi demais com cada um.&lt;br /&gt;Por isso, vou romper (pela primeira vez) a fronteira do literário. Quero revelar que podemos simplificar nossos sentimentos nesse mundo complexo de letras contraditórias.&lt;br /&gt;Viver é aprender com quem convivemos, mesmos que esses não estejam dispostos para aceitar isso. O que penso, escrevo ou falo sempre surgiu de mim e não do olhar que todos apontavam para mim. Isso também é complexo, mas faz parte da minha reflexão que só vale para o meu crescimento, enquanto ser humano.&lt;br /&gt;Há anos que aprendi a planejar os meus sonhos e tentar traçar disciplinas com o meu irmão Pablo. E o que ganhei em troca? Só cobranças e reclamações. Até mesmo quando revelei a ele a minha admiração por sua pessoa. Queria ter o mínimo de disciplina que ele tem para poder organizar todos os meus planos.&lt;br /&gt;Já o Fábio, amigo de longa data, com quem reatei amizade ontem, aprendi a dureza da vida e o quanto podemos aprender com os atos do nosso cotidiano. A maioria de meus textos e outros insights sempre saíram de nossas profícuas conversas sobre os erros e os acerto que cometemos durante a nossa caminhada.&lt;br /&gt;Ouço a chuva lá fora e a tristeza tenta me corroer por dentro. Mesmo assim, procuro escrever para fixar todas as experiências que vivi. Ainda que isso aqui esteja menos literário do que outra coisa, acredito no bem que uma homenagem aos nossos entes queridos possa trazer agora.&lt;br /&gt;Até porque a felicidade sempre foi algo efêmero que buscamos a todo momento. E que, na verdade, a nossa exigência com tudo pode nos afastar do que queremos. Embora sempre tenha optado pela qualidade na escolha de quem deveria me acompanhar até o fechar dos olhos.&lt;br /&gt;Então, chamam-me de exagerado como o grande poeta Cazuza, mas esquecem de que a própria concepção de exagero não imposta pelo estilo de vida do grande cantor. Cazuza sempre foi reconhecido pelo seu jeito espontâneo, apesar de tumultuado, de viver.&lt;br /&gt;Aí, quando tento dizer o que penso sem ferir ninguém, sou taxado de chato. É possível de entender? Tenho certeza que não. Mas me parece que as pessoas acham muito estranho o simples.&lt;br /&gt;Acho que o meu erro é ser escritor. Talvez devesse aceitar a proposta de um amigo para dar aula em Manaus e sumir da vida de todos que amo. Drama? Queria que fosse. Afinal, poderia apagar tudo facilmente se nada estivesse além da escrita.&lt;br /&gt;O que me importa é que todos possam refletir sobre a complexidade da vida ao invés de complicá-la todos os dias. É só seguir a cartilha do coração. E essa já existe muito antes de eu nascer.&lt;br /&gt;Por isso, se não esquecemos alguém é porque ainda o prezamos de alguma forma. Se for amor então, isso significa que essa pessoa tem um lugar enterno no órgão mais poderoso do homem. Daí não podermos brincar com as palavras, como fiz agora, do mesmo jeito com o que sentimos.&lt;br /&gt;Amor não se explica, se sente. O mesmo acontece qualquer sentimento. Afinal, todos são intangíveis e a língua portuguesa chama-os de substantivos abstratos. Só pela abstração, aquilo que retiramos da realidade, podemos percebê-los.&lt;br /&gt;E só ele..o amor..pode mudar a Humanidade. Pena que isso pareça utópico e ninguém mais parece acreditar. Teve um professor uma vez que me ridicularizou ao saber que ainda acredito “nisso”, nas palavras dele.&lt;br /&gt;Assim, evito ao máximo nomear o que sinto por não acreditar que só palavras consigam expressar. Mas não tenho o menor pudor de dizer o que sinto para quem gosto ou amo, tomada as devidas proporções.&lt;br /&gt;Minha juventude não foi feita de vários “eu te amos”, como tenho visto por aí. Entretanto, em momento algum parei para ridicularizar a moda das frases amorosas. Amar é saber respeitar o outro, mesmo nas situações difícieis. É saber reconhecer os próprios erros e aprender com o Outro a cada dia.&lt;br /&gt;Mas sempre tem um mas, pois as pessoas são seres e não coisas a serem detalhadamente interpretáveis. E quando são tratadas como humanos, parecem recusar à própria natureza. Essa sim é a minha maior tristeza.&lt;br /&gt;Sigo o meu caminho sem saber o que fazer mais, além de “virar a outra face” e de agradecer todos os dias por ter conhecido pessoas maravilhosas em todos esses anos de vida. Entretanto, não posso terminar esse texto sem falar de uma pessoa que me ajudar a entender melhor o que é incompreensível.&lt;br /&gt;A &lt;strong&gt;Carolina&lt;/strong&gt;, sim digo aqui o seu nome, fez-me ver o quanto podemos alcançar a vida de forma sincera e humana. E olha que já conheci muita gente por aí. Não sei o que ela vai pensar quando ler essa mensagem , mas isso não me importa mais. Como disse anteriormente, sempre me importou o que sinto por quem amo.&lt;br /&gt;Já errei demais com ela e sei o quanto aprendi com o seu jeito simples de não complicar nada. Mas o que fazer quando tudo gira ao contrário? Não sei. Só sei que sinto uma garoa tão agradável quando lembro de seu sorriso, do seu olhar ou até das suas broncas.&lt;br /&gt;E o que vão falar, então, sobre esse texto? Não me importa. A vida é muito mais do escrevo, mas não aceito que as pessoas insistam em desvalorizá-la com o uso de palavras comuns. Essa é a maior e melhor contradição que devemos aprender. Cada um sabe o que guarda em seu coração para que possa cuidar do seu eterno jardim chamado alma. Então, viva leitor. Aceite os seus sentimentos, porque estou pronto da recebê-los como crítica ou não. A vida é simples contradição.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6806698570457107111?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6806698570457107111/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6806698570457107111' title='4 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6806698570457107111'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6806698570457107111'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/11/simples-contradio-da-vida.html' title='A simples contradição da Vida'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3276758038232700500</id><published>2007-10-31T13:02:00.000-07:00</published><updated>2007-11-01T14:55:37.248-07:00</updated><title type='text'>A dialéctica da escrita</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;As palavras estão voltando mais tímidas do que eu. Quem diria...Hoje, vivo um momento de leitura e de oralidade que se afasta demais da minha origem na linguagem escrita. Isso me faz refletir sobre o meu processo de criação poética. Este sempre esteve, de alguma forma, entrelaçado com a formação da minha personalidade.&lt;br /&gt;Não entendo, porém, o que acontece quando o jovem poeta começa a escrever...Parece que estou longe do que acreditava ser real e viver no mundo realmente abstrato. O que de certa forma mostra o quanto podemos nos enganar com o domínio de vocábulos.&lt;br /&gt;Pois as palavras sinceras não são as que sempre queremos ouvir e sim, aquelas que ouvimos sem querer.  Fato simples para a vida humana que costuma ser complicado por todos nós. Quem diria..somos assim. Reclamamos tanto desses seres lingüísticos que nem percebemos o quanto os amamos.&lt;br /&gt;Até o silêncio parece procurá-las intimamente. Por isso, podemos sofrer calados com um grupo desses dançando em nossas gargantas. Tudo orquestrado no ritmo da vida. Como o prenúncio de um espetáculo vozeado por sentimentos não verbais. Talvez nenhum Saussure possa entender a grandiosidade dessa imbricação.&lt;br /&gt;Muitos poetas se iludem com tal perplexidade e são críticos de si mesmos. Afinal, ainda quero ver uma pessoa sair ilesa do eterno embate com as letras. Mas o meu otimismo sempre se sustentou na possilidade de suavizar esse confronto com o léxico da alma. Aquele que surgiu de palavras provenientes do coração.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3276758038232700500?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3276758038232700500/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3276758038232700500' title='2 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3276758038232700500'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3276758038232700500'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/10/as-palavras-esto-voltando-mais-tmidas.html' title='A dialéctica da escrita'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-8965369585787915674</id><published>2007-10-28T14:38:00.000-07:00</published><updated>2007-10-28T14:41:26.123-07:00</updated><title type='text'></title><content type='html'>Uma música q ouvi nesses dias que me chamou a atenção.....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ana Carolina - Quem de Nós Dois&lt;br /&gt;Eu e você&lt;br /&gt;Não é assim tão complicado&lt;br /&gt;Não é difícil perceber&lt;br /&gt;Quem de nós dois&lt;br /&gt;Vai dizer que é impossível&lt;br /&gt;O amor acontecer&lt;br /&gt;Se eu disser que já nem sinto nada&lt;br /&gt;Que a estrada sem você é mais segura&lt;br /&gt;Eu sei você vai rir da minha cara&lt;br /&gt;Eu já conheço o teu sorriso, leio teu olhar&lt;br /&gt;Teu sorriso é só disfarce&lt;br /&gt;E eu já nem preciso&lt;br /&gt;Sinto dizer&lt;br /&gt;Que amo mesmo, tá ruim pra disfarçar&lt;br /&gt;Entre nós dois&lt;br /&gt;Não cabe mais nenhum segredo&lt;br /&gt;Além do que já combinamos&lt;br /&gt;No vão das coisas que a gente disse&lt;br /&gt;Não cabe mais sermos somente amigos&lt;br /&gt;E quando eu falo que eu já nem quero&lt;br /&gt;A frase fica pelo avesso&lt;br /&gt;Meio na contra-mão&lt;br /&gt;E quando finjo que esqueço&lt;br /&gt;Eu não esqueci nada&lt;br /&gt;E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais&lt;br /&gt;E te perder de vista assim é ruim demais&lt;br /&gt;E é por isso que atravesso o teu futuro&lt;br /&gt;E faço das lembranças um lugar seguro&lt;br /&gt;Não é que eu queira reviver nenhum passado&lt;br /&gt;Nem revirar um sentimento revirado&lt;br /&gt;Mas toda vez que eu procuro uma saída&lt;br /&gt;Acabo entrando sem querer na tua vida&lt;br /&gt;Eu procurei qualquer desculpa pra não te encarar&lt;br /&gt;Pra não dizer de novo e sempre a mesma coisa&lt;br /&gt;Falar só por falar&lt;br /&gt;Que eu já não tô nem aí pra essa conversa&lt;br /&gt;Que a história de nós dois não me interessa&lt;br /&gt;Se eu tento esconder meias verdades&lt;br /&gt;Você conhece o meu sorriso&lt;br /&gt;Leu no meu olhar&lt;br /&gt;Meu sorriso é só disfarce&lt;br /&gt;Por que eu já nem preciso&lt;br /&gt;E cada vez que eu fujo, eu me aproximo mais . . .&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-8965369585787915674?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/8965369585787915674/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=8965369585787915674' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8965369585787915674'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/8965369585787915674'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/10/uma-msica-q-ouvi-nesses-dias-que-me.html' title=''/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-4206070035494009683</id><published>2007-10-18T14:30:00.000-07:00</published><updated>2007-10-18T14:59:17.243-07:00</updated><title type='text'>Maldito tempo!</title><content type='html'>O tempo é um maldito! Talvez tenha sido a minha maior descoberta durante os anos de experiência vivida. Pois só um ser invisível pode anular a capacidade do homem de "ser humano". Idéia que desenvolvi após uma conversa com um amigo na faculdade. E, apesar de me enveredar pelos estudos lingüísticos, adquiri um asco enorme pela abstração humana.&lt;br /&gt;Mas sobrou mesmo para o tempo. "Zeit" em alemão, embora isso não venha ao caso. Afinal, é pelas digressões que alcançamos os vis abstratos. Esses seres tão cruéis que deveriam sempre levar a culpa pela estultíce do homem.&lt;br /&gt;Aí vem o tempo. Convencionado, criado e manipulado pela Sociedade. Verdade? Não sei. Só sei que os minutos, em que escrevo esse texto, passam por um turbilhão de lembranças e de experiências seculares. Por favor, matem os físicos que acreditaram, em algum momento, na precisão do tempo! Entretanto, são felizes por não precisarem, atualmente, de poesia.&lt;br /&gt;Houve um momento na história em que alguns cientistas usavam da melodia dos escritos latinos para exporem as suas descobertas. Veja, então, no que aconteceu com a gente! Somos, impulsionados, a cada milésimo de segundo, por uma nova descoberta prosaica.&lt;br /&gt;Percurso natural do gênero poético que, em vários momentos literários, abriu o seu espaço para a prosa. Embora os estudos literários nunca serem precisos como o tempo. Desconfio muito de quem consegue diferenciar o romantismo do modernismo e esquecer a distância existente entre os modernos e os românticos. Mas tudo é culpa do tempo em que alguém possa disfrutar de horas de leitura.&lt;br /&gt;Ter tempo significa não tê-lo. Mas isso é muito prejudicial para o óscio criativo. Outro ser que não pode ser visto ou medido. Abaixo à abstração e à ignorância de nosso tempo. Boa época aquela do latim em que "time wasn't money" e sim, "Veritatem aperit dies". Enfim, não se preocupava em ser medido com a revelação de uma verdade indefinida. Mas aí precisaria de tempo para essa outra história.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-4206070035494009683?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/4206070035494009683/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=4206070035494009683' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/4206070035494009683'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/4206070035494009683'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/10/maldito-tempo.html' title='Maldito tempo!'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-1313893714474829490</id><published>2007-08-29T14:44:00.000-07:00</published><updated>2007-09-06T13:55:57.515-07:00</updated><title type='text'>Diferente diferente de (in)diferente</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Hoje, fiquei pensando em tudo que escrevi e tudo o que a vida me revelou durante essa longe caminhada. Não pude conter a tristeza diante das conclusões que tirei. Apesar das mudanças válidas que me mostraram o que é felicidade. Essa senhora abusada que insiste em me escapar. Não sei, mas acho que o meu destino é viver sozinho mesmo.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;O meu otimismo é considerado pessimismo nesse mundo que ignora tudo o que é simples e verdadeiro. Sou chamado de reclamão por tentar extrair o melhor de quem amo. Ah..e isso também é outro fato. Sou otário por acreditar que existe AMOR e não PAIXÃO. "Que coisa antiqüada", disse-me um amigo certa vez.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;É..acho que ele acertou. Fiquei velho demais para os meus amigos, porque não existem mais os valores que aprendi. Claro, o mundo é outro, mas onde estão os bons sentimentos? Não sei. Na verdade, nem sei mais o que é bom. &lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Um escritor, professor ou um cara sonhador são vistos como adjetivos  pejorativos à minha pessoa. Mal visto porque as minhas características são apagadas e resumidas a auto-ajuda. Mas o que posso fazer, se eles mesmos não se ajudam?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;E as perguntas aparecem em profusão na minha cabeça que apenas tenta entender o Outro. Seja amigo ou não, considero todos que ocupam um lugar nesse Universo chamado Vida. Queria, no entanto, ser esnobe, cruel, fofoqueiro, escroto, um mané e não ter compromisso nenhum com as pessoas com quem convivo. Mas querer não é ser. Afinal, um Homem não se torna Homem, ele nasce Homem.&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;Certo, ou errado, não meço palavras para dizer o que sinto. Por isso, as palavras me acompanham e não as obrigo a nada. Ter consciência da imperfeição de tudo (até mesmo desse texto escrito) é uma dádiva que se adquire com o tempo. Aí me vêm sonhos estranhos em que não faço parte desse mundo, tentando descobrir se eles sentirão a minha falta. Eles quem?&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt;A minha família, os meus amigos e a minha amada ou todos aqueles que poderiam não menosprezar o meu "Ser". Chame isso de drama, ou do que quiser, mas, como diria um amigo, o mundo é mau! Isso parecia uma birra infantil, enquanto ouvia dele, mas os dias têm mostrado o fato. Não o verdadeiro porque a sinceridade é uma de minhas "piores" características, tirando o conteúdo desse texto que, de maneira hipócrita, será chamado de pessoal por muita gente.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Somos ensinados a mentir para sociedade o tempo todo e, quando encaramos a realidade com autenticidade, somos excluídos de tudo. Sim, se quiser aceitar a pífia opinião de que isso é puro desabafo, aceite. E se quiser criticar mais quanto à minha escrita, faça..Ele escrevia melhor... Tá, siga em frente.  Tenho certeza de que esse mundo não é individualista como dizem. Há, entretanto, uma coletividade burra que segue falsos interesses individuais. Pois o individual é diferente (não o [in]diferente) e não se deixa levar pelo fluxo mesquinho da Realidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;pre&gt;"E não adianta nem me procurar&lt;br /&gt;Em outros timbres, outros risos&lt;br /&gt;Eu estava aqui o tempo todo&lt;br /&gt;Só você não viu"&lt;br /&gt;&lt;/pre&gt;&lt;br /&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-1313893714474829490?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/1313893714474829490/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=1313893714474829490' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1313893714474829490'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1313893714474829490'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/08/diferente-diferente-de-indiferente.html' title='Diferente diferente de (in)diferente'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-9211689663892528162</id><published>2007-08-22T14:49:00.000-07:00</published><updated>2007-08-22T14:50:37.412-07:00</updated><title type='text'>Um post de silêncio!</title><content type='html'>&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-9211689663892528162?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/9211689663892528162/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=9211689663892528162' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/9211689663892528162'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/9211689663892528162'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/08/um-post-de-silncio.html' title='Um post de silêncio!'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6192718086008356559</id><published>2007-08-15T14:34:00.000-07:00</published><updated>2007-08-15T15:19:46.370-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Crônicas: Martin e o espelho (Parte 2): Anteparo</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Aquele reflexo era complexo. Não permitia um amplexo no que não foi convexo pela intromissão do anteparo. Esse obstáculo que ganhou um nome bonito a partir da física. Ciência feia que nomeia o que sempre existiu naturalmente. E entre Martin e o espelho havia alguém que destruía qualquer possibilidade daquele encontro.&lt;br /&gt;Assim, os raios do acaso tornaram-se divergentes quando refletiram no anteparo. E era esse empecilho que atingiu o espelho, objeto ingênuo e flexível. As pessoas costumam não reparar nesse detalhe. Nem sempre um reflexo constrói-se sem intervenção de algo. No entanto, na maioria das vezes, há o intuito de que o espelho seja enganado por uma imagem artificial que lhe agrade.&lt;br /&gt;É assim que os narcisistas se realizam. Enganam o espelho para que a imagem proliferada seja lhe devolvida. O que, geralmente, revela a capacidade de que cada um tem de se enganar. Por isso, a autenticidade é dolorosa. E Martin nunca quis tripudiar com o espelho. Sua sanha, então, era direcionada àquela parede que impedia o olhar sincero do seu ser de adoração.&lt;br /&gt;Mas adorar não é amar, é muito mais. Até porque amar a si mesmo pode ser um fator negativo como o narcisistas não gostam de assumir. Já  a admiração eleva o ser humano. Admirar-se, então, é um ato raro hoje em dia. Diria em uma sentença: - Quem admira a si mesmo é capaz de admirar ao outro.&lt;br /&gt;Quanta vezes nos engrandecemos com aquela professora ou aquela pessoa que admirávamos? Não precisaríamos responder a essa interrogação, mas sabemos que o aprendizado com quem convivemos nos elevaria ainda mais do que uma paixão. Por isso, nunca atrevi a explicar o Amor. Esse sentimento que pode ser vilão ou herói no contexto em que acontece. Ainda mais, se um anteparo estiver no meio do caminho como uma pedra que poluiu o valor da admiração.&lt;br /&gt;Um amor impedido é muito mais funesto do que o não-correspondido. E lá estava Martin..entre um anteparo e o espelho.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6192718086008356559?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6192718086008356559/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6192718086008356559' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6192718086008356559'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6192718086008356559'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/08/ciclo-de-crnicas-martin-e-o-espelho_15.html' title='Ciclo de Crônicas: Martin e o espelho (Parte 2): Anteparo'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-1391758951522790248</id><published>2007-08-06T15:29:00.000-07:00</published><updated>2007-08-07T14:52:47.779-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Crônicas: Martin e o espelho (Parte 1)</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;E lá estava Martin. De frente ao espelho. Viveu toda a vida às próprias custas e sempre teve força para ajudar aos Outros. Mas aquele momento foi crucial pra ele. Num momento inesperado, reconheceu a sua imagem naquele espelho. Sua memória estacou como  nunca havia acontecido antes. Descobriu, então, que a sua exagerada segurança o afastava de seu cotidiano. A Realidade e a Fantasia se encontraram na velocidade da luz.&lt;br /&gt;Chovia dentro dele. Entretanto, as lágrimas ficaram guardadas para o dia da aurora. O dia em que o espelho o reconhecesse como a parte faltante. E essa podia ser riscada, polida, ou seja, nunca perfeita. Por isso que Martin, aquele menino eternamente corajoso, estava com medo. Era a primeira vez que sentia a necessidade de ajuda. O seu coração, afinal, sempre pareceu forte diante de quem amava.&lt;br /&gt;Mas aquele encontro foi diferente. As ânsias não eram sobrepostas e compartilhavam de um olhar sinceramente ingênuo. Ambos não queriam aquele encontro de sentimentos. O Acaso quis. Um  reflexo natural do que sempre existiu. E o olhar naquele momento era o alimento para a alma.&lt;br /&gt;O sol nasceu com vigor para além das conversas, que nunca se esgotavam. Então, Martin se calava para que a dor em seu peito não aumentasse mais. O sofrimento, diria talvez Schopenhauer, pode levar o homem à mais alta consciência da verdadeira felicidade. Mas aquele encontro não se reduz a esse texto. Só Martin e o espelho sabem o que sentem. De resto,  é simples registro para esse blog.&lt;br /&gt;Poderão dizer várias coisas sobre esse fato, porém não podemos medir a felicidade daquele encontro tão inesperadamente esperado.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-1391758951522790248?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/1391758951522790248/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=1391758951522790248' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1391758951522790248'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1391758951522790248'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/08/ciclo-de-crnicas-martin-e-o-espelho.html' title='Ciclo de Crônicas: Martin e o espelho (Parte 1)'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-2027572248927388553</id><published>2007-08-04T11:23:00.000-07:00</published><updated>2007-08-04T11:27:12.953-07:00</updated><title type='text'>Autocobrança</title><content type='html'>Não..não posso escrever ainda.. Afinal, parece que o mundo girou no momento em que tentei ser honesto com os meus sentimentos. A sociedade é assim.. Fala um não que parece um sim e um sim que parece um não. Depois sou eu que sou complicado. Mas fazer o quê? Daqui a pouco vou ser exigido até por ficar em silêncio....Logo eu que não cobro nada de ninguém, a não ser de mim mesmo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-2027572248927388553?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/2027572248927388553/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=2027572248927388553' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2027572248927388553'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/2027572248927388553'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/08/autocobrana.html' title='Autocobrança'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-7708205676611614272</id><published>2007-07-30T09:53:00.000-07:00</published><updated>2007-07-31T19:32:06.397-07:00</updated><title type='text'>Um monólogo solitário Universal</title><content type='html'>Dou início a esse monólogo com a minha mente em espiral. Não consigo saber porque certas coisas acontecem comigo no meio do Universo em que vivo. A escrita é um abrigo de idéias quase compartilhadas. Isso porque estou longe de entender o porquê desse amor que tomou o meu coração. A minha segura solidão não se segura em sentimentos vazios.&lt;br /&gt;E o Universo virou ao contrário no momento em que o Amor começou a ser desvalorizado. De minha parte, observo com ênfase no que os meus sentimentos querem me dizer. Mas, geralmente, não posso ouví-los em meio à tantas vozes que se misturam na efemeridade da vida.&lt;br /&gt;Não renego o que sinto, mas sou renegado. Por quê? Questão que assola um eu fundamentado na Verdade. De certo, a mentira passou a ser mais valiosa. Mesmo assim, não consigo enganar o meu coração. E essa travessura tornou-se comum no nosso cotidiano.Todos preferem se enganar, porque se iludem com a Realidade.&lt;br /&gt;Claro que os sonhos são necessários. No entanto, eles devem ter origem em nós mesmos. Ouvir o Outro, então, faz parte desse longo monólogo da vida. E este traz um sofrimento que, um dia, se tornará felicidade. Um sentimento puro que cresceu gradativamente no convívio com quem amamos. Dessa forma, torno-me Pessoa ao construir a minha personalidade naquilo que sempre chamei de "Uno não individual".&lt;br /&gt;Quem me lê, agora, "nesse presente momento", não entenderá o que digo, embora viva um experiência verdadeira. E a Verdade machuca até quando ela nos favorece.&lt;br /&gt;Ich liebe dich, Je t'aime, I love you, Te quiero e eu te amo. Não importa a língua, mas aprendi que essa frase não pode ser dita em vão. Seja pra quem for, o Amor deve ser encarado como a conjunção da vida. E quando revelado com sentimento puro, ele nem precisa ser traduzido. Afinal, uma declaração amorosa é aprendida mais rápido do que qualquer sentença lingüística.&lt;br /&gt;Porém, cada um sabe o jeito de amar e de "se" amar. Isso é viver com sabedoria nessa coletividade individual em que vivemos. Acredito que esse monólogo, então, inverta essa ordem soberba que não adquire a cumplicidade.&lt;br /&gt;Amar-se conscientemente é amar ao Outro, com honestidade, inconscientemente. No jogo de palavras que revela o quanto o sentimento não se expressa por sinais gráficos fúteis. Se escrevo, agora, é porquê me preocupo com o que sinto por amar. Alcanço o Universo, porque o príncipio verdadeiro nunca foi o verbo. Mas, sim, como ele foi conjugado.&lt;br /&gt;Sinto-me triste quando não acreditam em mim. Nunca podemos deixar de acreditar no pouco que o Outro tem a nos oferecer. E a reciprocidade perdeu o seu valor em nossos dias. O mundo está perdido, embora ainda haja esperança de que alguém entenda esse monólogo coletivo. Solitário, abraço a minha luta por um novo dia. Afinal, é o que me resta por nascer de sentimentos verdadeiros.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-7708205676611614272?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/7708205676611614272/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=7708205676611614272' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/7708205676611614272'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/7708205676611614272'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/07/um-monlogo-solitrio-universal.html' title='Um monólogo solitário Universal'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-5523974383934742881</id><published>2007-06-26T14:52:00.000-07:00</published><updated>2007-06-26T15:21:31.855-07:00</updated><title type='text'>O Desabafo</title><content type='html'>Bom...&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt;"precisava"&lt;/span&gt;&lt;span style="font-weight: bold; font-style: italic;"&gt; &lt;/span&gt;escrever. Não gosto de fazer isso, porque o meu texto parece puro desabafo. E, infelizmente, é! Não que esse tipo de literatura seja inferior, mas ele fica igual a um monte de blog  que existe por aí. Nunca pensei que fosse escrever dessa maneira, embora muitos textos meus tenham sido reduzidos a isso. Para mim, desabafar vai muito além da ferida de orgulho de que tantas pessoas prezam cegamente hoje em dia. Se olharmos a postagem anterior, em que coloquei a notícia do jornal de hoje, constataremos a hipótese. Aqui chego a outro ponto... Gostaria de saber, também, porque muitos se incomodam com as minhas ingênuas conjecturas. Atualmente, uma opinião não tem valor sozinha. O motivo? Não sei.Talvez saiba, mas não possa dizer. Sofro mais pela mordaça hipócrita da Sociedade do que pelas críticas ao que falo ou escrevo. Se não gosta, fala logo! Ou deixe comentário no meu blog...mas não. Aquele velho cinismo ganha força no "sorrizinho", na piadinha. Pô..deixa pra lá..porque vou escrever mesmo. Depois tentam me calar com o papo do desabafo. Quem não demonstra o que sente, pode esconder o que realmente pensa. Se segura no orgulho como um escudo que o afasta da realidade. O Carpe diem ficou no passado. Somos filhos da Ironia. Afinal, qual país teria orgulho após saber que ficou dominado pela corrupção e pela violência? Restou, então, "apenas" o desabafo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-5523974383934742881?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/5523974383934742881/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=5523974383934742881' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/5523974383934742881'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/5523974383934742881'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/06/o-desabafo.html' title='O Desabafo'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6891040940621466338</id><published>2007-06-26T10:21:00.000-07:00</published><updated>2007-06-26T10:24:34.466-07:00</updated><title type='text'>Como assim? Jogo dos erros..</title><content type='html'>Saiu no Jornal O dia:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;CNT/SENSUS&lt;br /&gt;Corrupção e violência são o que mais dão vergonha ao brasileiro&lt;br /&gt;Pesquisa revela, porém, que 91,1% dos entrevistados têm orgulho de ser brasileiro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;» Para 52,2%, Lula sabia dos crimes de Vavá &lt;br /&gt;» Avaliação de Lula cai 2 pontos e vai para 47,5%&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tente entender o que há de errado nessa notícia! Só espero que o seu "orgulho" não atrapalhe..hehe&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6891040940621466338?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6891040940621466338/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6891040940621466338' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6891040940621466338'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6891040940621466338'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/06/como-assim-jogo-dos-erros.html' title='Como assim? Jogo dos erros..'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3438963245209450332</id><published>2007-06-16T18:15:00.000-07:00</published><updated>2007-06-16T18:16:55.958-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Crônicas (fim do primeiro ciclo): Conversa de Bar: Até a próxima conversa, leitor?</title><content type='html'>Fausto fechava o Bar. Todos foram se retirando, mas o dono falou:&lt;br /&gt;— Voltem amanhã! — Olhou para mim, então. — E você ? Não fala nada? Ficou escrevendo tudo e nem deu uma opinião. Quando quiser participar da conversa, pode falar. — Fausto não sabia o meu objetivo. Para ele, era apenas um homem a registrar os fatos. Doeu muito no meu coração quando percebi isso. Aquela conversa tão rica foi por água a baixo por causa da desistência de um integrante: O Rui. Tenho visto as pessoas não acreditarem em si mesmas.&lt;br /&gt;Esse é o objetivo da minha escrita. Não me importa o que achem dela, mas  prefiro que os leitores se descubram ao me ler. Felipe, João, Rui e Fausto deveriam entender que o racional é apenas metade da vida. E ser irracional, em alguns momentos, é acreditar que podemos mudar o curso dos acontecimentos. Basta que acreditemos no que o nosso coração diz.&lt;br /&gt;Claro que isso nos induz mais fácil ao erro em nossas ações, mas todo ser humano é imperfeito por natureza. Daí procurarmos ansiosamente a perfeição. A parte que nos completa em qualquer ocasião. Seja no trabalho, na vida amorosa ou social.&lt;br /&gt;Quem diz que não tem controle sobre o que faz ou diz, se engana completamente. O inconsciente dita as normas de nossa vida e ele luta constantemente com a nossa consciência. Embora acredite que racionalizar tudo seja o defeito mais grave a ser cometido. É nesse parodoxo que nos construímos.&lt;br /&gt;Por isso, uma conversa de bar consegue dizer muito mais, sobre o que vivemos, do que um texto literário. Arrisquei-me a “registrar” aqueles momentos porque eles demonstram o quanto o ser humano anda desacreditado.&lt;br /&gt;O quanto a nossa sociedade é cruel e destrói o sonho. Assim, falar de coisas simples virou tabu. Essas são apenas coisas mínimas que não são ampliadas pelo horizonte da crença.&lt;br /&gt;Acredito naqueles homens que decidiram falar sobre as mulheres, o amor e o destino sem perceberem. Não perceberam que fizeram a Roda da Vida girar. Do ceticismo do experiente João ao romantismo extremo de Rui, todos não tem “Razão”. Mas merecem respeito. Logo, estava lá para respeitá-los e taí outro comportamento extinto em nossa Sociedade.&lt;br /&gt;O que vale é o complexo, o imperfeito, aquilo que foi planejado por muitos (pela falsa coletividade). Se Rui fosse aceito pelos amigos da Clara, ele não estaria sozinho. Se Felipe acreditasse mais em seus sonhos, não amaria alguém que está tão longe dele agora. Se João esquecesse o passado de decepções, buscaria um novo amor com menos rancor. E, por fim, se Fausto acreditasse em seu potencial, estaria no comando de uma Universidade importante hoje. Afinal, ele foi formado em Medicina, em Letras Clássicas e Filosofia.&lt;br /&gt;Todos tiveram algo em comum. Sofreram com desilusões ininterruptas que afetaram o poder de suas crenças. Isso nos move. Não sou perfeito também, mas tento, todos os dias, ser dinânimo. Poderia até me arriscar a dizer que essa palavra tem a ver com ânimo, embora precise pesquisar para fundamentar o que digo e para que aceitem a minha opinião.&lt;br /&gt;Estranho isso né? Sempre precisamos pôr o que sentimos numa fôrma que deve ser aceita pela sociedade. Pensei nisso quando desenvolvi um trabalho com um grupo da minha faculdade. Aprendi com a verdadeira coletividade. Conversei com os outros e troquei o que pensava sobre a linguagem. O mesmo fizeram os homens destemidos no Bar.&lt;br /&gt;As frases deles não são ouvidas pelo conhecimento divulgado e distribuído socialmente. Mas nunca esquecerei certas lições de vida como:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O amor é um sentimento abstrato que precisa se concretizar a dois.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; “OU SEJA, quando amamos alguém, devemos buscar a harmonia, o que é perfeito, porque todos nós somos imperfeitos.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Às vezes, até próximos, podemos ficar distantes.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Hoje a verdade não existe  mais. Não comemoramos nem o dia da mentira mais.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“Os jovens se acostumaram a amar pela metade.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“—Sou honesto com os meus sentimentos. Posso ser massacrado por ser assim? Por que não tentar conhecer alguém que lhe encanta por gestos mínimos? Porque a Vida de verdade se realiza quando entendemos que a simplicidade é a mãe da felicidade.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“—Pode fazer o que quiser, você ainda tem muito a “desaprender”. O ódio também é um tipo de amor.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“—Vejo que vocês não viveram a vida o suficiente para perceber a Verdade. Nenhuma mulher está preparada para as mudanças de nossa sociedade. Nem mesmo nós, aliás, estamos. O que falta é discernimento a todos e saber conviver com o outro. O amor está sendo dizimado. Isso é terrível.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trechos que não estão em obras clássicas ou em trabalhos com indicações ao Nobel. Mas que contém classe por explicar o que a vida nunca nos ensinou: A acreditar em nossos sonhos. Por não entendê-los, somos capazes de interpretar o que é incompreensível. Agradeço, todos os meus dias, por acreditar em mim. Isso me levou a diversos estágios na vida. Não me preocupando com a qualidade deles, mas os tornando importantes pra o meu desenvolvimento. O resto faz parte da natureza que se alia ao tempo para conversar com o eu que reside em nós mesmos. Porque viver é morrer a cada instante... Até a próxima conversa, leitor?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3438963245209450332?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3438963245209450332/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3438963245209450332' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3438963245209450332'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3438963245209450332'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/06/ciclo-de-crnicas-fim-do-primeiro-ciclo.html' title='Ciclo de Crônicas (fim do primeiro ciclo): Conversa de Bar: Até a próxima conversa, leitor?'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-1121760880130409355</id><published>2007-05-27T10:48:00.000-07:00</published><updated>2007-05-27T10:52:26.287-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Crônicas: Conversa de Bar (Parte 4): Amar conjugado no imperfeito</title><content type='html'>— Vou fechar o bar. Tá tarde demais. São cinco horas. — Dizia Fausto que olhava o relógio.&lt;br /&gt;O clima não estava bom, depois da conversa anterior. O que falar sobre o orgulho de Clara que não fala mais com o Rui? Nada. E essa era a opinião de todos. Fiquei intrigado com a falta de compreensão entre todos naquela história. Tinha a certeza de que romances perfeitos não existiam, mas o Felipe interrompeu o meu pensamento:&lt;br /&gt;— Espere aí, Fausto! Já ficamos muito tempo e ainda nem falei. A chuva já acabou.&lt;br /&gt;— Essa juventude não sabe o que fala. — Respondeu o João.&lt;br /&gt;— Estou longe de minha gata, mas ela gosta de mim. —Continuou o Felipe.&lt;br /&gt;— Era mais fácil ter fechado o bar... —Sorria convicto o Fausto. — A Sociedade conjuga o verbo “amar” no imperfeito. — declarava com enorme sabedoria.&lt;br /&gt;A rádio tocava “with arms wide open”, do Creed. Ela retratava o que falta no nosso cotidiano. Receber o Outro de braços bem abertos. E não, reduzi-lo a um mero objeto. Tenho medo das relações sociais de  nosso século. Mas a alegria de Felipe podia demonstrar que nada estava perdido. Assim, nós o ouvíamos:&lt;br /&gt;— Conheci a Fernanda há pouco tempo. E hoje mantemos contato pela net. Apesar da distância, nos sentimos muito próximos. E conto os dias para encontrar o meu amor.&lt;br /&gt;— Impossível. A gente tá sem sorte! Dizia o João, no auge de seu ceticismo e de sua experiência. — Você ainda acredita que pode encontrar essa menina? Qual é a distância entre os dois?&lt;br /&gt;— Muito grande. Mas ainda acredito. Quando se ama não podemos desistir fácil. Afinal, é vida é assim.&lt;br /&gt;— Algo é impossível até que alguém prove o contrário! — Veio Rui com as suas frases de efeito.&lt;br /&gt;— Olha garoto, vou te dizer uma coisa. Não há amor que suporte a distância. Só Platão acreditava nisso. Talvez esteja gostando dela ainda mais porque ainda não se viram de novo. Os jovens se acostumaram a amar pela metade. Parece uma visão pessimista minha, mas o que tenho visto mesmo.&lt;br /&gt;— Concordo com Fausto.  Tive várias mulheres e nunca fiquei tão longe dela por muito tempo. Amor é sentimento. Preciso sentir, não acha? E o mundo atual desses troços aí, fez o contrário. A traição virou algo comum e a mentira entre os amantes também. Haja paciência hein? — Completou o João.&lt;br /&gt;— Mas temos bastante em comum. Já mandei muitos recados para ela e tal... — Felipe falava com um pouco de receio.&lt;br /&gt;— O que queríamos dizer é que você precisa encontrá-la para saber se ela o ama de verdade. Hoje a verdade não existe  mais. Não comemoramos nem o dia da mentira mais. Você já percebeu isso? — Ressurgia o magoado Rui.&lt;br /&gt;— E completo garoto...Não há garantia de que ela ainda o ame. Só se você encontrar ela. Ás vezes, até próximos, podemos ficar distantes.&lt;br /&gt;— Sim. Finalmente o João mostrou que é consciente. — Fausto ria, enquanto falava. — Conheço casais que preferem viver juntos (e tristes) do que sozinhos, mas felizes. OU SEJA,        quando amamos alguém, devemos buscar a harmonia, o que é perfeito, porque todos nós somos imperfeitos. Mas, como disse, a moda é conjugar o amar no imperfeito.&lt;br /&gt;— Tirando a parada do consciente, gostei do que o Fausto falou.&lt;br /&gt;— Lembre-se de que você me deve João. Brincou o dono do Bar.&lt;br /&gt;— É...penso nisso também. Mas sempre ligo e mandou mensagem para ela. Ela me diz que me ama. Não consegue viver sem mim. Eu também correspondo.&lt;br /&gt;— O amor é um sentimento abstrato que precisa se concretizar a dois. Fecha a minha conta, Fausto.&lt;br /&gt;E Rui foi embora. O nosso grupo ficou estático depois daquela atitude. O que mais irá acontecer?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-1121760880130409355?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/1121760880130409355/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=1121760880130409355' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1121760880130409355'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/1121760880130409355'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/05/ciclo-de-crnicas-conversa-de-bar-parte_27.html' title='Ciclo de Crônicas: Conversa de Bar (Parte 4): Amar conjugado no imperfeito'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-839973699726759506</id><published>2007-05-12T14:13:00.000-07:00</published><updated>2007-05-12T14:14:34.974-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Crônicas:Conversa de Bar (parte 3):Destino?</title><content type='html'>Eram quatro horas da madrugada. Estávamos comovidos com o olhar triste de Rui. Naquele momento, começou a chover muito lá fora. Fenômeno natural, sem controle. E a nossa conversa encaminhava para isso. Pela primeira vez, porém, uma história ainda mais real se unia à discussão...&lt;br /&gt;—Quero dizer a vocês que decidi fazer algo diferente aqui. As lágrimas escorriam dos olhos de Rui. Algo de grave havia acontecido, porque homens relutam para mostrar a própria sensibilidade nos dias atuais.&lt;br /&gt;Talvez seja por isso que as relações entre os casais se tornam cada vez mais grotescas, embora a Sociedade diga que não há espaço para ideais machistas. Ah...infelizmente, sim.&lt;br /&gt;—Você! Apontou o dedo para mim.&lt;br /&gt;—O que foi ? Só estou anotando...&lt;br /&gt;—Por isso que será o mediador das questões! Transformarei a minha história em exemplo a ser discutido. E faço isso porque sei que será “quase” impossível de rever a Clara.&lt;br /&gt;—Por quê? Levantou o Fausto. — O que aconteceu de tão grave filho?&lt;br /&gt;—Não aconteceu..Pelo menos a meu favor. Vocês podem me interromper com perguntas, porque não há ninguém certo aqui.&lt;br /&gt;Todos, inclusive eu, calaram-se para ouvir...&lt;br /&gt;—Conheci a Clara no Jornal Überman, onde todos os envolvidos trabalhavam. Ela  ficava responsável pela seção de moda, enquanto eu ficava pela parte das crônicas.&lt;br /&gt;Descobri que ele era escritor. Achei muito legal. Talvez, pedisse umas dicas depois. Ainda preciso melhorar muito.&lt;br /&gt;—Da primeira vez que a vi, apaixonei me pelo seu charme e queria conhecê-la melhor. Aquele sorriso me encantava demais. Ah..o amor à primeira vista..nem disso nós falamos!&lt;br /&gt;Interrompeu Fausto:&lt;br /&gt;—Como você pode se apaixonar por alguém só pelo olhar? Taí o motivo do seu erro!&lt;br /&gt;—Entendo você, mas como disse queria apenas conhecê-la melhor. O que disse sobre paixão está longe do que todo mundo pensa que é. Sou honesto com os meus sentimentos. Posso ser massacrado por ser assim? Por que não tentar conhecer alguém que lhe encanta por gestos mínimos? Porque a Vida de verdade se realiza quando entendemos que a simplicidade é a mãe da felicidade.&lt;br /&gt;Então, entrou Felipe:&lt;br /&gt;—Simples, então! Esquece essa mulher que não lhe ama!&lt;br /&gt;Pela primeira vez, o Rui sorriu:&lt;br /&gt;—Também queria que fosse assim...Mas ela mesma não me deixa esquecer.&lt;br /&gt;Disse João:&lt;br /&gt;—Nossa..o negócio é feio! Pode continuar.&lt;br /&gt;Ouvíamos atentos, então...&lt;br /&gt;—Tínhamos um amigo em comum: O Otto. Ele nos apresentou. Mais tarde, quis ser o cupido, mas acho que foi o maior erro da minha vida.&lt;br /&gt;—Ué, amigo sempre ajuda né? Disse o João.&lt;br /&gt;—Também pensava. Mas não sabia que existia o Marcos na história. E ele é a pessoa que contribuiu ainda mais para que o “destino” se concretizasse..rs Por isso, adianto-me para dizer a vocês. Só me interrompam, agora, quando for necessário.&lt;br /&gt;—Agora? Ironizou o Felipe.&lt;br /&gt;—Bom..voltando ao que dizia... Ficou muito sério o nosso amigo Rui. —A Clara ainda amava o Marcos e esse gostava de tê-la aos seus pés. Por minha vez, acreditava que podia dizer a ela que tudo não passava de brincadeira daquele cara inescrupuloso. Ele ainda dava esperanças a ela.&lt;br /&gt;—O Otto, por sua vez, ficava neutro na história. Não queria perder a amizade de ninguém.&lt;br /&gt;—Acho que esse cara queria era ter um colo. Homem carete é uma merda! Disse o João.&lt;br /&gt;—Claro. Mas o Otto não queria perder a amizade de ambos. E, pra piorar, esse bobo romântico, que vos fala, entrava na história.&lt;br /&gt;—Comecei a mostrar a Clara ( a qual havia chamado de Clair) com palavras e gestos que a farsa de Marcos faria muito mal a ela. Independente de minha amizade ou não. Não gosto de ver ninguém triste.&lt;br /&gt;—Mas Marcos soube por Otto que eu a amava. Enfim, tava traçado o destino! Por amor, as mulheres ficam cegas e os homens, muito astutos.&lt;br /&gt;Esse verso foi ótimo! Pensava comigo...&lt;br /&gt;—Mais tarde, outros se uniram a essa história. O igor, cara que traiu a minha confiança, e o Dito. O último é o músico mais esperto que conheci até hoje.&lt;br /&gt;—Igor era novato no jornal. Escrevia muito bem e tinha um futuro promissor. Mas, rapidamente, uniu-se ao Otto, que adorava humilha-lho com apelidos ridículos, e ao Marcos. O dito apareceu no momento e na hora certa, apenas isso.&lt;br /&gt; —Por querer ajudar, decidi dizer ao Igor que aquelas piadas jocosas iram denegrir a imagem dele. Afinal, isso conta muito no ambiente como o nosso, cercado de informação.&lt;br /&gt;—Mas não contava com a falsa informação! O Igor conto ao Marcos o que havia falado e que, por sua vez, contou ao Otto.&lt;br /&gt;—Isso tudo chegou aos ouvidos da Clara, não? Disse o Fausto, sempre lúcido em seus comentários.&lt;br /&gt;—Sim. E foi daí pra pior. Todos começaram a me odiar! A pior forma de amar. E isso porque um tal de Marcos decidiu espalhar para o meu ambiente de trabalho que era uma pessoa fofoqueira, que semeava discórdia.&lt;br /&gt;—Parece até cômico. Você? Tive que me intrometer na conversa.&lt;br /&gt;—E como tudo terminou? Gritou o João.&lt;br /&gt;—Você ainda fala com a Clara? Perguntou o Felipe.&lt;br /&gt;—Pessoal..infelizmente..não. Hoje ela namora o Dito, simplesmente o cara que não tinha nada a ver com a história. Ainda desconfio de que o Marcos tenha o ajudado a conquistar a Clara, porque eles tinham uma relação de amizade muito mais antiga. Mas não entendo porque ela nunca quis conversar comigo sobre tudo aquilo. Por isso que digo que ela não me deixa esquecê-la. Tudo poderia ser esclarecido com uma simples conversa.&lt;br /&gt;—E ela não quis conversar com vc? Mais uma vez o Felipe perguntava.&lt;br /&gt;—Não..para ela, ainda sou um idiota romântico que não consegui ser mais do que um medíocre amigo. Dizia que só conseguia me ver como amigo. E taí uma coisa de que as mulheres nunca explicam! Daonde tiram essa mania de mandar no coração..Dizer quem pode ser amigo ou não..Ela nem me conheceu direito. Só ouviu o que os outros falavam! Às vezes, acho que ela ouviu muito os outros. E onde a Clara estava naquela momento? Se alguém dissesse a ela que era uma cara legal, único e autêntico, o que (modéstia a parte) é verdade. Sorriu lentamente. — Teria mais sorte. Eu a conheci na hora errada.&lt;br /&gt;—Por meu orgulho, preferi afastá-la de mim para não sofrer. Falei muita besteira sem pensar. Mas queria, hoje, tê-la do meu lado. Mesmo que fosse por amizade.&lt;br /&gt;—Ela gosta do Dito? Disse o João.&lt;br /&gt;—Não sei, mas deve ter “aprendido” a gostar.&lt;br /&gt;—Então, não gosta. Disse o Fausto.&lt;br /&gt;—Não sei..Só o “destino” pode dizer. Afinal, fui empurrado para longe de quem mais amei na minha vida.&lt;br /&gt;O bar ficou em silêncio. Rui estava certo. Nunca tinha presenciado, pelo menos, um caso assim em toda a minha vida. A única certeza era a de que Marcos foi um cara sem escrúpulos em todos os momentos e que parecia nunca ter amado alguém de verdade. Foram nessas horas que pensei: —Por que a vida não ajuda quem merece? A união podia nem acontecer, mas eram bons sentimentos. Mas a fofoca, a crueldade e a mediocridade prevaleceu! Foi o destino?&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-839973699726759506?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/839973699726759506/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=839973699726759506' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/839973699726759506'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/839973699726759506'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/05/ciclo-de-crnicasconversa-de-bar-parte.html' title='Ciclo de Crônicas:Conversa de Bar (parte 3):Destino?'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3910464280238691653</id><published>2007-05-09T14:44:00.000-07:00</published><updated>2007-05-09T14:54:55.085-07:00</updated><title type='text'>O Bailar</title><content type='html'>Baila a vida&lt;br /&gt;no girar de uma canção.&lt;br /&gt;Para encontrar a querida&lt;br /&gt;que habita o meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não sei onde ela está&lt;br /&gt;no meio dessa neblina que paira no ar.&lt;br /&gt;Parece que não ouve a música do meu cantarolar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, vou dardejando&lt;br /&gt;súplicas por onde passo.&lt;br /&gt;Como um louco, sonhando&lt;br /&gt;por um simples abraço.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Mas desisti de te querer&lt;br /&gt;pelo acaso do destino. A poesia virou sofrer,&lt;br /&gt;porque não rimo contigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Roubaram-me "o amor&lt;br /&gt;que tu me destes". Embora não fosse certo&lt;br /&gt;e, muito menos, pouco.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porém, sobrou em mim&lt;br /&gt;o pouco que me amou.&lt;br /&gt;Lembranças sem fim&lt;br /&gt;do que nunca começou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essas saudades precisam bailar&lt;br /&gt;em múltiplos versos. Para que o poeta possa se enamorar&lt;br /&gt;por amados reflexos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3910464280238691653?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3910464280238691653/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3910464280238691653' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3910464280238691653'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3910464280238691653'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/05/o-bailar.html' title='O Bailar'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3800817872156610756</id><published>2007-05-08T20:14:00.000-07:00</published><updated>2007-05-08T20:16:31.156-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Crônicas: Conversa de Bar (Parte 2): O amor não se aprende!</title><content type='html'>—Pare de anotar, garoto! Olhou com fúria para mim. O olhar de Fausto queimava numa cor nunca antes vista. Parecia entender a sua amargura, mas preferi permanecer onde estava. Foi aí que decidi falar:&lt;br /&gt;—Pô..um dia irei publicar essa conversa. Mas, por favor, não tenha ódio de mim.&lt;br /&gt;Então, ele sorriu e desdenhou do que havia dito: —Pode fazer o que quiser, você ainda tem muito a “desaprender”. O ódio também é um tipo de amor.&lt;br /&gt;Nesse momento, o silêncio pairou no ambiente. Todos ficaram pasmos com tamanha sapiência de Fausto e pareciam não entender aquela resposta tão perfeitamente lacunar. Alguns pensaram besteira, enquanto os outros souberam entender um pouco do que se passava naquela conversa.&lt;br /&gt;Um outro mote estava em questão: O amor. De fundo, a vitrola tocava “don’t speak” do “No doubt” como uma trilha animada para o rumo em que os diálogos iriam tomar. Para mim, tudo aquilo me dava a impressão de que presenciava um momento único na história da humanidade. Aliás, não é todo dia que podemos ver um debate sobre as mulheres e o amor por homens que realmente vivem.&lt;br /&gt;Pois, mesmo que acredite na literatura, pensava que alguns escritores eram apenas pessoas fracassadas no amor. Mas Fausto me mostrava algo diferente. Amar não se aprende amando. Isso Drummond não deixou explícito em sua obra.&lt;br /&gt;—Ei, garoto? É disso que estou lhe falando. Se fosse uma mulher, teria você nas minhas mãos agora. Disse com ironia e completou: — Em que estava pensando? Ficou muito tempo em outro lugar. Elas fazem isso com a gente. Falam que o amor se sente, mas nos analisam em busca de amar. Tentam aprender de forma errada o amor.&lt;br /&gt;Preferi, então, ficar calado. Não poderia interromper essa conversa, embora tivesse muito a contribuir. O meu papel era o de ser narrador e não, personagem. Mas não podemos, às vezes, controlar os nossos atos na vida...principalmente, quando estamos envolvidos no que (ou em quem) gostamos.&lt;br /&gt;—Cara, deixa ele. Um dia, seremos lidos.  Dizia Felipe, o mais entusiasta de todos. —Não esqueça do cerne do nosso assunto. Elas confudem o amor com carros, dinheiro, bom prestígio.&lt;br /&gt;—Nem todas! Falou João convicto. —Algumas nos querem presos em uma estante. O homem perfeito é o que obedece, paga a conta e desiste dos próprios gostos para que a vida delas possa ser adquirida. Daí a enorme quantidade de vagabundos ganharem o coração das mais lindas, mais sinceras e menos espertas. Os músicos sabem do que digo.&lt;br /&gt;—Você está sabendo demais! Gritou o Felipe com ironia.&lt;br /&gt;Mas Rui sentiu vontade de falar. E interrompeu a todos com um soco na mesa. Com lágrimas no olhos, começou a falar:&lt;br /&gt;—Pessoal, acho que irão esquecer tudo isso quando lhes contar a minha história com a Clair. Só concordo que o amor não se aprende. Nós podemos vivê-lo, se o destino também não conspirar contra.&lt;br /&gt;Mulheres, amor e destino. Onde iremos parar? Começava a entender porque viver é muito difícil. Bom...vou anotar...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3800817872156610756?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3800817872156610756/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3800817872156610756' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3800817872156610756'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3800817872156610756'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/05/ciclo-de-crnicas-conversa-de-bar-parte_08.html' title='Ciclo de Crônicas: Conversa de Bar (Parte 2): O amor não se aprende!'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-3933947356073387310</id><published>2007-05-06T21:03:00.000-07:00</published><updated>2007-05-06T21:22:01.095-07:00</updated><title type='text'>Ciclo de Crônicas:       Conversa de Bar (Parte 1)</title><content type='html'>Fausto abriu o seu bar às duas da madrugada. O seu olhar corria o balcão para observar a mesa três, onde três homens estavam reunidos. Ficava pensando em várias coisas, enquanto ouvia a conversa. No meu canto, observei para anotar todo em ambiente que descrevo aqui. Senti-me como o Platão naquele livro, o... Bom, deixa pra lá..o que importa que conversa de Bar vale muito mais do que os pseudo-intelectuais insistem em dizer à população.&lt;br /&gt;O assunto em discussão? As mulheres. E não há ser mais complexo do que o feminino. Atento, peguei o meu lápis com força para escrever o que senso "fora-do-comum" dizia. Felipe, Rui e João estavam lá. Eles representavam a minoria não ouvida em nossa sociedade. Fausto, mais atento do que eu, ficava na escuta do outro lado.&lt;br /&gt;_ Esqueça as mulheres filho. Não terá chance com nenhuma! Disse, o mais radical, João. Afinal, ele era o mais velho. Tinha passado por experiências terríveis com as rainhas do lado esquerdo. Mas Felipe retrucou: _ É só ter paciência! Ela vai voltar! E, por último, disse o Rui:_Impossível! Não temos valor na sociedade atual. Pelo menos, os românticos. Somos chamados de bobos!&lt;br /&gt;Do outro lado do balcão, levantou Fausto: _Vejo que vocês não viveram a vida o suficiente para perceber a Verdade. Nenhuma mulher está preparada para as mudanças de nossa sociedade. Nem mesmo nós, aliás, estamos. O que falta é discernimento a todos e saber conviver com o outro. O amor está sendo dizimado. Isso é terrível.&lt;br /&gt;De minha parte, continuei anotando..afinal, essa conversa ainda vai render muito..rs&lt;br /&gt;*************************************************************************************&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-3933947356073387310?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/3933947356073387310/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=3933947356073387310' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3933947356073387310'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/3933947356073387310'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/05/ciclo-de-crnicas-conversa-de-bar-parte.html' title='Ciclo de Crônicas:       Conversa de Bar (Parte 1)'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-7344798589132511100</id><published>2007-05-02T15:25:00.000-07:00</published><updated>2007-05-02T15:31:56.358-07:00</updated><title type='text'>Revolta</title><content type='html'>Dessa vez, uso as palavras como forma única de expressar o que sinto. Em homenagem a um amigo que diz que só escrevo coisas pessoais em meu blog.. haha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;&lt;br /&gt;Revolta&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Revolta. Não Volta.&lt;br /&gt;Volta? Re-volta.&lt;br /&gt;Voltaria? Volta.&lt;br /&gt;Então, Re-re-volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Será que volta?&lt;br /&gt;Volta mais uma vez?&lt;br /&gt;Re-re-re-volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não volta. Mas repete o re.&lt;br /&gt;Então, volta o re?&lt;br /&gt;Re-re-re-re-volta.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se já voltou, por que está revoltado?&lt;br /&gt;Porque volta. E a Revolta é maior agora!&lt;br /&gt;Re-re-re-re-re-volta.&lt;br /&gt;REVOLTA.&lt;br /&gt;Volta?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-7344798589132511100?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/7344798589132511100/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=7344798589132511100' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/7344798589132511100'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/7344798589132511100'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/05/revolta.html' title='Revolta'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-6491953233555585159</id><published>2007-03-30T08:07:00.000-07:00</published><updated>2007-03-30T08:18:31.085-07:00</updated><title type='text'>O que fizeram com o amor?</title><content type='html'>O que o nosso século &lt;br /&gt;fez com o amor?&lt;br /&gt;Vou pensar, então, em cada verso&lt;br /&gt;sobre esse sentimento que mudou...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falam, para mim,&lt;br /&gt;que o que sinto não é amor!&lt;br /&gt;Se não é,&lt;br /&gt;faço questão de continuar "seco".&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, vou comparar&lt;br /&gt;o que sentimos.&lt;br /&gt;Ao leitor, caberá rimar&lt;br /&gt;aquilo que se aproximar dos seus sentidos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois, se o amor&lt;br /&gt;está relacionado à aparência,&lt;br /&gt;sempre nutrirei dor&lt;br /&gt;e paciência.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele for cobrado, então,&lt;br /&gt;o que acontecerá com o casal?&lt;br /&gt;A pobreza sempre causará separação&lt;br /&gt;e será a inimiga do processo matrimonial.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele envolver traição,&lt;br /&gt;acho que erraram ainda mais.&lt;br /&gt;Quem ama não trai o coração jamais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se ele virou negócio,&lt;br /&gt;tenho certeza de que deixou de existir.&lt;br /&gt;Porque não consigo ser sócio&lt;br /&gt;do meu sentir.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Se não é idealizado,&lt;br /&gt;um outro sacrilégio vão cometer.&lt;br /&gt;Irão matar todos os poetas e os amados&lt;br /&gt;que sabem o sentido do viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Enfim, concluí que não sei amar&lt;br /&gt;em nossos dias. Até porque o errar&lt;br /&gt;nos ensina a inexplicável arte dessa maravilha.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-6491953233555585159?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/6491953233555585159/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=6491953233555585159' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6491953233555585159'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/6491953233555585159'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/03/o-que-fizeram-com-o-amor.html' title='O que fizeram com o amor?'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-116813089816052218</id><published>2007-01-06T16:10:00.000-08:00</published><updated>2007-01-06T16:53:19.946-08:00</updated><title type='text'>Essa distância</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7092/1657/1600/776694/sem%20t??tulo.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/x/blogger/7092/1657/320/987591/sem%20t%3F%3Ftulo.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aos poucos, estou tentando voltar às minhas origens. Sei que esse poema ainda precisa ser trabalhado, mas em breve sairão mais poesias..rsr Esse saiu de uma conversa em que o meu amigo e eu falávamos da relação que podemos estabelecer com algumas pessoas, mesmo que essas estejam longe de nós. Isso parece ser tornar mais freqüente nesse mundo cibernético e louco em que vivemos..rs Bom..O amor à distância...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Essa distância&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso que está aqui dentro&lt;br /&gt;não quer me deixar.&lt;br /&gt;Me persegue a todo momento&lt;br /&gt;e pretende me capturar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Em seus olhos vi muito mais&lt;br /&gt;do que poderia ter.&lt;br /&gt;E é, por isso, que tudo jamais&lt;br /&gt;deixará o meu ser.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuro, então, em cada verso,&lt;br /&gt;expor esse sentimento tão forte.&lt;br /&gt;Extravasar de modo honesto&lt;br /&gt;o que foi um acaso da sorte.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Hoje, tento diminuir essa distância&lt;br /&gt;no meu pensamento.&lt;br /&gt;Nele, vivo-a como lembrança&lt;br /&gt;que eterniza qualquer momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queria estar perto de ti,&lt;br /&gt;mas o mesmo destino me separou.&lt;br /&gt;Dói muito não tê-la aqui&lt;br /&gt;para dizer o que esse encontro edificou.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;"Amores certos, destinos opostos",&lt;br /&gt;diz uma máxima que li.&lt;br /&gt;Começo a acreditar quando os meus olhos&lt;br /&gt;dizem para mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Esqueça-a, por favor!&lt;br /&gt;O coração irá sofrer, mais uma vez,&lt;br /&gt;por esse amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Tão perfeito, e tão completo,&lt;br /&gt;que não há jeito&lt;br /&gt;de se concretizar pela falta de um gesto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vindo de sua parte&lt;br /&gt;como um selo eterno de união.&lt;br /&gt;Queria que tudo isso fosse verdade&lt;br /&gt;e se transformasse em uma correspondida paixão.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-116813089816052218?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/116813089816052218/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=116813089816052218' title='2 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116813089816052218'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116813089816052218'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2007/01/essa-distncia.html' title='Essa distância'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-116763187340049467</id><published>2006-12-31T22:04:00.000-08:00</published><updated>2006-12-31T22:11:13.423-08:00</updated><title type='text'>A montanha</title><content type='html'>Esse é o primeiro texto de 2007. Na verdade, eu o escrevi no fim de 2006. Mas decidi publicá-lo porque ele começa esse ano com reflexões que irão me impulsionar ainda por muito tempo. Isso nos mostra o quanto a vida nos ensina a todo momento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                            A montanha&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aos 11 anos, estava aborrecido com o ambiente à minha volta. Todos recusavam o meu modo livre de encarar a vida. E, antes que me enquadrassem nos seus conceitos, decidi enveredar pelo caminho da montanha. Numa subida que traz, a todo ser humano, uma visão privilegiada do nosso mundo.&lt;br /&gt;Escalei, com sacrifício, por 12 anos. Nesse período, percebi que essa aventura não tem fim. Haverá sempre o que descobrir e ser descoberto a respeito de si mesmo. Mas isso não me fez, nunca, melhor do que aqueles que permaneceram no pé da montanha. A minha missão é de jogar uma corda para que esses também subam.&lt;br /&gt;Dizer a todos que tal caminhada é possível, embora insistam em me rotular naqueles moldes antigos. Sou o resultado de muitos anos de conversa, de leitura e de vivência.&lt;br /&gt;Alguns acham que isso não pode ser possível. Chamam-me de tudo e blasfemam sobre o que sou. Eles puxam a minha corda pra baixo numa tentativa desenfreada de me derrubar. Então, reuno o que aprendi em mensagens heurísticas que me protegeram por muitos momentos graves.&lt;br /&gt;Houve um tempo em que respondia: apenas “soul”. Todos viviam um frenesi de identidade lé embaixo. Mas não subiram a Montanha.&lt;br /&gt;No ano seguinte, queriam reunir as diferenças, sem entenderem a si mesmos. Disse-lhes: “O uno não é individual.” Mas não quiseram subir a Montanha.&lt;br /&gt;Alguns decidiram largar a ponta da corda e se afastar de mim. Os meus pés sangravam, quando havia alcançado o topo. No entanto, sabia que deveria descer para escalar um monte ainda maior. Ouvi dizer, certa vez, que só os buscadores, mais persistentes, conseguem ir lá.&lt;br /&gt;Sozinho, senti uma tristeza infundada no caminho de volta. Estava muito diferente de todos que ficaram no pé. Entretanto, os que aceitaram a corda continuam os mesmos pra mim. Sofro por não conseguir conversar com os outros. Aqueles que rejeitaram o meu apoio e abraçaram simples conceitos.&lt;br /&gt;Hoje, passeio pelo pé da Montanha com saudade do topo. Lá, encontrei um Senhor humilde que reza, dia após dia, para que a humanidade se “encontre”. Ele me disse algo interessante que preciso compartilhar com o mundo:—Existem muitos conceitos falsos nessa vida!&lt;br /&gt;Isso me intrigou muito. Existiriam conceitos verdadeiros? Perguntei ao velhinho. E, com a sua simplicidade, deu-me uma resposta que alcançaria todo o Universo:&lt;br /&gt; —Tudo pode ser verdade, se for feito com o espírito! Basta que os homens reconheçam o seu próprio.&lt;br /&gt;Assim, o Senhor me nomeou como Vate para que escrevesse o que o meu coração confuso queria dizer. Acontecimento que me mostrou o quanto somos “Nada” diante da vida. Devemos entender a nossa finitude à nossa maneira.E só, por caminhos tortuosos, conseguimos isso. Nunca teremos respostas para o que vemos e sentimos. Mas podemos ver e sentir o que somos. Numa eterna caminhada em rumo à montes espirituais. Afinal, preciso continuá-la no monte seguinte, porque mais um ano começa e recebi uma nova corda, amarrada por todos que amo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-116763187340049467?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/116763187340049467/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=116763187340049467' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116763187340049467'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116763187340049467'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/12/montanha.html' title='A montanha'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-116684938169121950</id><published>2006-12-22T20:42:00.000-08:00</published><updated>2006-12-22T20:49:41.703-08:00</updated><title type='text'>Síndrome do "tô nem aí"</title><content type='html'>Sei que esse texto é um pouco "pesado", mas foi o último escrito que saiu desse mente, antes que vivesse esse período de descanso. Estou um tempo sem escrever... Sei lá...a velha história de temporadas. Mesmo assim, achei que pudia publicá-lo como um mensagem de final de ano e, quem sabe, de prenúncio de novos tempos. E 2007 vem aí. Quero, também, compartilhar de minha última aflição que me trouxe essa estranha realidade..Ih..senta que lá vem história! rsrs E quem nunca teve essa síndrome que atire a primeira pedra!! rs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                      Síndrome do “tô nem aí”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Com a idade, o poeta começa a ver o mundo com um olhar cético.  Digo isso por experiência própria. Alguns irão censurar essa minha concepção pessimista diante da arte poética, mas sigo a síndrome do “tô nem aí”. Ela afeta todos os sonhadores da humanidade que se entregam de corpo e alma ao seu propósito. E, ao meu ver, a maioria dos poetas é assim.&lt;br /&gt;Lembro-me até hoje do dia em que decidi oferecer uma poesia a alguém. O meu coração me disse que aquela pessoa mereceria a minha admiração e o meu compromisso eternos.&lt;br /&gt;Atos que desapareceram de nossa Sociedade. Ninguém mais se compromete em suas ações ou admira alguém. Pois crescemos muito mais quando temos um Outro em que podemos ter como referência. Isso não é insegurança. Não há melhor demonstração de humanidade do que extrair do próximo o que existe de melhor nele. E as palavras nos ajudam nesse intento.&lt;br /&gt;Sinto-me incapaz quando o meu texto se fecha em meu mundo. Ele pode ser fraco, mas nunca será perfeitamente egoísta. Escrever bem significa grafar com o Coração.&lt;br /&gt;O poeta se entristece com o passar dos anos. A sua vida costuma ser edificada por sofrimentos que culminam na arte poética. Irrito-me ao constatar que todos se alegram com as palavras de que não gosto.&lt;br /&gt;Quem nunca pensou que “aquele” texto maravilhoso fosse visto como “mais um”, pelo leitor, que rasgue a sua primeira obra!&lt;br /&gt;Assim, surge o ceticismo. Defendemo-nos das críticas com falsas respostas. Isso, então, se agrava nos momentos de rejeição. Um poeta, por mais que possa disfarçar, não gosta de ser rejeitado.&lt;br /&gt;Por isso, andamos afastados da Sociedade. Um poeta não escolhe ser solitário, como diversos livros insistem em dizer. Muito menos a análise pelos textos que ele lê ou escreve, porque as letras são suas amigas de longa data.&lt;br /&gt;Erra o escritor que pensa em ganhar fortuna através de livros. Se fizesse isso, estaria prostituindo os seus pensamentos e todos aqueles que contribuíram para a realização de cada obra. O leitor deveria comprá-los por prazer.&lt;br /&gt;Entretanto, a realidade não é essa. O ceticismo volta na forma de péssimos textos ou textos pessimistas. Somos atacados por uma auto-crítica feroz contra o que pensamos sobre a realidade. A cada dia, sentimo-nos sozinhos na luta contra o ceticismo. Devo parar aqui... A minha consciência poética não quer reduir o número de poetas no mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-116684938169121950?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/116684938169121950/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=116684938169121950' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116684938169121950'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116684938169121950'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/12/sndrome-do-t-nem.html' title='Síndrome do &quot;tô nem aí&quot;'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-116222276965836857</id><published>2006-10-30T07:04:00.000-08:00</published><updated>2006-11-08T14:42:30.953-08:00</updated><title type='text'>Os signos</title><content type='html'>Nesse final de semana conversei com um amigo e tive a idéia de escrever algo mais suave neste momento em que a minha Vida tomou um rumo muito sério...hehe&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, o que diriam os signos sobre a vida?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez,&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Áries ordenaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Queime todos os momentos de sua vida, porque não podemos controlar essa insolente dona que me desafia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Touro falaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Possua cada instante que não irá esvaziar o que valorizamos desde o nosso primeiro ato de respirar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Gêmeos setenciaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ainda não decidi o que essa vida quer de mim. No entanto, quero todas as possibilidades que ela possa me apresentar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Câncer sentiria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sem o meu mundo, não consigo entender a Vida. Ela me parece familiar quando estou próximo dos sentimentos únicos que se entrelaçam em minha imaginação.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Leão discursaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Podemos nos organizar sob a minha regência e dominá-la em prol da união. Quando nos unimos em torno dessa Senhora, sentimos que o nosso amor pelo viver nos exalta com a interação social.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Libra ponderaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não há como saber o que é a Vida. Blasfemam aqueles que sabem de alguma coisa. Tudo é relativo até que provem o contrário. Precisamos sempre ponderar o que tem importância no nosso cotidiano.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Escorpião gritaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estou vivo. Sinto todos ao meu redor e busco os meus objetivos. O que acontecerá depois, não posso predizer. Pra que explicar algo que deve ser vivido?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sagitário argumentaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Não posso falar sobre algo sem ter me projetado antes. Procuro me disciplinar e planejar cada momento para ser único. Isso pra mim é Viver.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Capricórnio diria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Trabalhei durante muito tempo para entendê-la. Cheguei à conclusão que o lazer deve existir na dose certa para que ela se instaure em mim.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Aquário pensaria consigo:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Vivo a essência de tudo. Não quero aparências ou coisas que não têm a ver comigo. Ando pelos lugares transformando tudo em Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Peixes idealizaria:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Amar é viver. Vivo por amar e amo por viver. Tenho uma concepção própria do que seja a Vida. Mas sei que sem o meu coração ela não existe.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E, como virginiano, encerro com a minha análise:&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Pois acredito que, segundo o que os meus amigos falaram, eles estavam certos. A vida não se reestringe aos signos ou simples denominações. Uma prova disso é a minha análise. Se a esqueço, sou capaz de viver muito melhor. Mas não consigo parar de refletir sobre o meu cotidiano quando quero aproveitá-lo com todo o detalhismo que me agrada.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-116222276965836857?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/116222276965836857/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=116222276965836857' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116222276965836857'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/116222276965836857'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/10/os-signos.html' title='Os signos'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115955307673278044</id><published>2006-09-29T10:23:00.000-07:00</published><updated>2006-09-29T11:05:31.016-07:00</updated><title type='text'>Paradoxo</title><content type='html'>Estou, a cada dia, perdendo o meu espaço para um mundo materialista. Entrei em crise quando a minha mente se preocupou com essa questão. Por isso, preciso escrever e esquecer isso que me perturba todos os dias: O sofrimento por aqueles que ainda não perceberam a importância de sua própria alma.&lt;br /&gt;Nasci com uns vinte anos a mais do que tenho. E, se essa lógica estiver certa, completei 43 anos no último dia vinte. Daí ressalto a importância de reconhecermos o nosso espírito. O meu, infelizmente, cresceu muito antes do esperado.&lt;br /&gt;Não que isso seja ruim, mas ter consciência é um sentimento desprezível. Concordo com o Pessoa nesse caso. Seria feliz se estivesse longe de minhas reflexões. &lt;br /&gt;Por outro lado, tenho certeza de que não consigo viver sem as incertezas geradas após as minhas leituras. Esse conflito cria um paradoxo que me surpreende no momento em que não sou surpreendido. &lt;br /&gt;Tudo parece óbvio diante do meu olhar espiritual. Vejo com a alma o que a matéria não alcança. Sofro ao perceber que o ter prevalece sobre o ser nas relações interpessoais na sociedade. &lt;br /&gt;Poderia, entretanto, viver em meu interior com risos que sacrificam a imagem desses corpos ansiosos por um espírito. Atitude inimaginável para alguém que nasceu com a função ingrata do intermédio. Parece-me que fui escolhido por alguém como um ser disseminador das almas, eflúvios que são exalados por olhares alheios.&lt;br /&gt;Para explicitar tudo o que digo, lembro-me de alguns comentários ouvidos por aí. Vejo pessoas acreditarem que o dinheiro é uma solução para tudo, mas esquecem a felicidade efêmera gerada por uma compra do produto desejado. Já o amor, ou o carinho, despertados por um abraço, fazem parte do campo espiritual. Pois os sentimentos não têm prazo de validade. Cultivá-los pode nos trazer eternidade por alguns momentos. &lt;br /&gt;Deseje o mundo de outra forma e esqueça o que escrevi. Sofra por amar ou ame por sofrer. Tente, todos os dias, extrair a positividade em que lhe parece negativo. Cultive, assim, a sua alma para viver um paradoxo chamado Vida. E entre antíteses e contrários daremos movimento ao indecifrável que se perdeu nas linhas desse texto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115955307673278044?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115955307673278044/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115955307673278044' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115955307673278044'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115955307673278044'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/09/paradoxo.html' title='Paradoxo'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115716945684356176</id><published>2006-09-01T20:54:00.000-07:00</published><updated>2006-09-25T08:32:12.620-07:00</updated><title type='text'>Ver</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Obs.: Um texto antigo para ensaiar a minha volta...hehe&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;À Francisco de Souza e à Marcelo Will,&lt;br /&gt;Esses amigos familiares que se misturam na Vida.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;“O uno não é individual.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olhe minuciosamente ao seu redor, antes de continuar essa leitura. Tente escapar da fantasia em que se transformou a nossa Vida. Você não precisará me responder, porque esse texto não tem caráter de auto – ajuda. Pois, na verdade, ninguém quer se ver e todos querem Ver.&lt;br /&gt;E “ver”, aqui, vai além de sua acepção lexical. Percebi isso nos últimos acontecimentos do meu cotidiano, como os da semana passada. Não deveria citá-los, embora acredite que eles possam dizer muito mais do que eu.&lt;br /&gt;Há dias atrás, um amigo havia me pedido uma opinião sobre um texto de seu interesse. Disse o que pensava, sem saber a dimensão que tomariam as minhas palavras. Fiquei meio preocupado ao descobrir que as minhas críticas passaram a valer como ideal para aquela pessoa tão (ou mais) sábia quanto a mim naquele assunto. Era um referencial para alguém, sem saber, e destruí os sonhos de um amigo verdadeiro.&lt;br /&gt;Por quê? Não me percebi no processo. O mesmo (lembrei de uma amiga que odeia essa palavra) aconteceu nos dias seguintes. O meu avô paterno morreu sem que pudesse vê-lo na semana anterior, em que já estava enfermo. Fui perceber tarde demais a importância de me ausentar de alguns compromissos para ir confortá-lo.&lt;br /&gt;Nesse momento, você talvez pense na culpa, carregada por mim, nos dois processos. Mas não posso ignorá-las, isso seria hipocrisia de minha parte, diante do cerne principal do pensamento surgido após essas turbulências.&lt;br /&gt;Ver-se no mundo atual é “quase” impossível. Combatemos, a cada dia, a proliferação de imagens e a ânsia do Ver determinista ocidental. O meu amigo queria uma crítica no instante em que conversávamos, enquanto mais tarde não consegui administrar a vontade de ver o meu avô.&lt;br /&gt;Isso quer dizer que a consciência humana não é proporcional à sua participação na Vida. Levei um susto com tal descoberta que me faz sofrer com essa inquietação da “vertigem” produzida no mundo atual. Podemos ser conscientes, inconscientes, racionais ou subjetivos. Mas não será a nossa postura diante de tudo que irá interferir na realidade.&lt;br /&gt;As determinações estão em todos os lugares e a nossa existência depende só desse conflito. Olhamos para si mesmos na busca de entender o ininteligível. Numa introspecção tortuosa que precisa de um reflexo. O outro está lá. Ele nos constitue, mas não requer a prática do Ver. Daí fugirmos do eu e nos enredarmos no invisível real.&lt;br /&gt;Ver-se significa uma reconstrução de nossa cena exterior sem participarmos do processo. Um paradoxo que desafiará todos os níveis do Conhecimento, daqui a alguns anos.&lt;br /&gt;Digo (ou escrevo) com a consciência de que me deixei levar por algo que não conheço. Entretanto, acredito na impassibilidade de tal ação para não cair na cilada do Ver. Complexo? Se você se ver, todos os argumentos não serão. E toda atitude reflexiva requer, do pensante, um postura diante do que lê ou ouve. Pois, infelizmente, queremos se ver e nem todo mundo consegue ver.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115716945684356176?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115716945684356176/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115716945684356176' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115716945684356176'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115716945684356176'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/09/ver.html' title='Ver'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115712080331690752</id><published>2006-09-01T07:23:00.000-07:00</published><updated>2006-09-01T07:43:56.620-07:00</updated><title type='text'>..........</title><content type='html'>&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;Tenho tido dificuldade pra escrever ultimamente. Talvez tenha sido a chegada de setembro, esse mês de mudanças. Mas a única certeza é de que a "volta" vai ser arrasadora..hehe..Por enquanto .............................................................................................................&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;...............................................................................................................................&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;...............................................................................................................................&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;...................................................................................................................................&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;...................................................................................................................................&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;p align="center"&gt;&lt;span style="font-size:85%;"&gt;..............................................................................................................................&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115712080331690752?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115712080331690752/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115712080331690752' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115712080331690752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115712080331690752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/09/blog-post.html' title='..........'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115454290149903524</id><published>2006-08-02T10:45:00.000-07:00</published><updated>2006-08-06T06:51:51.510-07:00</updated><title type='text'>No farfalhar das folhas</title><content type='html'>O vento sopra lá fora no farfalhar das árvores. Um sopro barulhento que vem trazer notícias de um novo tempo. Fico olhando tudo e esperando que a natureza venha me avisar o que aconteceu. Escrever já não pode ser considerado um exercício. Há muito mais entre um papel e um lápis do que o leitor inocente possa pensar. Imagine, então, neste blog.&lt;br /&gt;   A minha última viagem no final de semana me fez pensar muito nisso. O Homem precisa tornar a sua vida em eternidade, de alguma forma. E cada um encontra o seu jeito para concluir tal empreendimento. Temos medo da fugacidade das coisas. Lavoisier estava simplesmente em meus pensamentos: Na natureza, nada se perde, nada se cria, tudo se transforma. &lt;br /&gt;   Louco, ou não, refletia quando passeva por Penedo. Um lugar tão bonito, mas tombado pelo desejo do Homem. Tudo era aproveitado pelo turismo. Até um passeio que fizemos no trem custava uns cinco reais. Não importava a todos que aquela máquina não passasse de um mini trator customizado. A mim, só importava aquela paisagem. Revigorei-me a cada olhar pela terra que já foi colônia finlandesa há séculos atrás. Comentei com os amigos, que fiz na viagem, a seguinte conclusão: Havia muita gente e pouca coisa para aproveitar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Depois, partimos para Bananal, uma cidade no interior de São Paulo. Ela era o inverso do Penedo. Ficamos surpresos com o deserto que encontramos. Mais tarde, sabemos onde todos os habitantes daquele lugar estavam. A Igreja era o "point" de lá. Pensei comigo:-Aqui se privilegia o espírito. Havia pouca gente e muita coisa para aproveitar. Os preços eram mais baratos! Mesmo assim, preferi não profanar a tradição local. Fiquei mais tempo na pousada refletindo sobre a viagem até ali. Conversei muito com um amigo sobre assuntos variados. Estava fortalecendo o espírito.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   No outro dia, o domingo, fomos para uma Fazenda em Barra do Piraí. Ela tinha a sua estrutura preservada pelos donos. Tudo nos remetia ao período cafeeiro e escravagista do nosso país. Conhecemos a senzala, a roda do engelho, o casarão e outros objetos que deviam ter muitos anos de história. Percebi a materialidade e a espiritualidade se reencontrarem. Pude ouvir o grito de alguns escravos no objetos de tortura expostos lá. Infelizmente, a crueldade também virou comércio. Mas não podemos, claro, desprezar a nossa tradição. O nosso passado pífio que atravessa  a atualidade. Muita coisa não mudou desde 1860..&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;   Entretanto, tentei retirar alguma mensagem disso tudo. Talvez a natureza quisesse me mostrar a capacidade dupla do homem de destruir e criar. Ele tenta eternizar a vida nesse processo. Também, estaria tentando reconciliar a materialidade a seu espírito. Isso seria uma luta em vão? Não sei.  Um certeza ficou. Nada se perdeu, nada se criou e se transformou em uma energia conjunta, chamada natureza. Precisamos buscá-la no farfalhar das "folhas".&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115454290149903524?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115454290149903524/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115454290149903524' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115454290149903524'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115454290149903524'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/08/no-farfalhar-das-folhas.html' title='No farfalhar das folhas'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115315621611973839</id><published>2006-07-17T10:00:00.000-07:00</published><updated>2006-07-17T10:19:11.693-07:00</updated><title type='text'>Do outro mundo</title><content type='html'>Sinto-me um pouco deslocado da realidade ultimamente. E antes que isso vire caso de jurujuba, vou escrever um poema pra estravasar...rsrs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Do outro mundo&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Olho pra folha e vejo o passado&lt;br /&gt;escrito no vazio.&lt;br /&gt;Fico exasperado &lt;br /&gt;por sentir isso.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, acho que não pertenço &lt;br /&gt;a esse mundo.&lt;br /&gt;Sou amigo do sofrimento&lt;br /&gt;que culmina no absurdo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Crio um espelho emaranhado&lt;br /&gt;sem nenhum reflexo.&lt;br /&gt;Mas, logo, o abafo e fico perplexo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O meu espanto não é gratuito.&lt;br /&gt;Sou atingindo por rangidos disparados&lt;br /&gt;lá do outro mundo.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115315621611973839?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115315621611973839/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115315621611973839' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115315621611973839'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115315621611973839'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/07/do-outro-mundo.html' title='Do outro mundo'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115207299936160517</id><published>2006-07-04T21:13:00.000-07:00</published><updated>2006-07-04T21:16:39.376-07:00</updated><title type='text'>Chuva de palavras</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/eve.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/eve.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; "&lt;strong&gt;&lt;em&gt;A vontade que eu tenho é de fazer chover torrencialmente as palavras que cismam em ficar presas na minha garganta. Palavras as quais tomaram a forma de imensas, pesadas e cinzas nuvens em cima da minha cabeça e alagaram meus pensamentos. Esse clima nublado não me larga. Meu corpo se arrepia com a gélida corrente de ar. Calafrios constantes, medo da escuridão total. Apenas uma coisa ainda não morreu (o essencial): a esperança de voltar a ver os raios do sol enaltecendo o colorido das flores&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;."                     &lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;strong&gt;&lt;em&gt;Evelyn Souza&lt;br /&gt;&lt;/em&gt;&lt;/strong&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poderia começar esse texto como sempre faço. Eu o encheria de metáforas e de reflexões que nem entendo. Mas decidi enveredar por uma metalinguagem instrutiva. Para mim, as palavras são o rastro “imperfeito” daquilo que sentimos no contato com a nossa realidade.Por isso, a Evelyn não conseguirá “tirá-las” da garganta. Mesmo que tenha vontade, precisa deixar que a vida “fale” por ela. Veja, então, como estou voltando às minhas metáforas..rsrsSomos ingênuos ao acreditar que controlamos as palavras. Elas adquirem formas, sentimentos e nos pressionam até o momento em que não as suportamos em nossas gargantas.Sentimos o medo de nos revelarmos na escrita ou na fala. As palavras desafiam a humanidade desde os tempos bíblicos.Agora, posso fazer essa experiência com o leitor. Prometi a Evelyn que escreveria esse texto para demonstrar a riqueza incutida em suas palavras. E esses parágrafos surgem com uma dificuldade muito maior pra mim.Porque a nossa vontade, sempre, é de que o essencial permaneça em todas ações que cometemos. Nele, expressamos a nossa personalidade, um pouco do que pensamos e damos sentido à vida.Ele sempre está lá. Até mesmo na foto da Evelyn que escolhi para ilustrar esse discurso. Se focalizarmos o seu olhar, veremos uma “esperança de voltar a ver os raios do sol enaltecendo o colorido das flores”.Entretanto, há muito mais do que isso. Existe alguém que contribui para o movimento do Universo. Uma pessoa que sofre, ama, ri, salta, etc...O que tento, nesse momento, é procurar modos simples de se falar sobre a energia transmitida por ela. E claro que o meu intuito não é somente elogiar, mas não posso criticar (negativamente) um texto que tem vida. Por isso, uso palavras tão inexprimíveis quanto o quê percebemos em calafrios constantes.Ficamos taciturnos diante de algo maior do que a gente. O nosso ser... Assim, temos vontade de capturar pelas palavras o que é indizível. Daí a minha dificuldade nesse texto. Nunca havia me deparado com um desafio tão diferente.Após ler o que a Evelyn escreveu, fui convidado a encará-lo. Arrependi-me, entretanto, por não conseguir escrever algo à altura. Portanto, tenho que salvá-lo em minha conclusão.E digo, finalmente, para a minha amiga Evelyn, que não conseguiria mesmo expressar tudo o que sinto por ela, embora a conheça muito pouco pelas breves conversas que trocamos. A vida é assim. Temos vontade de fazer chover torrencialmente as palavras sobre alguém que a gente adora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115207299936160517?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115207299936160517/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115207299936160517' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115207299936160517'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115207299936160517'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/07/chuva-de-palavras.html' title='Chuva de palavras'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115108780238960169</id><published>2006-06-23T11:20:00.000-07:00</published><updated>2006-06-23T11:48:58.873-07:00</updated><title type='text'>Cansado</title><content type='html'>Ultimamente, tenho me sentido...triste, solitário, macambúzio, sorumbático, indeciso, confuso, feliz, banzeiro, extrovertido, introvertido, brejeiro, indolente, insolente, plangente, contrito, amuado, sarcástico, alegre, irônico, altivo, cortês, afável, ignóbil, esperto, sonolento, acordado, inteligente, inteligível, ininteligível, burro, ignorante, sábio, pensativo, louco, sóbrio, fraco, forte, pessimista, otimista, aflito, ansioso, calmo, nervoso, tranqüilo, frenético, paupérrimo, magérrimo, humílimo, rico, indulgente, agnóstico, herege, santo, traquinas, travesso, avesso, treslocado, deslocado, situado, orientado, norteado, desnorteado e, enfim,........ Cansado. Cansado de, às vezes, ser subestimado pelo meu modo poético (pouco convencional no mundo em que vivemos) de encarar a vida.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115108780238960169?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115108780238960169/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115108780238960169' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115108780238960169'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115108780238960169'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/06/cansado.html' title='Cansado'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115103148213715810</id><published>2006-06-22T19:56:00.000-07:00</published><updated>2006-06-22T19:58:02.150-07:00</updated><title type='text'>Palavras...</title><content type='html'>Às vezes, o amor pode aparecer quando não esperamos. Para mim, esse é o verdadeiro sentimento que durará por séculos. No entanto, a vida me ensinou que algumas pessoas não são capazes de entendê-lo. Isso me fez desistir de ajudá-las a entender. E, para essas, decidi deixar a poesia abaixo como um alento. De mim, agora, elas só terão palavras...&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Como um sopro&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um desabafo era necessário&lt;br /&gt;nesses versos.&lt;br /&gt;Precisava escrever o ordinário&lt;br /&gt;para representar os gestos.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Quando lhe amei&lt;br /&gt;não tinha certeza do amor.&lt;br /&gt;Indeciso, acertei&lt;br /&gt;por sentir essa dor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O sofrimento que quero&lt;br /&gt;apagar do teu lado.&lt;br /&gt;Só a venero, porque desejo ser amado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Isso deixou de ser amizade&lt;br /&gt;sem nenhum motivo. A minha saudade&lt;br /&gt;já não é um sentimento amigo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Logo, tudo ficou difícil&lt;br /&gt;minha amada.&lt;br /&gt;Você ama um amor senil&lt;br /&gt;que não quer deixá-la.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;A sua tristeza é a minha.&lt;br /&gt;Mas a felicidade pode ser nossa,&lt;br /&gt;se você quiser alegria.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ofereço-lhe o meu coração&lt;br /&gt;como prova desse sentimento.&lt;br /&gt;Basta apenas a sua decisão&lt;br /&gt;que terminará com o tormento.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Porque amar não é se enganar&lt;br /&gt;por outro. É reconhecer e aceitar&lt;br /&gt;o amor que surgiu, ao acaso, como um sopro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115103148213715810?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115103148213715810/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115103148213715810' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115103148213715810'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115103148213715810'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/06/palavras.html' title='Palavras...'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-115042763241179148</id><published>2006-06-15T20:11:00.000-07:00</published><updated>2006-06-15T20:13:52.423-07:00</updated><title type='text'>A partícula "se"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Todo poeta tem um momento para refletir sobre as possibilidades que a vida lhe apresenta. Neste, encontramos a complexidade da partícula “se” como um entrave do que ainda não aconteceu. O maior dilema, entretanto, seria identificá-la em seu aspecto duplo, dividido entre positivo e negativo.&lt;br /&gt;Fui exortado a esquecer tal divisão característica do Ocidente. E, se o uno não é individual, por que deveria esquecê-la? Deixo essa pergunta para confundir àqueles que me conhecem há mais tempo. O meu amigo deve estar exasperado comigo agora.&lt;br /&gt;Mas o maior problema está em querer conhecer o próximo. Se ficasse quieto diante da opinião contrária à minha, não seria autêntico à Vida.&lt;br /&gt;Os opostos se chocam e serão unidos numa reflexão conjunta. Se desistisse da dicotomia, não daria oportunidade para que o “absurdo” se instaurasse.&lt;br /&gt;Se parasse de escrever nesse momento, tudo iria embora. A reflexão, as idéias, o texto e o conselho do meu amigo. Só não esqueceria da paixão que tenho por alguém especial. É assim na Vida. Os amores nos fazem eternos a cada segundo.&lt;br /&gt;Mas se pudesse desistir desse amor, não desistiria. Essa seria uma certeza surgida de uma possibilidade existente em meu coração.&lt;br /&gt;Caímos na realidade nos instantes em que encontramos o fluxo do “se”. Se sonhasse além da conta, não uniria realidade e fantasia. Ambas são benéficas ao homem. Esse ser que precisa saber lhe dar com o movimento da Vida. E, nem sempre, uma separação consegue desunir.&lt;br /&gt;Quantas vezes não nos sentimos próximos daqueles de quem tentamos um afastamento? Por isso, temos a necessidade de nos aproximarmos das pessoas que amamos.&lt;br /&gt;Isso está explícito em nosso cotidiano. Se não escrevesse sobre tal realidade, estaria me afastando do Uno. Seria individual em não compartilhar essas possíveis experiências neste texto. No entanto, prefiro concretiza-las com o meu espírito nessa terra que ainda não percebeu a plenitude do “se”. E se não terminar aqui, o leitor não poderá tornar possível outras interpretações.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-115042763241179148?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/115042763241179148/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=115042763241179148' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115042763241179148'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/115042763241179148'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/06/partcula-se.html' title='A partícula &quot;se&quot;'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-114599821958387708</id><published>2006-04-25T13:43:00.000-07:00</published><updated>2006-05-14T04:49:56.393-07:00</updated><title type='text'>Aqui dentro</title><content type='html'>O relógio da vida bate&lt;br /&gt;sem parar.&lt;br /&gt;Os seus minutos parecem um alarme&lt;br /&gt;que, um dia, explodirá.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Numa explosão multicor&lt;br /&gt;com o aval da emoção.&lt;br /&gt;Porque não há razão&lt;br /&gt;para esse tempo sofredor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Horas de angústia que não procuram&lt;br /&gt;o seu caminho. Elas sempre deturpam&lt;br /&gt; o meu destino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;E nada está traçado&lt;br /&gt;diante da malevolência do ocaso.&lt;br /&gt;Isso já passou e determinou um instante contado.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Contar e perguntar mais o quê então?&lt;br /&gt;Se sonhar já não é realidade&lt;br /&gt;no meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Adeus relógio,&lt;br /&gt;pois quero viver! Sou filho do óscio&lt;br /&gt;e não tenho tempo para você.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Os segundos da natureza&lt;br /&gt;são muito preciosos para o nosso tempo.&lt;br /&gt;Quero aproveitar a riqueza&lt;br /&gt;que existe aqui dentro.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-114599821958387708?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/114599821958387708/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=114599821958387708' title='2 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114599821958387708'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114599821958387708'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/04/aqui-dentro.html' title='Aqui dentro'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-114485187873806125</id><published>2006-04-12T07:22:00.000-07:00</published><updated>2006-04-12T07:24:38.916-07:00</updated><title type='text'>O sacrifício de um poeta</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O que era óbvio para culturas milenares deixou de ter importância em nossa sociedade: A compreensão do sacrifício, em outras palavras – SACRO-OFÍCIO, por uma meta elevada e espiritual. Diria que precisamos entender a morte para vivermos.&lt;br /&gt;A própria escrita “mata” o autor para que os seus pensamentos permaneçam eternos. Talvez esse mistério siga a lógica dessa morte simbólica.  Podem me chamar de existencialista, ou qualquer outra denominação, mas lembre-se de que a sua ação exterminará todo o sacrifício dessa reflexão.&lt;br /&gt;Já faz um tempo que me esforço para escrevê-la diante da decadência em que estamos. Ninguém se preocupa em compreendê-la, porque muita gente não se dispõe a se sacrificar por alguém, ou algo.&lt;br /&gt;No momento atual, somos, com mais freqüência, sacrificados por aqueles que mais amamos. E, também, as pessoas pensam que a vida sempre vencerá a morte. Entretanto, não há vitórias quando tratamos de relações espirituais.&lt;br /&gt;Você confia no amor, que lhe oferecem, quando ele vem carregado por uma “síndrome suicida”. É assim na amizade, no namoro e em todas as relações afetivas distintas que alimentem compromisso entre os parceiros.&lt;br /&gt;Você não cobra, de um amigo, a amizade ou, do ser amado, o amor. Mas nunca espera que a pessoa possa lhe oferecer a própria vida em troca de alguns minutos de felicidade.&lt;br /&gt;Grandes heróis deixaram o seu nome na história por amarem as suas metas. Na maioria das vezes, elas eram coletivas e transformaram aqueles minutos, escritos no outro parágrafo, em vida eterna.&lt;br /&gt;E, hoje, deduzo que não há tempo para a morte. Vejo todos enveredarem pelo caminho inverso do Sacro-ofício, em prol daquilo que Schopenhauer chamaria de efêmero. Por isso, chegou a hora da minha morte nessas linhas. Aqui “jaz” um poeta.&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-114485187873806125?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/114485187873806125/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=114485187873806125' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114485187873806125'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114485187873806125'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/04/o-sacrifcio-de-um-poeta.html' title='O sacrifício de um poeta'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-114444652683476650</id><published>2006-04-07T14:21:00.000-07:00</published><updated>2006-04-07T14:50:30.390-07:00</updated><title type='text'>Very Short Story</title><content type='html'>Desde já, peço desculpa aos meus professores de inglês. Tentarei escrever na língua do Bush porque  estou sem criatividade para escrever na minha..rsr&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Very Short Story&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Solo was a nice guy. But he doesn't understand what happened with him. Today he cry for a lost love. I don't know what was that! He died when she leaved him. She don't understand my friend. Well, the love is very complicated. It can born in simple things. I would say its, but that is a other story. Maybe,my poor english doesn't help-me. rsrs The girl choose a other guy. This guy was a fun person, but he never was a love. She doesn't understand its. Poor Solo! He doesn't could forget this love, while she doesn't want your heart. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Digo, mais uma vez, que os meus professores não devem ser culpados pelo meu pobre inglês! uahuahauh&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-114444652683476650?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/114444652683476650/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=114444652683476650' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114444652683476650'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114444652683476650'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/04/very-short-story.html' title='Very Short Story'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-114435971467725360</id><published>2006-04-06T14:32:00.000-07:00</published><updated>2006-04-06T14:41:54.693-07:00</updated><title type='text'>O meu jeito poético</title><content type='html'>Obs.: Pela primeira vez, decidi publicar uma de minhas poesias. Esse poeta, que ficou "prosa" com o tempo, ainda se sente incompleto e procura entender o porquê de sua desistência pelo gênero poético. No entanto, preciso agradecer às pessoas que acreditam em minha escrita como a amiga Clarissa, grande incentivadora desse post.rsrs E, embora tenha escolhido uma de minhas primeiras poesias, cada verso merece respeito nesse momento em que preciso reencontrar o meu jeito poético de encarar a vida. &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Incompleto&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Sol, obscuro, nasceu em mim.&lt;br /&gt;Parece absurdo,&lt;br /&gt;O que acontece aqui.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Procuro palavras&lt;br /&gt;E versos para rimar.&lt;br /&gt;Não sei ao certo, se vou acabar.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falta-me um pedaço,&lt;br /&gt;Estou incompleto.&lt;br /&gt;Ando estupefacto,&lt;br /&gt;Meio inquieto.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Poeta perdido,&lt;br /&gt;Que não se acalma.&lt;br /&gt;Tenho dito, &lt;br /&gt;Que dividi a minha alma.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Espero, um dia,&lt;br /&gt;Recuperar a união;&lt;br /&gt;Retornando a alegria&lt;br /&gt;Ao meu coração.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Estes versos preencheram-me&lt;br /&gt;Um vazio.&lt;br /&gt;Só assim, não fico sozinho.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;(ano-2002)&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-114435971467725360?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/114435971467725360/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=114435971467725360' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114435971467725360'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114435971467725360'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/04/o-meu-jeito-potico.html' title='O meu jeito poético'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-114175321408730115</id><published>2006-03-07T09:14:00.000-08:00</published><updated>2006-03-25T16:30:31.403-08:00</updated><title type='text'>O Sol e a solidão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/Nascer-do-Sol-Outono.1.jpg"&gt;&lt;img style="display:block; margin:0px auto 10px; text-align:center;cursor:pointer; cursor:hand;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/Nascer-do-Sol-Outono.1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um menino solitário sorri na escuridão de seu quarto. As suas lágrimas não conseguem corresponder à sua expressão oculta, enquanto o sol nasce lá fora. O espaço é testemunha daquele sofrimento velado que denuncia o que sua alma percebeu diante da realidade.&lt;br /&gt;Ele tateia o vazio, com as mãos, em busca de algo. Lembra, então, do afeto recebido por pessoas que eram suas amigas. No entanto, isso se desfaz com a queda das lágrimas inocentes. Há um vazio preenchido por lembranças amorosas antigas. Desistiu do amor.&lt;br /&gt;A sua mãe grita da sala, mas ele não escuta. Pobre menino! Sorve o sofrimento único de seu delírio. E o seu devaneio não era tão impossível assim...Queria que o  amor prevalecesse sobre as atitudes contraditórias da vida ingrata em que se encontrava. Desistiu do sonho.&lt;br /&gt;Algumas brechas de sua janela delineavam o brilho do sol que emergia do horizonte. Iria, em breve, receber a luz que iluminaria as trevas daquele quarto. Não estaria mais sozinho, embora o mundo insistisse em isolá-lo do âmbito social. Desistiu da solidariedade.&lt;br /&gt;Mas sempre há otimismo nisso tudo. Pelo menos de minha parte. Espero que o sol chegue rápido e destrua os seus fantasmas. Só o rei do sistema solar poderá dar vida a esse quarto sombrio... O menino precisa de energia para não desistir da única substância importante do mundo: O seu próprio Ser. A luz do Eu iluminará, em algum momento, a obscura solidão de nossos tempos e, quem sabe, mostrar-lhe que a esperança ainda está em seu coração.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-114175321408730115?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/114175321408730115/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=114175321408730115' title='3 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114175321408730115'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114175321408730115'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/03/o-sol-e-solido.html' title='O Sol e a solidão'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-114012291229096347</id><published>2006-02-16T12:24:00.000-08:00</published><updated>2006-02-16T12:51:32.860-08:00</updated><title type='text'>A Lua</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/lua%28ded%29.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/lua%28ded%29.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Ontem, parei no terraço de minha casa para observar a lua. Não imaginava o quanto ela pode nos encantar com o seu brilho. Essa contemplação, entretanto, tocou o meu inconsciente e trouxe bombardeios imaginários do que vivi no passado.&lt;br /&gt;Dizem que a beleza lunar extrai do homem a sua sensibilidade. O "sensível" em seu sentido mais puro. Mas, ultimamente, ninguém quer observar a Lua. Por outro lado, existem aqueles que se enganam em mitos fúteis criados para essa rainha da noite.&lt;br /&gt;Tenho um amigo que defende a velha história da lua cheia. "-Fico louco quando a vejo", disse-me ele, certa vez. Não acredito nisso, embora respeite a sua crença. Cada um acredita no que foi ensinado a acreditar.&lt;br /&gt;A lua foge à qualquer explicação. De gênero feminino em nossa língua, ela é masculina em alemão. E isso pode gerar discussões severas na semântica. No entanto, o satélite natural da Terra não quer ser entendido. Ela quer ser sentida. Seria bom se ouvíssemos o que Berkeley dizia: "-Ser é ser percebido.&lt;br /&gt;Assim, entramos no ciclo da percepção. Perceber a lua num olhar contemplativo é encarar o reflexo de nossa alma. Também caímos, constantemente, na ilusão que a Sociedade nos impôs sobre o que somos. Por exemplo, em minha infãncia, fui um bagunceiiro rebelde e quiseram me fazer um delinqüente. Na adolescência, estava um pouco mais calmo, ainda que tivesse, sobre mim, alguns olhares de condenação.&lt;br /&gt;Mas, como disse antes, tudo se repete. Sou um bom moço para a Sociedade e um poeta para os que acreditam no meu olhar poético. Declino as visões alheias para as letras, onde essas perspectivas irão se perder.&lt;br /&gt;E a lua nessa história? Ela toca violentamente o meu Ser. Fez o mesmo com o meu amigo que não a quis perceber. Ele quebrou o espelho que poderia levá-lo a descobrir o que o tempo oculta. A sua própria sensibilidade.&lt;br /&gt;Ser sensível é ir além do mundo material e superficial que nos cerca. Não precisamos "desmunhecar", como diria um amigo machista. Um homem de verdade deve saber contemplar a lua com todos os encantos que ela pode nos oferecer.&lt;br /&gt;Precisamos desvendar o mistério da vida nos espelhos sutis da Natureza. Essa companheira que nos ouve para que façamos uma viagem necessária ao "si". A essência desenvolvida por nossa percepção da realidade.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-114012291229096347?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/114012291229096347/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=114012291229096347' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114012291229096347'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/114012291229096347'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/02/lua.html' title='A Lua'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113951268953154818</id><published>2006-02-09T10:41:00.000-08:00</published><updated>2006-02-09T11:26:34.306-08:00</updated><title type='text'>A problemática do Eu</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/freudlouco-012.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/freudlouco-012.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Queria que as pessoas entendessem a psicologia como uma ciência desprovida de metáforas ou falsas interpretações. E essa pesquisa da alma, proposta por ela, pode nos trazer problemas se não entermos um único fato: -Cada um com sua cruz! Como diria o meu colega Fabiano Morais. Isso, em outras palavras, seria o entendimento de algo que nem mesmo a Psicologia soube resolver: A problemática do Eu.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Assim, quando escrevo, ainda mais sobre esse assunto, não quero que a minha opinião seja a única, embora queira que ela seja respeitada. Para mim, aí está o problema, respeitá-la seria propor um diálogo entre o que penso e o que pensam sobre o meu pensamento. Tal idéia é antiga e diversos pensadores já falaram sobre a mesma com o nome de dialogismo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Entretanto, não dialogamos somente com aqueles que corroboram com a nossa opinião. Fico irritado, por exemplo, quando alguém não quer ouvir a minha fala porque desaprova o meu pensamento. Ora, se há diferenças, precisamos discutí-las. Aí, voltamos ao EU.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Benveniste já fez um alerta sobre a criação desse pronome em todas as línguas. Esse vocábulo ingênuo gera a falsa ilusão de que há uma unidade em nossa personalidade. Mário de Andrade proclamou que seria trezentos em um! E mais outras pessoas, literatos ou não, comprovam-nos a importância de entendermos que o Uno não é individual.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Talvez isso tenha feito Freud perde-se na própria psicanálise e deixar para sociedade uma confusão ainda maior do que havia encontrado. O alemão também se perdeu no labirinto do Ego, essa figura que cresce assustadoramente em nossa Sociedade Narcisista.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Falo, com propriedade, por saber que o tempo constrói quem sou. A noção de Eu é tão vaga quanto aquele vento que sopra, ocasionalmente, pela janela de nossos quartos. Se todos nós tivéssemos certeza de quem somos, os próprios psicólogos não fariam uma análise após a obtenção do título. Vejam que até os investigadores da alma humana estão perdidos em si.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Por isso, não busco respostas. Queria apenas ver cada Eu ser respeitado com todas as suas características. Ninguém vai entender mesmo o que um Eu-lírico disse em sua poesia, mas as pessoas têm a péssima mania de cobrar uma racionalidade solene ao eu! Vivemos apenas. E viver é errar no meio de nossas tentativas em entender, ou seja respeitar, a alma do outro. Para isso, fazemos um exercício semelhante ao da Psicologia em nosso cotidiano. Mas com cuidado para não nos perdemos em nosso próprio Eu.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113951268953154818?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113951268953154818/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113951268953154818' title='3 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113951268953154818'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113951268953154818'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/02/problemtica-do-eu.html' title='A problemática do Eu'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113911736689743246</id><published>2006-02-04T20:12:00.000-08:00</published><updated>2006-02-04T21:29:26.926-08:00</updated><title type='text'>Instante</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Em alguns momentos, precisamos deixar que a escrita "fale" o que o coração reteve por muito tempo. Decepções, mágoas, alegrias ou qualquer outro tipo de sentimento que não pôde instaurar-se no seu devido instante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Isso acontece devido a nossa ingenuidade. Sempre acreditamos que as nossas emoções são controláveis como o pensamento. E esquecemos, então, que nem mesmo a razão pode ser racional. A minha escrita presta um serviço enorme à essa hipótese. Tento lutar, a cada minuto, contra esse "escritor" que insiste em censurar o que quero expor. &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Na verdade, queria poder dizer à ela o quanto me perdi por amar. Escrevi acrósticos, textos e poesias com um nobre objetivo: conquistar a minha amada. Mas creio que não soube discernir o que era fantasia ou realidade.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Essa armadilha (repito) só acontece com os ingênuos. Ela, por sua vez, não entendeu a escrita e me cobrou (com razão) a realidade. Não sei o que aconteceu depois. Entre a fantasia e a realidade, optei por Ela sem pensar. A amada dos meus sonhos. Talvez o equívoco tenha ocorrido aí! Qual seria o limite entre os meus sonhos e a presença dela?&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;E, mais uma vez, fiquei sem resposta. A musa escolheu me deixar com uma chaga muito dolorosa no coração. Cobrou-me aquele instante que parecia tão pequeno diante do amor sentido por ela.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Quis chorar, mas não consegui. Engoli as lágrimas de uma decepção pouco esclarecida. Afinal, não tínhamos nada a dizer. Agora, tento arduamente grafar, nesse texto, os rastros que você deixou em minha alma. Passos largos que foram dados em poucos instantes.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Já não consigo me libertar do meu pensamento. Também sei que não há nenhum culpado nessa história e isso dói. Essa dor vem da simples constatação de que o destino virou as costas para a gente. Separou-nos no primeiro momento em que nos vimos.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Sofri muito, enquanto pensava em você. Olhava, com esmero, e procurava lhe entregar o que havia de melhor em mim. Não eram palavras ou coisas concretas. Existia algo que vinha da mesma fonte em que esse texto se alimentou. No entanto, o maior dilema estava na escolha feita por mim. Sempre existiria esse amor incondicional capaz de me afastar do mundo para tê-la por perto.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Tudo isso me trouxe mudanças irreparáveis em meu Ser. Tenho medo de usar metáforas e de ser mal compreendido. Ainda a vejo, todos os dias, quando pego um livro, em volta das figuras bem editadas. A escrita, realmente, tornou-se parte da minha vida, embora o arrependimento apareça na lembrança daquele mágico instante.&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113911736689743246?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113911736689743246/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113911736689743246' title='5 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113911736689743246'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113911736689743246'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/02/instante.html' title='Instante'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>5</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113842472321881132</id><published>2006-01-27T21:00:00.000-08:00</published><updated>2006-01-27T21:05:23.220-08:00</updated><title type='text'>Dúvida</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Obs.: Esse texto antigo faz o prenúncio de novos tempos. Em breve, voltarei a escrever em meu blog para o desespero dos leitores de plantão...blz..O poeta voltará a esbravejar paradoxos sem nexos que o libertam das turbulências de seu dia a dia. Depoimento bonito, mas muito triste... Deixo aqui uma dúvida...&lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Dúvida&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Uma dúvida, seguida de medo, atormentou o meu pensamento, já atordoado por questões anteriores, neste sábado. Dia em que se comemorou 450 anos da cidade de São Paulo.&lt;br /&gt;Porque o meio jornalístico, no rádio ou na televisão, jogava elogios à terra da garoa. Posso estar sendo um pouco regionalista agora, mas quem disse que o Brasil é São Paulo?&lt;br /&gt;Os jornalistas encomiásticos como a maior parte das emissoras e as propagandas defendiam o modo de vida paulista. Imagine, então, o poder que estes veículos persuasivos exercem nas pessoas?&lt;br /&gt;Propagam uma fé, lembrando o significado etimológico da palavra propaganda, a todos os brasileiros. Engendrando, concomitantemente, uma idolatria à réplica perfeita do estilo capitalista dominador e tirano.&lt;br /&gt;Pergunto, ao leitor, onde estará o Outro nessa história? Os gaúchos, mineiros, paraibanos são estrangeiros na terra de uma cidade que se diz cosmopolita. Parece irrisório escrever sobre isso e dessa maneira; não me senti, no entanto, confortável dentro de meu próprio país.&lt;br /&gt;A aculturação está revivendo aos poucos sob apanágios de uma nova civilização modelo. Foi assim entre os romanos e gregos, entre os norte-americanos e América, e outros exemplos que prefiro evitar a fim de não aumentar a polêmica gerada nesse texto.&lt;br /&gt;Esse homem que renega o diferente, não sabe conviver. Aprende a viver pela metade, regido por sua cupidez e um regime falido. Sua busca incessante por algo poderá ser eterna, se não compreender como entender, ou pensar, em conjunto.&lt;br /&gt;Tenho consciência desta dificuldade e o Brasil atual reflete a perda do senso coletivo. Idéia tão bem defendida, ao meu ver, pelo escritor modernista Graciliano Ramos.&lt;br /&gt;Ele, que nasceu em Alagoas, não teria espaço neste país Paulista. Muito menos o baiano Jorge Amado. E outros intelectuais que não nasceram, e cresceram, apesar de alguns terem estudado, na região tão aclamada por seu aspecto solidário e cultural.&lt;br /&gt;Ando exasperado com tanta hipocrisia. Vou ser chamado de bairrista ou regionalista, mas preciso dar voz aos esquecidos. Isto é ser solidário. Pois estamos enredados numa linha urdida por pseudo-meios-de-comunicação. Seres que nem conhecem o sentido da palavra comunicação, sem tornar comum o produto (texto oral ou escrito) de sua ação verbal. Espero, porém, que a minha dúvida, algum dia, seja esclarecida...Por que o homem não entende o outro?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113842472321881132?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113842472321881132/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113842472321881132' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113842472321881132'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113842472321881132'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/01/dvida.html' title='Dúvida'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113685948741701892</id><published>2006-01-09T18:13:00.000-08:00</published><updated>2006-01-09T18:18:07.426-08:00</updated><title type='text'>Seção Latina</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/Romeu%208.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/Romeu%208.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Olá pessoal! O meu nome é Romeu Poodle de Souza. Recebi permissão do meu dono para postar alguns comentários, aqui, no blog. Espero que vocês leiam os textos como um incentivo para que não seja jubilado pelo Rômulo.&lt;br /&gt;Hoje, então, pretendo latir o que farei na seção latina. Esse foi o nome, execrável, que o magrinho escolheu para o lugar das reflexões caninas. É...Espaço conseguido em blog não se olham as denominações!&lt;br /&gt;Também agradeço a paciência do vate em traduzir todos os textos. Para quem não sabe, lato diversas línguas (menos o português). Dentre elas estão o latim clássico, o latim canino e o inglês. Já tentei, uma vez, aprender o espanhol, o galego-português e até (imaginem) o alemão!&lt;br /&gt;Um pastor alemão tentou me converter há tempos atrás e, aí, pedi uma ajuda para ler as obras de Goethe e de Nietzsche. Faço amizade fácil, ao contrário do dono desse blog. De uns tempos para cá, ele diminuiu a sua timidez.&lt;br /&gt;No entanto, vamos voltar à minha apresentação... Não posso esquecer das outras divisões da seção latina. Teremos a cachorrada da semana, a cadela do mês e a opinião do público, além de entrevistas com as personalidades mais interessantes dessa sociedade. A cachorrada da semana irá apontar o que chocou a nossa realidade, ao passo que a cadela do mês apontará a cadela mais charmosa do momento.&lt;br /&gt;Entretanto, só poderei adiantar isso, porque fui obrigado a escrever tudo às pressas. Estarei, em breve, colocando as minhas idéias e o meu curriculum late para que todos possam me conhecer melhor.&lt;br /&gt;Uma lambida para o gênero feminino e um latido para o gênero masculino.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Romeu Poodle de Souza&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;*Romeu é formado em filologia canina pela URRO, com pós-graduação na PEUC, e dá consultoria aos programas Late show, da Rede Tv, e o Globo Rural, da Rede Globo de televisão.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Texto traduzido por Rômulo Pinto de Souza.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113685948741701892?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113685948741701892/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113685948741701892' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113685948741701892'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113685948741701892'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2006/01/seo-latina.html' title='Seção Latina'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113565295593041538</id><published>2005-12-26T19:05:00.000-08:00</published><updated>2005-12-26T19:15:55.790-08:00</updated><title type='text'>O uno não é individual</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Esse ano trouxe-me diversos acontecimentos de distintas direções. E nada melhor do que tentar reconstruí-lo nesse momento em que “as luzes se apagam”. O ano novo se aproxima e não quero que 2005 seja esquecido. Podem me chamar de nostálgico, mas tenho certeza de que tudo “não foi por acaso”.&lt;br /&gt;No primeiro semestre, mergulhei em exercícios, trabalhos e obrigações. Procurava um motivo em todas as ações que pratiquei. Até iniciava, com um amigo, a formação de um grupo de estudo de filosofia na escola onde iria lecionar algumas aulas de literatura.&lt;br /&gt;Sem perceber, fortalecia a minha alma nas discussões com cada integrante daquele projeto. No entanto, não deveria esquecer do templo sagrado que a guardava desde o meu nascimento.&lt;br /&gt;Ele entrou em ruínas no segundo semestre. Mas uma frase poderia resumir o trágico acontecimento: “Caímos para aprender a levantar!” Batman Begins (quem diria) também foi cultura...&lt;br /&gt;Isso mesmo! Voltando ao meu objetivo, aprendi a significar os eventos mínimos da vida. Fiz uma viagem ao si que deverá continuar em 2006.&lt;br /&gt;Conheci, também, novas pessoas que dignificaram a minha existência. Todos, distintamente, fizeram-me reconstruir o que a sociedade insiste em nos roubar. Hoje, possuo (sim, esse é o verbo) uma essência renovada pelo encontro com pessoas maravilhosas. Embora tenha encontrado (confesso) algumas em situações conturbadas, elas me reeducaram a ser quem sou.&lt;br /&gt;Estreitei velhos laços de amizade, como o Salvador, a Vera, o João Carlos, a Isabel, o João Célio, a Marianna, o Oswaldo e outros, igualmente, valiosos. Ganhei, também, amigos maravilhosos que me trouxeram interessantes experiências.&lt;br /&gt;Alguns quases intensos, como a Clarissa e o Ivan, que pareciam me conhecer, muito antes de mim. Outros misteriosos pessimistas, como o Otávio e o Marlon, traziam a realidade à minha porta, através de seus textos. Por último, e não menos importantes, lembro do silabado Fabiano Morais e do, meu irmão de reflexões paradoxais, Max.&lt;br /&gt;Espero, entretanto, que os não-citados entendam a sua igual importância no meu coração poético. Antes que reclamem, com razão, peço que lembrem de que a minha família foi a mais prejudicada nessa lista, por não apresentar nenhum nome. Bom, essa polêmica é a única característica imutável em minha personalidade. Kiekergaard a resumiria em um trecho de seu livro:“(...) um eu que não quer ser eu! (...)”&lt;br /&gt;E o interessante é que nem isso posso dizer (ou escrever) mais. Esse ano me fez entrar no processo de reconhecimento da minha personalidade. Já não vou me assustar se, em 2006, encontrar um Rômulo defensor da sua antiga máxima: “O uno não é individual.”&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113565295593041538?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113565295593041538/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113565295593041538' title='2 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113565295593041538'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113565295593041538'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/12/o-uno-no-individual.html' title='O uno não é individual'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113565241561020741</id><published>2005-12-26T18:54:00.000-08:00</published><updated>2005-12-26T19:00:15.613-08:00</updated><title type='text'>Romeu e as suas previsões para 2006</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/romeu%20no%20natal.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/romeu%20no%20natal.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt; &lt;/div&gt;&lt;div align="justify"&gt;Não poderíamos terminar o ano sem as notórias previsões astrológicas. Por isso, pedi ao Romeu que fizesse o meu mapa astral para todo o ano de 2006. Cachorro astuto (como é) ele pode até ganhar um espaço aqui, no blog, ano que vem.Assim, o felpudo latia contente enquanto olhava o seu pote-de-cristal com as premonições do início do ano. Disse que o ano de Saturno irá trazer muitas novidades. Os meus planetas não terão preocupação até o período da copa. As pessoas vão esquecer do papo sério para comentar as jogadas de Ronaldinho Gaúcho. Mas não concordei quando o Poodle profetizou, misteriosamente, que eu viajaria para assistir aos jogos ao vivo.Aí, comecei a desconfiar... Para se redimir, ele balançou o pote com um ar peremptório: “—Você ainda não viu nada!”. Romeu me disse que surgirá uma nova promessa na política, durante as eleições. Será um homem íntegro, honesto e sincero com a nação brasileira. Nesse momento, perguntei se ele estava falando do Brasil mesmo.Também, lembrei a esse astuto de que estava fugindo da consulta. O que eu teria a ver com aquilo? O querido da minha mãe disse que eu faria campanha para essa revelação política.Então, falei-lhe que perderia a vaga em meu blog, como se isso fosse mais importante do que o conforto que a minha família lhe oferece. E, mesmo assim, continuou: “—Você está assim, porque não sabe sobre o seu terreno amoroso!” Retruquei desconfiado: “—Tá bom, continua...”Romeu dizia que tinha eminentes chances de conquistar um grande amor. Mas só conseguiria isso, se tivesse confiança em mim mesmo. E, como podemos inferir, essa foi a gota d’água!Olhei para ele e pedi à minha mãe que colocasse aquele projeto de mãe Dinah na coleira até o dia 31! No entanto, o sortudo só perdeu o pote, pela parte da manhã, como castigo.A minha mãe ainda falou para deixar de conversar com o cachorro. Sábio conselho! Mesmo assim, ainda não desisti de minha idéia a respeito do lugar dele no blog. O Romeu mostrou-se mais esperto de que algumas pessoas que ganham destaque em nossa sociedade. &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113565241561020741?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113565241561020741/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113565241561020741' title='3 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113565241561020741'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113565241561020741'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/12/romeu-e-as-suas-previses-para-2006.html' title='Romeu e as suas previsões para 2006'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113467888906559812</id><published>2005-12-15T12:07:00.000-08:00</published><updated>2005-12-15T12:41:46.563-08:00</updated><title type='text'>Acabou o papel</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/ZeCarioca_Natal_2002_Cor.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/ZeCarioca_Natal_2002_Cor.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt; &lt;div style="text-align: right;"&gt;&lt;span style="font-style: italic; font-weight: bold;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Voz populi, voz Dei&lt;/span&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Dingo bell, dingo bell, acabou o papel... Gosto de ditos populares que parodiam a linguagem de textos reverenciados pelo senso comum. Pois, como diria a frase latina, a voz do povo é a voz de Deus. O enunciado do início desse parágrafo revela isso. Ou, a meu ver, diga muito mais sobre as transformações sofridas pela festa mais popular do planeta.&lt;br /&gt;Hoje, quando lembro da música, penso no que deveríamos mudar para entendê-la. Ela expressa o fim do espírito natalino e o término dos "papéis" sociais. A minha inspiração, então, embarcou nessa viagem sem rumo. Acabou o papel.&lt;br /&gt;Ninguém mais lembra a importância de Jesus em nossa época. Conheço muita gente que prefere ganhar presente a receber um abraço amigo e sincero. Entretanto, nunca entendi a relevância dada ao bom samaritano gorducho que entrega presentes em dezembro. Posso ser crucificado por algumas pessoas, mas acho que seríamos humanos se entendêssemos o sacríficio de um homem pelo mundo há tempos atrás.&lt;br /&gt;Poderíamos ter os três reis patos, huguinho, zezinho e luizinho, em vez dos três reis magos, porque muitos não notariam a diferença. Para encerrar as comemorações, teríamos o tio patinhas descendo do helicóptero e distribuindo dinheiro para as pessoas ávidas pelo novo espírito natalino.&lt;br /&gt;Essa minha dramática reflexão pode piorar ainda mais se pensarmos que o metal, responsável pela crucificação do messias, adquiriu maior prestígio do que o nosso eterno salvador em nosso tempo. Por isso, não consigo nem ter inspiração digna para escrever sobre determinado assunto. Afinal, ela acabou como o papel....&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113467888906559812?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113467888906559812/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113467888906559812' title='3 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113467888906559812'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113467888906559812'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/12/acabou-o-papel.html' title='Acabou o papel'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113441162268661291</id><published>2005-12-12T09:42:00.000-08:00</published><updated>2005-12-12T10:20:25.383-08:00</updated><title type='text'>A dialéctica da coragem</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/logica%20dialectica%207.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/logica%20dialectica%207.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;Sim ou não, faça a sua escolha! Há uma teoria que aprendi nos meus tempos de ensino fundamental para traduzir isso. Chamo-a de dialéctica da coragem.&lt;br /&gt;Alguns filósofos criariam outras teorias sobre ela. Não, essa dialéctica está longe de adquirir uma dimensão maior do que lhe atribuímos.&lt;br /&gt;Assim, diriam-me que a mesma não passa de uma reflexão simplória diante das atitudes que "devemos" tomar em nossa vida. Sim, concordaria em parte com semelhante opinião.&lt;br /&gt;Posso resumí-la na oposição entre negativo e positivo para resolver questões que demandam respostas (ou soluções) muito mais complexas.&lt;br /&gt;O que a afastaria, a meu ver, das dialécticas filosóficas é a sua origem. Ela nasce do impulso, da coragem, na decisão daquele que se  propôs a utilizá-la.&lt;br /&gt;Não se espelha em silogismos ou na lógica formal. Só podemos assumí-la, quando extraímos a nossa vontade latente no fundo do nosso coração. Por isso, devo admitir que a dialéctica da coragem possa nos induzir mais ao erro do que ao êxito.&lt;br /&gt;A sua vantagem está na natureza assertiva de sua estrutura. Podem até me criticar, mas acredito que Sartre e Nietzsche estariam felizes com a existência dessa estranha teoria. O nosso mundo precisa de escolhas e de erros conscientes. Desse modo, iríamos obliterar presidentes que não sabem ao certo o que fizeram em seu Governo.&lt;br /&gt;Antes que me acusem também de eliminar o meio termo, falo sobre a natureza imparcial de minha teoria. Não quero destruir o sonho das pessoas que preferem escolher o "talvez". Aí lembro o significado de seu nome. Sempre aprendi que um pensamento dialéctico coloca os contrários em movimento. Foi assim desde os pré-socráticos.&lt;br /&gt;Escolher o sim, para mim, não significa subtrair o não. Isso acontece porque, sempre, pensamos no que teria ocorrido se optássemos por uma decisão contrária. Nesse caso, a dialéctica da coragem é um primeiro (e eterno) motor para inúmeras reflexões. O seu único defeito, ainda, está na solução para frear a sua explosão emotiva que desencadeia as tempestades reflexivas. Um leigo pode enlouquecer, se não souber controlá-la.&lt;br /&gt;Para simplificar tudo isso, retomo a sua origem  há quase 14 anos atrás. Estava na terceira série do primário, quando a professora insistia em me enquadrar no grupo dos bagunceiros. Não era nenhum santo, mas as minhas notas revelavam o que acontecia.&lt;br /&gt;Havia decidido perturbar as aulas daquela professora, porque já sabia grande parte da matéria. Optei por um "não", enquanto as provas diziam "sim" à aula daquela série. Começava, timidamente, a dialéctica da coragem.&lt;br /&gt;No entanto, melhor do que o meu exemplo específico, falam os modelos Universais. Quem não entenderia o pensamento das mulheres, das confisões do Lula, dos gramáticos de nossa língua, da dicotomia saussuriana, com a dialéctica da coragem?&lt;br /&gt;E, ainda que esteja em processo, essa teoria tem um futuro promissor. Ela nos instiga os sentimentos mais primitivos e nobres do ser humano. As pessoas deveriam, pelo menos, adotá-la, em pequenas quantidades, em seu cotidiano. Estariam extraindo, o que guardam de mais precioso, desses corações oprimidos por nosso tempo.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;                                                           &lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113441162268661291?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113441162268661291/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113441162268661291' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113441162268661291'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113441162268661291'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/12/dialctica-da-coragem.html' title='A dialéctica da coragem'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113380909130362840</id><published>2005-12-05T10:46:00.000-08:00</published><updated>2005-12-06T19:39:53.276-08:00</updated><title type='text'>Uma breve homenagem....</title><content type='html'>Em homenagem àqueles que entenderam a minha crítica sobre o concurso dos blogueiros malditos, decidi expor um texto que saiu, após uma tempestade de idéias, em relação ao último tema proposto pela comunidade: "Se eu fosse Deus por um dia..."&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O arrependido&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Ontem, sonhei que era Deus por um dia. E, para a minha surpresa, arrependia-me por ter aquela experiência quase real. Os “homens” não acreditavam em nenhum de meus mandamentos.&lt;br /&gt;Sentia-me impotente diante dos poderes que tinha. Não adiantava presenteá-los com as maiores riquezas de nossas vidas. Eles não respeitavam as “costelas” como deveriam. Transformavam-nas em objetos de desejo e valorizavam, apenas, as aparências desses.&lt;br /&gt;Por outro lado, algumas mulheres aceitavam a sua condição primitiva. Ficavam em posição subalterna para usufruir do vil metal que entregou o meu filho à pena de morte.&lt;br /&gt;Os pães estavam em subtração. As pessoas morriam de fome, enquanto os mais privilegiados ignoravam essa situação. O conceito de fraternidade extingui-se, dando origem à programas como “Big-Brother”. Sim, era um Deus em nosso tempo.&lt;br /&gt;As crianças, presentes do meu espírito, eram maltratadas por seus pais. Esses denegriram a imagem em semelhança que, também, havia lhes atribuído. Aqueles pueris seres recebiam a carga e a culpa daqueles que deveriam garantir-lhes o futuro. O tradicional e o novo, então, afastavam-se ainda mais.&lt;br /&gt;Os pecados deixaram de ser capitais em prol do “capital”. Num breve passeio, poderia vê-los em todos os lugares naturalmente. Até o “templo de Pedro” estava manchado pela luxúria.&lt;br /&gt;A cobiça aparecia copiosamente em um país chamado Brasil. Isso acontecia, simultaneamente, com a indolência dos poderosos de lá! Mas outros países do mundo não podiam ser isentados disso.&lt;br /&gt;A avareza das grandes potências gerava eventos esportivos luxuosos, como o U.S. Open, enquanto milhares de pessoas sofriam a miséria nos países de terceiro mundo. Ainda me assustei com o vigor da gula. A sua tendência universal era expressa pelo desejo excessivo dos humanos por tudo. Ninguém ficava satisfeito com nada.&lt;br /&gt;Os escrivãos, grandes inimigos do período bíblico, continuavam o seu martírio. Eram poucos os que escreviam com o coração. Às vezes, os intelectuais compartilhavam da mesma vaidade. Iam contra à minha palavra sem, antes, pensarem sobre o que lhes tinha avisado.&lt;br /&gt;Eu, somente, defendia o ser humano. Não me preocupava com a Verdade defendida por eles. A meu ver, a Verdade era a de que devia calar-me por milênios. No entanto, perdia a minha condição de divindade quando sentia a ira diante de tudo aquilo. Arrependia-me de ter aceitado o posto.&lt;br /&gt;Mesmo assim, deveria saber que o pior estaria por vir. Já havia tomado consciência de minha finitude, mas pensava que tudo melhoraria quando acordasse. “Ledo engano”! Acordei no inferno...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113380909130362840?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113380909130362840/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113380909130362840' title='3 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113380909130362840'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113380909130362840'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/12/uma-breve-homenagem.html' title='Uma breve homenagem....'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113337912157942703</id><published>2005-11-30T11:16:00.000-08:00</published><updated>2005-11-30T11:37:38.300-08:00</updated><title type='text'>Poética Vida</title><content type='html'>&lt;div style="text-align: right;"&gt;Sem modéstia, à minha moléstia&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Não sei o motivo, mas tenho escapado à minha própria natureza. Sempre gostei de escrever, mesmo que as letras saíssem de modo despretencioso. Ouvia o meu coração, sem pôr em dúvida o que pensava. Também estava longe de ser um fiel cego, como aqueles jovens escritores novatos, às minhas humildes obras.&lt;br /&gt;Não, não foi isso. Teria sido algo "estranho" que me fez descarregar nas folhas essa atitude negativa diante do mundo. Grafo cada linha com uma excessiva quantidade de advérbios de negação.&lt;br /&gt;Porém, o que me irrita é que não tenho o controle de tudo isso. Bendita a hora em que o meu inconsciente resolveu "pregar uma peça" em mim ao afetar o estilo que defendo. Rezo todos os dias para que essa tempestade infernal passe de uma vez. Estou ansioso para escrever, embora as letras se reneguem a corroborar comigo.&lt;br /&gt;Sou vítima da criatura que criei. A minha arma contra os sortilégios, ou eventualidades do mundo, dispara direto ao meu coração. As lágrimas, que prefiro evitar, são poucas para expressar o que sinto agora. Quero ajudar aos outros, mas esse trauma funesto insiste em segurar a mão direita da vida.&lt;br /&gt;Pedi perdão por meus erros. sacrifiquei-me por quem mais amava e não sei onde fui parar. Parece-me que o mundo deixou de me ouvir e propôs um desafio que, até o presente momento, está indecifrável.&lt;br /&gt;Ser poeta pode ser doloroso, enquanto a maioria das pessoas tem esquecido a poesia. Defendo, apenas, esse ato poético de encarar a vida. Poetar, para mim, não é brincar com as palavras para deleite alheio. Um poeta entrega-se de corpo e alma àquilo que faz. Talvez seja isso que tenha me atordoado os últimos dias. A triste constatação sobre a minha poética vida.&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113337912157942703?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113337912157942703/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113337912157942703' title='3 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113337912157942703'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113337912157942703'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/potica-vida.html' title='Poética Vida'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>3</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113320656034346357</id><published>2005-11-28T11:11:00.000-08:00</published><updated>2005-11-28T11:43:09.183-08:00</updated><title type='text'>A participação em Rede Nacional</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/televisao_gd1.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/televisao_gd1.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Nesse domingo, fiquei em casa fazendo alguns exercícios para a faculdade e pensando sobre a vida. Confesso que o último empreendimento foi mais doloroso do que o primeiro. E descobri que a televisão pode ser um meio interessante para isso.&lt;br /&gt;Assisti, acompanhado de meu irmão e de minha cunhada, à "diversificada" programação televisiva brasileira. Ouvi, entretanto, uma frase que mataria de inveja qualquer intelectual de nossas universidades. Ela foi dita por uma garotinha, no programa do Raul Gil, quando o apresentador lhe ofereceu o microfone, no momento exato em que a Kelly Key terminava a sua apresentação.&lt;br /&gt;"Eu adoro a Disney!" Não havia, inicialmente, percebido o impacto desse enunciado, enquanto o meu irmão ria com uma sagacidade maior. A "famosa" cantora só teve que concordar com a sabedoria infantil em sua resposta: "Eu também!" Embora tivesse que ouvir do meu irmão que os químicos são mais observadores, decidi fazer uma observação desse "momento mágico" para a televisão brasileira.&lt;br /&gt;Em sua inocência e simplicidade, aquela menininha mostrou que ainda há vida inteligente após a influência da mídia e dos mitos bizarros que a Sociedade criou. A sua frase serviu como um referendo de negação às tolices que somos obrigados a engolir por um amplo projeto de alienação.&lt;br /&gt;Ela disse não à "Barbie Girl"! Ainda que o meu irmão tenha tentado me convencer de que a menininha se confundido em seu pronunciamento, prefiro acreditar nessa ousadia infantil.&lt;br /&gt;Toda nação precisa confiar no seu futuro. Pensei se as nossas crianças estariam satisfeitas com os heróis que os "adultos" criaram para elas. No outro canal, acontecia o Concurso da morena do "É o tchan!" No entanto, o meu único desejo é que os pais daquela garotinha não alimentem os seus sonhos para que, futuramente, mude a participação dela em Rede Nacional...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113320656034346357?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113320656034346357/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113320656034346357' title='10 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113320656034346357'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113320656034346357'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/participao-em-rede-nacional.html' title='A participação em Rede Nacional'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>10</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113271170055588752</id><published>2005-11-22T18:06:00.000-08:00</published><updated>2005-11-22T18:08:20.566-08:00</updated><title type='text'>O verbo "ficar"</title><content type='html'>&lt;div align="justify"&gt;Usar as coisas, amar as pessoas. Nunca o contrário!&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;O verbo mal conjugado em nosso século é o “ficar”. Graças a ele, vejo os meus contemporâneos sofrerem com os resultados de suas ações. Acreditam em quase tudo que essa forma verbal possa oferecer por sua natureza quase instantânea de concretização.&lt;br /&gt;Confiam os mais sábios que ele pode ser conjugado a dois e dar certo no futuro. Falam como se uma ação verbal tão ultrapassada fosse substituir, além de evitar, as mazelas de um tradicional namoro.&lt;br /&gt;Hoje, pense bem, não temos uma verdadeira conversa. Daí as mulheres recorrerem à velha desculpa de que os homens odeiam discutir relacionamento. Não admito tal posição se, pelo menos, ela “ficou” o tempo necessário conversando com o seu par, antes do relacionamento tornar-se sério e duradouro.&lt;br /&gt;O amor virou algo de experiência e “ficou” distante de sua natureza poética. Para Diotima, no livro “Diálogos” de Platão, ele seria definido, em síntese, por uma única frase: “O amor é o desejo da posse perpétua do que é bom.”&lt;br /&gt;Isso pode ser um exemplo filosófico, mas representa irrefutavelmente a banalização desse sentimento em nossos dias. Camões também nos ajudaria com a paráfrase bíblica em que “O amor é fogo que arde sem se ver”. E poderia trazer exemplos de nossa realidade também.&lt;br /&gt;O meu alerta faz-se necessário pelo “sucesso” obtido por esse verbo em todas as práticas sociais. Escolhi o exemplo central, visto que os outros são conseqüências dele.&lt;br /&gt;Se não desejamos amar perpetuamente à pessoa com quem vivemos ou àquilo que fazemos, o que estamos praticando?&lt;br /&gt;Aí aparece uma esdrúxula expressão como “mal-ficada” que explica todos os aborrecimentos dos jovens com a maior solução do planeta. Conheço vários que “ficam” em depressão, com ansiedade e “ficam” ranzinzas diante do amor. &lt;br /&gt;O quadro se agrava com algumas jovens que atribuíram, ao termo, as suas fantasias. “Ficaram grávidas, sem apoio da família e sem perspectiva de vida.&lt;br /&gt;Na vida social, os jovens desejam “ficar” ricos numa outra ilusão impossível. Ainda, “ficam” bonitos na academia para defenderem o próprio corpo como personalidade.&lt;br /&gt;Por outro lado, defendo o amor. Esse sentimento pode ser alimentado com qualquer outro que nunca nos deixará arrasados com a vida.&lt;br /&gt;“O amor é sofredor, é benigno; o amor não é invejoso; o amor não trata com leviandade, não se ensoberbece. Não se porta com indecência, não busca os seus interesses, não se irrita, não suspeita o mal;” Isso era o que Camões tentava nos dizer quando parafraseava esse trecho da Bíblia já na Renascença.&lt;br /&gt;No entanto, devemos ressaltar o espírito inovador daquele século que ultrapassa o nosso. A história pode comprovar a minha afirmação. O “ficar” retirou, por acaso, a magia do ocasionalismo do amor. Ninguém mais acredita em amor à primeira vista, embora acreditem na existência do romantismo.&lt;br /&gt;Acho impossível haver um romance (não falo sobre o literário) sem o mistério proporcionado entre os olhares amorosos. O “ficar” está longe de professar esse agradável “ocultismo”. Sempre sabemos, após uma festa, com quem fulano ou fulana “ficou”!&lt;br /&gt;Enfim, devo “ficar” por aqui. “Fiquei” além do limite para questionar os limites para questionar os limites desse verbo tão estranho que as pessoas insistem em conjugar. Eu prefiro ser tradicional e amar eternamente o que há de melhor em nossa vida: O amor.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113271170055588752?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113271170055588752/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113271170055588752' title='4 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113271170055588752'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113271170055588752'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/o-verbo-ficar.html' title='O verbo &quot;ficar&quot;'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>4</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113228431481013007</id><published>2005-11-17T19:10:00.000-08:00</published><updated>2005-11-17T19:56:37.820-08:00</updated><title type='text'>O desaforado</title><content type='html'>“Teminha” ruim esse tal de “clichê”! Fiquei sabendo do concurso por meus amigos que concorreram ao prêmio. “Só por desaforo”, decidi escrever o meu texto sobre o tema mais esquisito que já vi na literatura.&lt;br /&gt;Disse ao meu amigo que vai ser difícil haver um vencedor! Parabenizo àquele que se distanciar da repetição a que o conceito do termo nos remete.&lt;br /&gt;Para mim, a literatura desenvolve temas repetitivos de modo diferente e não incentiva a repetição. E, antes que alguém me pergunte, digo que aceitei esse desafio por minha humilde pretensão de ser um escritor “em algum dia”.&lt;br /&gt;Imagino como se sairia o vencedor com o velho “clichê” de agradecimento. Ou então, o que faríamos para desprezar, em nossas composições, frases condizentes com o tema, uma vez que (repito) a literatura nasce da liberdade criativa.&lt;br /&gt;E isso nunca foi um “clichê”! Se estivesse “cara-a-cara” com o organizador, diria sem pensar muito: —“Qual é?”—“Você é maluco ou...” Claro que, a última frase, não completaria e que os termos utilizados são mais gírias do que “clichês”.&lt;br /&gt;No entanto, há o risco de termos de natureza distinta virarem “clichês”. A nossa língua comprova tal fato, se a observarmos com uma perspectiva de pesquisa. E esse é o alerta que faço! O campeão poderá vencer discorrendo sobre o esperado e constante. Pois até mesmo uma crítica como a minha já se tornou “clichê” nos dias atuais.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Escrevi esse texto antes do concurso ter sido concluído. Não tive nenhuma pretensão, além de expor a minha opinião (que vale, ainda bem, apenas aqui nesse humilde blog!) sobre ele.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113228431481013007?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113228431481013007/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113228431481013007' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113228431481013007'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113228431481013007'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/o-desaforado.html' title='O desaforado'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113214725998686017</id><published>2005-11-16T05:03:00.000-08:00</published><updated>2005-11-16T05:20:59.996-08:00</updated><title type='text'>Real quimera</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/Estrelas%205.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/Estrelas%205.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: right;"&gt; A uma estrela rara&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;Do outro lado da baía, existe uma moça graciosa por natureza. Conheci-a há pouco tempo em uma eventualidade. Atualmente, penso nela todos os dias, porque me parece que encontrei a representação do sagrado em pessoa.&lt;br /&gt;Os céticos de plantão dizem que isso foi criado por minha imaginação poética. No entanto, ignoro-os com a certeza de que eles não a connheceram para decretar essa absurda afirmação.&lt;br /&gt;Seus olhos nos convidam a um passeio pelo lago das almas. Lá observamos, e somos observados, com a atenção de um monge beneditino. Olavo Bilac teria inveja desse lugar!&lt;br /&gt;Os seus passos são como as músicas mais harmoniosas das poesias simbolistas. Fico encantado quando a vejo caminnhar próximo de mim. Acredito até que ela esteja flutuando , enquanto os outros mortais penam em andar.&lt;br /&gt;Todos os seus gestos ressumam o devaneio singular da natureza. Por isso, adoro conversar com essa divindade em pessoa. Eu a canonizo por sua simplicidade, sinceridade e outros atributos que só reconhecemos em pessoas elevadas espiritualmente.&lt;br /&gt;As palavras devem fazer reverência a ela. É isso que esse texto faz a cada parágrafo. Havia dito a essa Mulher o quanto vale a sua existência para mim. Mas ainda espero um dia ser o escolhido para viver ao lado dela, como o homem mais feliz do planeta Terra. Viveríamos, ennfim, a mmais sólida e real quimera.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;/div&gt; &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113214725998686017?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113214725998686017/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113214725998686017' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113214725998686017'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113214725998686017'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/real-quimera.html' title='Real quimera'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113198074731940958</id><published>2005-11-14T07:01:00.000-08:00</published><updated>2005-11-14T07:10:29.263-08:00</updated><title type='text'>Quem é Você?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/duvida.0.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/duvida.0.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aqui vai mais um texto de minha arca premonitória.... Algumas questões sempre voltam... Você aí já pensou nisso? Quem você é nesse estranha realidade?&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: center;"&gt;Quem é você?&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;br /&gt;Deus, quem sou eu para questioná-lo. Esse texto nasce de minha dúvida sobre a sua personalidade. Peço, então, desde já, desculpas, se o ofendi com as palavras contidas aqui. Mas a minha curiosidade foi maior que a fé!&lt;br /&gt;“Why”? Começo a série de perguntas em inglês por acreditar que a língua oficial do céu seja essa. Isso explicaria a nossa necessidade em aprender uma língua tão bonita e importante para ditar as regras do mundo.&lt;br /&gt;Os norte-americanos são os privilegiados, pois agora fizeram um filme do seu filho punindo os judeus sem remorso algum.&lt;br /&gt;Você também deve ser bastante rico. O vaticano foi até incumbido de guardar toda a sua riqueza e não distribuí-la aos menos favorecidos.&lt;br /&gt;Acredito, porém, que o senhor deve ser cego. Porque intercederia em tanta miséria ou pobreza se as presenciasse. Seu guia, o Bush, que é maléfico!&lt;br /&gt;Perto de ti (aviso) há um homem tão funesto quanto o Diabo. Talvez seja por isso que vários adoradores do mau aparecem a cada dia. É só percebermos o número de big-brothers surgidos em menos de dois anos.&lt;br /&gt;Oh, Deus! Quem é você? Como está? Saiba que as pessoas aqui em baixo estão tão confusas quanto eu. E Nietzsche venderia demais nos países de terceiro mundo, se a maioria de seus habitantes soubesse ler. Senhor, não me crucifique, por favor! Só responda à minha pergunta. Estarei esperando, ainda que ansioso, a chave do enigma inefável dos séculos.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113198074731940958?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113198074731940958/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113198074731940958' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113198074731940958'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113198074731940958'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/quem-voc.html' title='Quem é Você?'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113156154886792327</id><published>2005-11-09T10:12:00.000-08:00</published><updated>2005-11-09T10:44:38.683-08:00</updated><title type='text'>Perigosas características</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/honesto.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 0pt 10px 10px; float: right; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/honesto.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Não sei o porquê, mas existem três caracterísicas que afastam um homem do convívio social: A humildade, a sinceridade e a honestidade. Todas parecem incomodar nos mais diversos ambientes. Posso estar generalizando um pouco, embora acredite que a minha intuição valha mais do que qualquer pesquisa datafolha... Já recebi olhares estranhos quando disse a algumas pessoas o que pensava sobre elas. Sou um cara sensível, mas não abro mão do que penso. Isso pode ser um melancólico desabafo que não ultrapassará as linhas desse blog. Afinal, até a minha assídua leitora sumiu! (rsrs) Fico triste com o massacre que algumas pessoas autênticas sofrem da sociedade. Ignoro qualquer exibicionismo, mentira ou hipocrisia. A minha língua mordaz tornou-me um garoto perigoso e uma fácil presa de choças. Às vezes, arrependo-me de ter feito um pacto com a Verdade. Ninguém está pronto para ouví-la em nosso cotidiano. Claro que não sou adepto da velha máxima "Perco o amigo, mas não perco a piada!". Mas queria apenas que as pessoas soubessem ouvir as críticas com a mesma intensidade que os elogios...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113156154886792327?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113156154886792327/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113156154886792327' title='2 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113156154886792327'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113156154886792327'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/perigosas-caractersticas.html' title='Perigosas características'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113155800508787425</id><published>2005-11-09T09:33:00.000-08:00</published><updated>2005-11-09T18:57:21.146-08:00</updated><title type='text'>Reflexão</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/aura.h12.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: pointer; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/aura.h12.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;span style="font-family:times new roman;"&gt;No momento, posso apenas publicar esse meu texto antigo que parece refletir o perído pelo qual estou passando... É hora de uma reflexão sobre o que somos e o que fazemos de nossa vida....&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Edificação Humana&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um mundo assustado apresenta-se a cada dia, deixando-me mais perplexo do que já sou. Percebo as pessoas divididas entre a razão e a subjetividade. Assim, existem alguns que têm um projeto para a humanidade e os que desistiram da humanidade.&lt;br /&gt;Outro fato curioso é a união freqüente dessas características nessas pessoas, instigando nos homens uma pseudo-dicotomia; cujo sistema consiste em desestruturá-los.&lt;br /&gt;Tenho, portanto, muitos amigos que pensam ter um ideal para a mudança do vil processo de espoliação atual, ao racionalizarem suas ações em prol de uma meta.&lt;br /&gt;Ora, vejo o racional perdido no poder. Sem entender a viagem ao intrínseco necessária para conseguir a chave do pensamento encadeado. E quem conhece a si mesmo, aceita o outro.&lt;br /&gt;E aceitar o outro, não quer dizer concordar com a opinião alheia; mas empregar o verbo do início desse parágrafo. Podendo, assim, retomar a razão e incluir uma crítica à informação ou declaração ouvida.&lt;br /&gt;Também, não posso esquecer o outro caso, que creio ser o mais profícuo; embora apresente um ponto fraco.&lt;br /&gt;O homem sensível, no bom sentido da palavra, carrega a vicissitude do saber. Pois sabe tocar o coração alheio com assaz eloqüência e têm amigos em toda parte, mesmo sem perceber. É perspicaz ao máximo, sem se dar conta; porque lhe falta a razão. Ela torna-se imprescindível na distinção dos amigos.&lt;br /&gt;A sensibilidade, ainda que seja forte, deixa-o frágil e, conseqüentemente, é usada pelos capadócios que se aproximam sem serem reconhecidos. Falta-lhe a sistematização da racionalidade.&lt;br /&gt;Nos dois exemplos, enfim, fica comprovada a complexidade da vida humana. Isso se agrava no meio em que vivemos. Somos doutrinados, desde cedo, à obedecer normas e padrões, quando ainda estamos preparando a nossa sensibilidade a fim de entender o nosso mundo.&lt;br /&gt;Um salto funesto e violento que deixa marcas perenes no âmago de um ser. esse homem, já adulto, não equilibra os seus sentidos. O que o faz, conseqüentemente, perder a capacidade infinita de criatividade do imaginário humano. Além de optar por um modelo satisfatório de vida, seja ele emotivo ou racional.&lt;br /&gt;Torna-se sisudo ou alegre. Mau-humorado ou puro humor, uma vez que não diferencia as situações de felicidade e serenidade, desconstruindo sua personalidade a cada segundo.&lt;br /&gt;Em vista disso, deve-se resgatar o processo de edificação humana. Um humano deve partir da auto-afirmação ao conhecimento e não, o inverso. Senão, permaneceremos colocando, no mundo, pessoas incapazes de reger qualquer coisa: a si mesmas ou um Estado-Nação.&lt;/span&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113155800508787425?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113155800508787425/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113155800508787425' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113155800508787425'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113155800508787425'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/reflexo.html' title='Reflexão'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113098549991218539</id><published>2005-11-02T18:36:00.000-08:00</published><updated>2005-11-02T18:49:08.573-08:00</updated><title type='text'>Mortos-vivos</title><content type='html'>&lt;a href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/cadaveres01.jpg"&gt;&lt;img style="DISPLAY: block; MARGIN: 0px auto 10px; CURSOR: hand; TEXT-ALIGN: center" alt="" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/cadaveres01.jpg" border="0" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;A João Carlos&lt;br /&gt;(um amigo muito vivo, mas morto para a sociedade)&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Um dia, tive vontade de me matar. Olhava para a realidade tão decrépita e distante de mim. Devia ter uns 14 ou 15 anos... Sei lá, isso aconteceu em minha adolescência! No entanto, percebo que, hoje, devo defender a vida daqueles que morreram para a sociedade.&lt;br /&gt;Está certo que o Alan Kardec me salvou com sua doutrina espiritualista. Não queria ser julgado como assassino. Mesmo assim, desde aquele momento, tirei uma conclusão que carrego comigo até hoje.&lt;br /&gt;Tenho certeza de que a Sociedade atual (nem a de anos atrás) merece, nem mesmo, a nossa morte “física”. Devemos desaparecer para ela, como fizeram os grandes pensadores de todos os tempos.&lt;br /&gt;Cazuza já dizia que os heróis dele morriam de overdose, enquanto os seus inimigos estavam no poder. Estamos no ano de 2005 e nada parece ter mudado. Talvez, só o tipo de embriaguez tenha sofrido ótimas alterações.&lt;br /&gt;Quantos de nossos heróis tiveram uma overdose de justiça, de amor, de honestidade e de defesa de ideais coletivos. Muitos são nossos amigos, irmãos ou até paixões que não recebem o devido valor dessa Sociedade assassina.&lt;br /&gt;Na maioria das vezes, eles querem apenas viver de acordo com os seus ideais em prol do coletivo. São exímios estudantes, amigos, escritores, cidadãos de causa nobre e, também, pais de família.&lt;br /&gt;Todos se matam nesse país para sobreviverem compartilhando um pouco de decência com os seus entes queridos. Ao mesmo tempo, vejo o pulsar de suas almas que dão movimento a essa realidade estagnada por alguns seres sórdidos, que não passam de zumbis.&lt;br /&gt;Por isso, antes de pensar em suicídio, lembre-se de elevar o seu espírito. Não esqueça de que será condenado duas vezes. Perderá o seu amor próprio e tudo aquilo que cultivou em vida. Enfim, poderá perder tudo por uma Sociedade que já está morta e que sempre quis destruí-lo.&lt;br /&gt;Sacrifique-se por quem ama. Mate-se de tanto amar, de tanto escrever e de pensar em novos caminhos para os que ainda vivem socialmente. Dessa maneira, homenageamos os únicos vivos desse mundo, repleto de zumbis. E, tanto os mortos quanto os que foram decretados como mortos, por defenderem os seus ideais, merecem a nossa oração.&lt;br /&gt;“Pai nosso que estais no Céu, santificado seja o vosso nome; venha a nós o vosso reino, seja feita a vossa vontade, assim na Terra como no Céu. O pão nosso de cada dia nos dai hoje; perdoai as nossas ofensas, assim como nós perdoamos a quem nos tem ofendido; e não nos deixei cair em tentação, mas livrai-nos do mal. Amém.”&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113098549991218539?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113098549991218539/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113098549991218539' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113098549991218539'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113098549991218539'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/11/mortos-vivos.html' title='Mortos-vivos'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113036047116612232</id><published>2005-10-26T13:38:00.000-07:00</published><updated>2005-10-26T14:01:11.173-07:00</updated><title type='text'>Reformulação de sentidos</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/pasquale1.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/pasquale1.jpeg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;&lt;div style="text-align: justify;"&gt;  &lt;br /&gt;Pra quem não sabe, a NGB decidiu reformular o sentido de algumas palavras em nosso dicionário, devido às últimas mudanças no emprego delas em nossa sociedade. Concordo com a alteração, embora tenha que lamentar a perda de duas palavras em nosso vocabulário.&lt;br /&gt;A primeira a ser expugnada foi a palavra "amor". Segundo os gramáticos de plantão, ela está desaparecendo do nosso léxico por motivos óbvios. Um deles diz respeito ao seu próprio significado que desapareceu pela ausência de atitudes como a filantropia, o respeito e a admiração. Com isso, perdemos expressões como "amor ao próximo", "eu te amo" ou "gosto de você".&lt;br /&gt;Mais drástica, porém, é a situação do vocábulo "amigo". Substituído por termos como "colega" e "companheiro", ele não contém valores semânticos mais fortes do que em sua origem. O nosso atual presidente ratifica essa hipótese.&lt;br /&gt;Por outro lado, precisamos lamentar a força que algumas palavras como "interesse", "falsidade" e "corrupção" têm adquirido em nosso país. O professor Pasquale já exorta os falantes a escrevê-las com letra maiúscula em suas redações. Disse o catedrático: -Interesse deve ser escrito com "I" maiúsculo por nossa nação! Assim, estaríamos evitando um erro pernóstico na língua portuguesa.&lt;br /&gt;Para ele, ninguém está isento do "minúsculo interesse" em nossa sociedade. Estamos fadados ao crescimento formal e semântico de alguns termos de nosso dicionário.&lt;br /&gt;No entanto, como um péssimo leitor das regras gramaticais, prefiro eximir-me de tais alterações. Sou adepto do conteúdo. Fiquei triste após mais um absurdo em nossa língua. E, com grande pesar, decidi transmitir essa triste notícia.&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;Obs.: Qualquer semelhança com a nossa realidade é mera coincidência! rsrsrs&lt;br /&gt;&lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113036047116612232?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113036047116612232/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113036047116612232' title='2 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113036047116612232'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113036047116612232'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/10/reformulao-de-sentidos_26.html' title='Reformulação de sentidos'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-113035861208332542</id><published>2005-10-26T13:28:00.000-07:00</published><updated>2005-10-26T13:37:28.073-07:00</updated><title type='text'>O insólito</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/gilberto_barros.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0pt 10px 10px 0pt; float: left; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/gilberto_barros.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Atendendo a um pedido do meu amigo Otávio, decidi postar esse texto  antigo que carrego escondido  em meu baú...  rsrs&lt;br /&gt;&lt;br /&gt;&lt;div&gt;O insólito Ontem, na tevê Bandeirantes, o insólito apresentou-se. O apresentador, Gilberto Barros, discutia sobre o possível poder do Card game Yugi-oh. Seus convidados, um teólogo, um promotor da vara da infância, um dono de eventos envolvendo card games, foram bem escolhidos. No início do programa, Boa Noite Brasil , que tem um nome muito sugestivo, Gilberto indagava acerca do jogo a um menino de 7 anos. Achei estranho, pois o garoto parecia mais maduro que o apresentador, o qual defendia a idéia de que existiam demônios nas cartas. Senti um asco tão grande, quando presenciei essa cena, que mudei de canal. Fui, no entanto, refletindo o porquê de uma devassa, em rede nacional, e uma tentativa de destruir um jogo que, para mim, é tão saudável e inteligente. Apesar de ainda estar ressentido com essa coisa que se chama programa de auditório, voltei ao canal. Por causa de uma curiosidade incontrolável para saber o desfecho da polêmica e o destino do jogo, que adoro e pratico há uma semana. E o que eu temia tornou-se verdade na boca do teólogo “—Por que não jogar Banco Imobiliário da Estrela?” Fiz-me naquele momento outra pergunta: —Qual seria o interesse de um teólogo por jogos da Estrela? Porque além do Banco Imobiliário, ele falou, enumerando, de outros jogos da empresa, mais rica atualmente, de brinquedos. No fim do programa, entretanto, comecei a ver e perceber a manifestação sobrenatural que tanto defendia o Leão Barros . Portanto ele devia estar certo quanto ao poder das cartas. Elas são inteligentes e fazem os brasileiros, desde sua infância, raciocinarem. Desenvolvendo nesse povo um terrível senso de crítica. Graças, talvez, à força dos cards o promotor da vara da infância tenha sido sorteado para concorrer a um carro. Mas os poderes não ficaram só por aí! O promotor ganhou, após responder perguntas do nível:—Quem é o pai de Sandy e Júnior?, o carro. Enfim, são pessoas que têm fé! E isso, não tem como negar. Em um país onde figuras grotescas como lacraia aparecem, nossas crianças assustar-se-iam com simples cartas? Começo a acreditar que seres sobrenaturais agiram através do programa da rede Bandeirantes... &lt;/div&gt;&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-113035861208332542?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/113035861208332542/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=113035861208332542' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113035861208332542'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/113035861208332542'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/10/o-inslito.html' title='O insólito'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-112975832443416600</id><published>2005-10-19T14:00:00.000-07:00</published><updated>2005-10-19T19:11:06.416-07:00</updated><title type='text'>Jogo de palavras</title><content type='html'>Ultimamente, tenho sentido vontade de ir para um lugar muito distante. Os motivos foram muitos para que essa idéia fosse suscitada em minha cabeça. Vivo num paradoxo sem fim. Sou um graduando de letras que tem evitado, um pouco, as palavras. Vê-las como simples cabedais na boca de esdrújulos escritores como Paulo Coelho, só pra citar um, é doloroso para mim. Queria que as pessoas tivessem mais respeito com as palavras. Escrevo, desse modo, por conhecer alguns profissionais que a desprezam. Quase sempre, esses pseudo-letrados utilizam-nas para proveito próprio. Se vocês notarem, os vocábulos têm aparecido, apenas, em discussões ínfimas e em outras perolações para aqueles que se sentem donos delas. Não ouvimos mais poesias, declarações de amor e de amizade. No nosso século, temos que nos contentar com letras de funk e programas televisivos onde os apresentadores asseveram em questões repetitivas com jogos de palavras. Há quantos meses, estamos ouvindo falar em mensalão, em corrupção na arbitragem do futebol brasileiro, enquanto os temas não são tratados com a seriedade que eles demandam. A última conseqüência dessa pífia manifestação da linguagem apareceu na briga do jogo entre Corinthians X Palmeiras desse final de semana. Podem até me dizer que aquilo foi "mais um caso" de violência, mas será que os vândalos estariam exaltados a tal ponto sem a anulação dos jogos? Sei que isso seria uma desculpa esfarrapada, embora acredita que os "farrapos" anteriores tenham sido desencadeados pelo mal uso da linguagem. A corrupção das palavras feita pelo juiz, em suas transações, teve o chamado "efeito dominó". Por isso, devemos ter compromisso quando jogamos com as palavras. Quando bem cuidadas, elas podem ser enternas e mutáveis. E tratá-las com zêlo não tem nada a ver com pedantismo. Podemos aglomerar expressões em torno de um único sentimento. Claro que confesso ter me enredado em minha proposta aqui. Talvez, a minha revolta quanto a emprego delas por algumas pessoas desse submundo tenha afetado a que me propus fazer. Queria apenas voltar a vê-las com o velho romantismo poético sem as injúrias que provocam, a cada dia, pelo seu jogo verborrágico em ambientes indefinidos. Pois acredito que as palavras devam sempre celebrar vida, seja onde tivermos que empregá-las.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-112975832443416600?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/112975832443416600/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=112975832443416600' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112975832443416600'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112975832443416600'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/10/jogo-de-palavras.html' title='Jogo de palavras'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-112897791516482602</id><published>2005-10-10T13:41:00.000-07:00</published><updated>2005-10-10T13:59:06.260-07:00</updated><title type='text'>Dom Quixote</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/romanelli_dom_quixote.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/romanelli_dom_quixote.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Aonde nós vamos parar? Diria o meu amigo Fabiano se soubesse do triste fato ocorrido em nossa faculdade de letras. Fiquei sabendo que o Dom Quixote, ilustre membro do Gragoatá, foi atropelado por um carro dos funcionários da UFF. Quanto desprezo por esse homem que ingressou a pouco tempo em nosso curso. Pelo que soube, ele não teve tempo nem de escapar sem nenhum arranhão. Por isso, decidi criar esse momento no meu blog em sua homenagem! Espero receber mais notícias sobre o acontecimento, porque estou preocupado. Um amigo me falou que o velho Dom está internado no Antônio Pedro. Cabe-nos, então, esperar com uma corrente de esperança para que tudo não tenha passado de um simples susto.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-112897791516482602?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/112897791516482602/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=112897791516482602' title='2 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112897791516482602'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112897791516482602'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/10/dom-quixote.html' title='Dom Quixote'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>2</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-112854345872801760</id><published>2005-10-05T13:08:00.000-07:00</published><updated>2005-10-05T13:26:07.296-07:00</updated><title type='text'>Estranha sensação</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/grito_2.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/grito_2.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Lembrei-me, nessa semana, de alguns fatos que aconteceram comigo no passado. A velha nostagia parece ter permanecido em minha vida. Às vezes, tenho a vontade de que todas as imagens desapareçam. Elas são persistentes e não desistem fácil. Daí o prejuízo que sofro na escrita por ter a sensação de que nada é novo. Tenho a impressão de que as situações se repetem, enquanto as pessoas me olham sem saber o motivo do meu enfado. Não pretendo descrevê-las aqui, porque seria o mesmo que revivê-las por um momento. Isso tem sido insuportável para mim. Só espero que essas lembranças sumam com a mesma velocidade com que surgiram...&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-112854345872801760?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/112854345872801760/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=112854345872801760' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112854345872801760'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112854345872801760'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/10/estranha-sensao.html' title='Estranha sensação'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-112837679497741984</id><published>2005-10-03T14:51:00.000-07:00</published><updated>2005-10-03T15:06:45.566-07:00</updated><title type='text'>Eu?</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/nietzsche3.jpg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/nietzsche3.jpg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Às vezes, sinto-me traído por mim mesmo. Não sei mais quem sou e, muito menos, para onde vou. Talvez seja só uma fase que persite em me roubar as letras sem aviso nenhum. Elas já aparecem trocadas em minhas mãos, enquanto as idéias parecem seguir o mesmo trajeto. Caio num labirinto complexo, onde apenas um "eu que não quer ser eu" pode me salvar. Quero lembrar o que era para não continuar fugindo da realidade. Essa malvada complexa que tortura fragmentos de uma alma solitária e sonhadora.&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-112837679497741984?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/112837679497741984/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=112837679497741984' title='1 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112837679497741984'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112837679497741984'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/10/eu.html' title='Eu?'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>1</thr:total></entry><entry><id>tag:blogger.com,1999:blog-17242565.post-112794748996115104</id><published>2005-09-28T15:39:00.000-07:00</published><updated>2005-09-28T15:44:49.966-07:00</updated><title type='text'>Mudança</title><content type='html'>&lt;a onblur="try {parent.deselectBloggerImageGracefully();} catch(e) {}" href="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/1600/864114596.jpeg"&gt;&lt;img style="margin: 0px auto 10px; display: block; text-align: center; cursor: pointer;" src="http://photos1.blogger.com/blogger/7092/1657/320/864114596.jpeg" border="0" alt="" /&gt;&lt;/a&gt;&lt;br /&gt;Ainda não absorvi a última mudança que engendrou uma tempestade mental insurportável. Mudei também o blog pensando que iria conseguir se libertar dessas vozes impertinentes. Não é loucura! São só devaneios de uma estranha mudança....&lt;div class="blogger-post-footer"&gt;&lt;img width='1' height='1' src='https://blogger.googleusercontent.com/tracker/17242565-112794748996115104?l=umjovempoeta.blogspot.com' alt='' /&gt;&lt;/div&gt;</content><link rel='replies' type='application/atom+xml' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/feeds/112794748996115104/comments/default' title='Kommentare zum Post'/><link rel='replies' type='text/html' href='http://www.blogger.com/comment.g?blogID=17242565&amp;postID=112794748996115104' title='0 Kommentare'/><link rel='edit' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112794748996115104'/><link rel='self' type='application/atom+xml' href='http://www.blogger.com/feeds/17242565/posts/default/112794748996115104'/><link rel='alternate' type='text/html' href='http://umjovempoeta.blogspot.com/2005/09/mudana.html' title='Mudança'/><author><name>Rômulo Souza</name><uri>http://www.blogger.com/profile/05851730100415236422</uri><email>noreply@blogger.com</email><gd:image rel='http://schemas.google.com/g/2005#thumbnail' width='32' height='30' src='http://4.bp.blogspot.com/_Jhn2UJvX78E/S-mSjxqx2WI/AAAAAAAAAMo/mQh_ANl-K14/S220/1228166488_so.jpg'/></author><thr:total>0</thr:total></entry></feed>
